<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957</id><updated>2011-07-28T15:41:25.592-07:00</updated><category term='Guigo'/><category term='Calendário do Curso'/><category term='Exibição de Curtas'/><category term='Roteiro'/><category term='Ricardo Mizrahy'/><category term='Rafael Ciccarini'/><category term='Costa Val'/><category term='Elisinha'/><category term='Adriano Alves'/><category term='Thiago Franklin'/><category term='Maquiagem'/><category term='Celtx'/><category term='Afonso Chagas'/><category term='Captação de Áudio'/><category term='Leo Som'/><category term='Theo Cabral'/><category term='Montagem'/><category term='Efeitos Especiais'/><category term='Historia do Cinema'/><category term='Aula de Produção'/><category term='Sexo e Destino'/><category term='Estudo'/><title type='text'>CINEMA ESPÍRITA</title><subtitle type='html'>"Quando dizemos que a Arte Espírita será um dia uma arte nova, queremos dizer que as idéias e as crenças espíritas darão às produções do gênio um cunho particular, como ocorreu com as idéias e crenças cristãs
(Revista Espírita1860 – Allan Kardec)"</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-1624147010735146865</id><published>2010-03-13T17:10:00.001-08:00</published><updated>2010-09-27T22:35:57.765-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Produção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Theo Cabral'/><title type='text'>Aula de Produção</title><content type='html'>&lt;b&gt;&amp;nbsp;Por Juliana Luiza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vídeos: Theo Cabral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fotos: Theo Cabral e Joana Soares&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aula do último Domingo, contou com a experiência de Theo Álvares Cabral Filho.&lt;br /&gt;Theo, que também é integrante de nosso curso, trouxe um pouco de sua vasta experiência na área da produção, no intuito de que pudéssemos equiparar alguns parâmetros da produção de comerciais, com alguns aspectos da arte cinematográfica.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3YS0stMI/AAAAAAAAAXU/CrFtuM8FMMg/s1600-h/DSC016682.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="184" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3ZPsqmbI/AAAAAAAAAXY/CRBYpPhwl40/DSC01668_thumb.jpg?imgmax=800" style="border-width: 0px; display: inline;" title="" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;Theo é formado em instrumentação eletrônica pelo Colégio Técnico da UFMG e bacharel em Design – Desenho Industrial pela Fundação Universidade Mineira de Arte Aleijadinho em Belo Horizonte. Ele também trabalhou como designer, Programador visual e fotógrafo, c começou começou com produção áudio visual a partir de 82, com o desenvolvimento de sistemas de exibição de vídeos em grandes telas. Theo também foi professor de Recursos Áudio visuais para faculdade de Comunicação da Universidade Newton Paiva por dois anos em 86 e 87.&lt;br /&gt;Theo Produziu, dirigiu ou codirigiu milhares de comerciais e documentários em cinema e vídeo para clientes como Banco do Brasil, Minisitério da Agricultura, Ministério da Economia, Governo Federal, vários Governos de Estado, Caixa Econômica Federal, Vasp, Correios, Banco Econômico, diversos Shopping Centers e muitos outros clientes de projeção em todo Brasil, além de inúmera peças para rádio para os mais diversos clientes nacionais&lt;br /&gt;Atualmente Theo representa a Open Filmes em Minas Gerais – A Open Filmes é uma produtora de filmes, principalmente comerciais que tem como sócios diretores dois expoentes do filme publicitário nacional: Sergio Mastrocola na fotografia e Pablo Nobel na direção.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Clique no álbum abaixo e confira vários momentos da trajetória de Theo, junto a grandes e famosos nomes do cenário artístico brasileiro: &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:66721397-FF69-4ca6-AEC4-17E6B3208830:0fbe643b-2eea-4378-85a1-555a8b61929e" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;a href="http://cid-4a7ca4796e20b5aa.skydrive.live.com/redir.aspx?page=browse&amp;amp;resid=4A7CA4796E20B5AA%21202&amp;amp;ct=photos" style="border: 0px none;"&gt;&lt;img alt="Exibir fotos" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3bKvSAxI/AAAAAAAAAXk/MQzVifiAIQ0/InlineRepresentationc768641d3fa940ea.jpg?imgmax=800" style="border: 0px none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; width: 397px;"&gt;&lt;a href="http://cid-4a7ca4796e20b5aa.skydrive.live.com/redir.aspx?page=browse&amp;amp;resid=4A7CA4796E20B5AA%21202&amp;amp;ct=photos"&gt;Exibir Álbum Completo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3b7q9lhI/AAAAAAAAAXo/t7JqoXaD_rU/s1600-h/Falcao0335.jpg"&gt;&lt;img alt="Falcao 033" border="0" height="0" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3clNUFRI/AAAAAAAAAXs/IVtEpH2tTT0/Falcao033_thumb1.jpg?imgmax=800" title="Falcao 033" width="0" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3dQSROQI/AAAAAAAAAXw/W-QIX44OKXc/s1600-h/PRODUES00145.jpg"&gt;&lt;img alt="PRODUÇÕES0014" border="0" height="173" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3eKLvS7I/AAAAAAAAAX0/0g1KfMxOcyE/PRODUES0014_thumb1.jpg?imgmax=800" title="PRODUÇÕES0014" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A aula foi iniciada com a apresentação de diversos modelos de fitas como Beta e Mini Dv.&lt;br /&gt;O MiniDV é um dos mais populares formatos de fita para &lt;i&gt;DV&lt;/i&gt; e destina-se ao mercado amador e semi-profissional, com a grande vantagem de um tamanho reduzido e qualidade superior, comparado ao formato VHS. Betamax era um formato de gravação em fita caseiro de 12.7 mm idealizado e fabricado pela Sony.&lt;br /&gt;Relacionando alguns aspectos das fitas em questão e os aspectos da imagem, Theo prosseguiu sua explanação com algumas considerações:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O que imagem? Imagem é luz. O que vemos de imagem é a luz refletida. Se luz é uma energia eu posso medir a intensidade de energia.(…) Fotografia também é luz. Basicamente é isso. Como você transforma imagem em sinal elétrico e sinal elétrico em imagem.&lt;/blockquote&gt;A aula prosseguiu com a abordagem de alguns pontos do aspecto da produção. Theo comentou:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O produtor lida com dinheiro, viabilizando as coisas. Nós estamos falando de custo/valor. Se eu tenho um talento importante, eu estou produzindo. Vamos tratar a produção sob o ponto mais tangível possível: grana. Se a gente pretende realizar algo temos que ter em mente certos parâmetros. O espírita trabalha em cima do ideal e sob o ponto de vista da produção também temos que entender o aspecto do ideal. Uma coisa é fazer por que você gosta e outra é fazer por que você tem que fazer. &lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Trabalhar com cinema não dá pra fazer uma coisa meia boca. Eu tenho que entender que à partir disso eu vou viver disso. Por isso que esse passo que a gente dá tem que ser com o ideal.&lt;br /&gt;Na medida que conhecemos a noção de analisar a posição profissional, algo é liberado….é necessário que nós absorvamos essa vivência em função do trabalho.&lt;br /&gt;O filme é um produto, um documentário institucional. O produtor recolhe os recursos, estabelecendo um orçamento antes de chamar a Pesquisa, o roteirista, o diretor, o produtor executivo. (...)&lt;br /&gt;Se faz preciso estabelecer um lugar para reunir essas informações e estabelecer quais são os objetivos. Um exemplo é o filme&lt;i&gt; “Chico Xavier”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao orçamento você sempre trabalha com dinheiro e tempo. É muito comum você ver em filmes de toda ordem que o diretor é também roteirista. Cada um que entra no seu processo, entra com seu quinhão criativo. A assessoria de imprensa, por exemplo, já vai trabalhando desde a pré produção.&lt;br /&gt;Todo trabalho de um filme é um processo criativo. Todo planejamento é um orçamento.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Theo prosseguiu a aula abordando o aspecto da Análise técnica do roteiro, exemplificando com alguns filmes:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;No &lt;i&gt;Titanic&lt;/i&gt;, por exemplo, no &lt;i&gt;Chico Xavier&lt;/i&gt;, como são abordadas as situações de épocas, de estúdio, de recursos especiais? Como é feita uma análise? Daí nasce a necessidade de planejamento, de uma abordagem de pré produção.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o processo se verifica com a chamada reunião de pré produção. Theo exemplificou com um esquema no quatro alguns dos elementos integrantes deste processo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" style="width: 396px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="100"&gt;Produtor de Logística&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="88"&gt;Produtor de transportes&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="94"&gt;Pesquisa de maquiagem&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="112"&gt;Produtor de Cast&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="100"&gt;Produtor de Alimentação&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="88"&gt;Produtor de Aúdio&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="94"&gt;Preparador de Elencos&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="112"&gt;Necessidade de cenários&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="100"&gt;Pesquisa de Locação&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="88"&gt;Produtor de mídias&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="94"&gt;Pesquisa de objetos&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="112"&gt;Maquinaria&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="100"&gt;Pesquisa de Figurino&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="88"&gt;Produtor de Arte&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="97"&gt;Luz&lt;/td&gt;        &lt;td valign="top" width="112"&gt;Pesquisa de Casting&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Sobre o referido esquena, Theo comentou:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Tudo isso tem que ser pesquisado. Somente à partir desta pesquisa você vai poder fazer um segundo orçamento. No caso de um &lt;i&gt;“weather day” &lt;/i&gt;(dia chuvoso), por exemplo, se chover você pagará mais um tanto…. Tudo tem que existir com uma orientação do diretor. As vezes a afinidade é profissional. Eu posso confiar que determinado trabalho é realmente bom.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sobre a figura do produtor de cast (produtor de elenco), Theo elucidou:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O produtor de cast é uma pessoa meio marrom, meio noar…ele tem que ter um feeling a mais para perceber.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sobre o aspecto da maquinaria, Theo comentou:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Quando falamos em maquinaria, estamos falando em dinheiro e tempo. O uso da &lt;i&gt;steadicam&lt;/i&gt;, por exemplo…Isso tudo tem um custo, antes mesmo de se começar a filmar. Esse planejamento de maquinaria é fundamental.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao aspecto da luz Theo comentou também:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O diretor de fotografia tem que ter uma noção, precisa definir a luz. Pois aí já começa um escopo de um segundo orçamento.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Entremeando as explanações com algumas observações sobre os aspectos da produção, Theo fez alguns adendos:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Um produtor não anda despreparado…carrega consigo sempre objetos como lanternas e luvas. &lt;br /&gt;É preciso ter profissionalismo. Eu vou me tolher criativamente em função da beleza da cena que eu quero.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Continuando, Theo ainda elucidou a figura dos produtor de mídia, que lida com a compra da materialidade como fitas, e lida com os aspectos planejamento, produção, finalização e distribuição.&lt;br /&gt;A figura do produtor de logística, que trata dos aspectos do transporte, da movimentação de materiais, do processamento de pedidos e gerenciamento de informações, foi também elucidada.&lt;br /&gt;Segundo Theo a questão das autorizações e sessões de direito é também tratada pela produção de logística:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O direito autoral é algo tão sério que você tem que ficar feliz quando aparece num comercial…a utilização da imagem no comercial só pode ser feita com autorização e é cobrado o valor proporcional ao número de vezes que uma imagem é mostrada ou um comercial é vinculado.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Theo também comentou sobre a figura do produtor de elenco:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O produtor de elenco é aquele que dá uma aquecida no ator. Em &lt;i&gt;Cidade de Deus&lt;/i&gt;, por exemplo, houve uma preparação de elenco fantástica. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Foi ainda elucidada a figura do diretor executivo:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O diretor executivo tem que ter certas visões. O que pode parecer caro não é…caro é quando uma coisa vale menos e você paga mais. Caro é colocar um eletrecista num quarto 5 estrelas ou o diretor junto com o maquiador. Mais um dia de filmagem também pode ter um custo maior. A insegurança do tempo, por exemplo…Choveu o tempo todo num filme que eu fiz…Mas acreditamos que a espiritualidade conspire para que tudo dê certo.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Theo também emiuçou o conceito da Reunião de Produção:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A reunião de produção é onde as coisas são definidas. Cada um desses aspectos vai ter uma reunião específica. Um bom produtor planeja bem. Você tem direito de errar quantas vezes quiser na pré-produção. Na reunião são definidos o casting, a locação…que cenas serão produzidas? Que horas a cena será rodada? Posso modificar algo? A reunião vai trazer todas essas informações &lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;Numa peça você tem vários vetores que puxam….Um dos vetores é a qualidade, que está por vezes ameaçada pela falta de grana. Outros elementos são &lt;i&gt;o vetor vaidade, o vetor modernidade e o vetor sintonia.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Prosseguindo a aula, Theo trouxe algumas pastas pra o nosso grupo, além de mostrar alguns slides. Ele comenta:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Na &lt;i&gt;Open Filmes&lt;/i&gt;, entregamos uma pasta com a orientação da produção. A capa da pasta traz alguns dados como os nomes da Agência, da Produtora e Produtora de Aúdio.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A primeira pasta mostrada foi de um comercial da ração &lt;i&gt;Whiskas&lt;/i&gt;. A primeira página traz o índice dos conteúdos da pasta, como &lt;i&gt;ficha técnica, roteiro, shooting board, casting, figurino, locação, fundo locação, objetos, comida caseira e cronograma.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Prosseguindo sua explanação, Theo fez mais algumas considerações sobre o processo de produção dos vídeos elucidados:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Faz diferença a maneira de apresentar. Na medida que nos envolvemos com cinema, entendemos que a produção de um filme é algo coletivo. Falando do espiritismo, se esse é o aprendizado, que vivamos ele. Qual a diferença de falar de &lt;i&gt;Whiskas &lt;/i&gt;ou falar de ideal espírita? Nós vamos nos aprimorar neste sentido.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Blo66OPYqxo&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Blo66OPYqxo&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostrando a pasta no slide, Theo elucidou a ajuda que os &lt;i&gt;shooting boards&lt;/i&gt; oferecem na filmagem. O &lt;i&gt;shooting board&lt;/i&gt; traz uma espécie de esboço fotográfico das cenas de filme, e ajuda os criadores a visualizar a estrutura do filme e discutir a sequência dos planos, os ângulos, o ritmo, a lógica do filme, as expressões e atitudes dos personagens.&lt;br /&gt;Theo mostrou o “casting” contido na pasta do comercial Whiskas. Segundo ele, no caso Whiskas existem quatro situações (cenas), tendo como pano de fundo um trabalho semiótico. Para cada sequência há sapatos específicos.&lt;br /&gt;Ainda sobre o comercial &lt;i&gt;Whiskas&lt;/i&gt;, Theo comentou: &lt;i&gt;Foi apresentada a mesma cozinha com vários ângulos diferentes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Foi também elucidado as &lt;i&gt;mock ups&lt;/i&gt; que aparecem no vídeo (maquetes), que segundo Theo, se traduzem numa representação do produto artisticamente feito. Diz Theo: Existem verdadeiros laboratórios de criação de mock ups.&lt;br /&gt;Outros comerciais como o comercial da &lt;i&gt;Directv&lt;/i&gt; e outro feito para o Governo de Minas Gerais, também foram mostrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Theo faz mais algumas elucidações:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O importante é entender a importâncias da produção. As coisas podem ser bem planejadas. O que eu acho importante é isso: Dá pra fazer. Claro que quando se trata de uma filmagem de 30s, o mínimo detalhe é um processo.&lt;br /&gt;Quando falamos em produção executiva, não falamos que é uma pessoa em si, mas uma instituição. Quem define como e onde começar é o produtor junto com o diretor em relação a n variáveis.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Theo também desenhou uma espécie de esquena da hierarquia da produção, que reproduzimos abaixo. O esquena mostra os diversos membros da equipde de produção e seus respectivos assistentes. Clique na figura para visualizá-la ampliada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3ej1FkCI/AAAAAAAAAX4/l8ZuJrnq8CU/s1600-h/1268520335842.jpg"&gt;&lt;img alt="1268520335842" border="0" height="149" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3fFfTadI/AAAAAAAAAX8/hB6PmFRVg2U/1268520335842_thumb.jpg?imgmax=800" style="border-width: 0px; display: inline;" title="1268520335842" width="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o esquema, comentou Theo: &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Essa estrutura que eu estou mostrando mostra que é importante assumir esses papéis. Mesmo amadoristicamente fazer filmes é fazer um trabalho importante. Todo esse processo demanda aprendizado como qualquer profissão. O dia que eu souber o suficiente para imprimir meu estilo aí eu aprenderei. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Theo, pediu um&lt;i&gt; Dever de Casa&lt;/i&gt; para o nosso grupo, tendo como base um “briefing”. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Por enquanto eu quero que a gente faça a decupagem como produtor, se perguntando: Isso vai ser filmado onde? É importante que vocês orcem esse filme. E por fim mostrarei o filme realizado.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Thiago Franklin finalizou a aula deste último Domingo com a exibição do curta &lt;i&gt;“Mudança de rumo&lt;/i&gt;”,com roteiro e direção de Ana Maria Martins.&lt;br /&gt;Alguns extras do filme&lt;i&gt; “Up, altas aventuras&lt;/i&gt;”, que ilustram com entrevistas precisas aspectos da produção de num filme, também foram mostrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/02PaYLEkByw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/02PaYLEkByw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abraços a todos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Até a próxima!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-1624147010735146865?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/1624147010735146865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/1624147010735146865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2010/03/aula-de-producao.html' title='Aula de Produção'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S5w3ZPsqmbI/AAAAAAAAAXY/CRBYpPhwl40/s72-c/DSC01668_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-8729576393490633740</id><published>2010-02-18T13:31:00.001-08:00</published><updated>2010-02-19T08:40:30.247-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rafael Ciccarini'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia do Cinema'/><title type='text'>História do cinema – Aula 4</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Sempre com muito bom humor e carisma, nosso curso contou mais uma vez com a experiência do professor Rafael Ciccarini, na quarta aula de História do Cinema.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xiceHMlI/AAAAAAAAAVA/2m8BM06WAQg/s1600-h/Imagem01242.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 012(4)" border="0" alt="Imagem 012(4)" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xi0PH-LI/AAAAAAAAAVE/3mPYApktVWg/Imagem0124_thumb.jpg?imgmax=800" width="330" height="253" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Rafael iniciou a aula fazendo um resumo dos principais pontos da carreira de Alfred Hitchock.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Hitchcock começou nos anos 20 (...). Ele aprendeu muita coisa trabalhando na Alemanha e trabalhou até o final da década de 60. Ele teve mais de cinquenta anos de carreira.      &lt;br /&gt;Ele praticamente criou o gênero suspense junto com o Fritz Lang. (...) &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Todos são influenciados por ele. Hitchcock se reiventa o tempo todo. É alguém que faz filme para o público, para o telespectador, fazendo um jogo para o telespectador de &lt;i&gt;psquia&lt;/i&gt; complexa, como ser humano complexo, sempre sofisticando algo a mais. (…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O cinema tem um paradoxo fundamental: O Hitchcock é alguém que foi um grande expoente do cinema mundial, ao mesmo tempo que é considerado um artista. O Hitchcock é alguém que fez filme comercial ou artístico? Na verdade, ele é alguém que se tornou um grande artista dentro da estrutura tolhedora hollywoodiana. O Hitchcock tem essa carreira longa, experimentalista, sendo um cineasta respeitável pelo aspecto da montagem.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;     &lt;br /&gt;Em 1948 ele faz Festim Diabólico. Neste filme, ele queria fazer um plano de sequência e um estúdio simulando um apartamento. É o primeiro filme colorido dele. É um filme excepcional. &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VCFP6vDkSUE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VCFP6vDkSUE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;O professor comentou uma curiosidade: &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Quem iria fazer o papel do James Stuart era o Cary Grant.     &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32zip47QgI/AAAAAAAAAV4/Ool855O-9xw/s1600-h/james_stewart_air_force_photo.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32zip47QgI/AAAAAAAAAV4/Ool855O-9xw/s200/james_stewart_air_force_photo.jpg" width="200" height="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;i&gt;O eterno galã James Stuart&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Prosseguindo, Rafael comentou:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Hitchcock teve a chamada fase muda, com o &lt;i&gt;Inquilino Sinistro&lt;/i&gt;. A carreira dele é dividida na fase Inglesa e na fase americana. A maioria dos filmes conhecidos são da fase americana da década de 40 para frente frente. (…), Nos anos 30, ele traz os filmes &lt;i&gt;A dama Oculta&lt;/i&gt;, Os 39 degraus eo o Homem que sabia demais. (…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Hitchcock foi o primeiro a tratar o som como motivo dramático. As coisas mais simples são tensas. A sonoplastia da faca em Psicose&amp;#160; é algo surreal. Ele o Lang são aqueles que mais rapidamente começaram a sofisticar o som. (…) &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Nos anos 40 ele traz Rebecca. O filme traz uma personagem que já não existe mais. A ex mulher do cara morreu e ele nunca se livrou dela. A trama gira em torno de uma jovem mulher a qual nunca é nomeada, e o viúvo que tenta recomeçar sua vida após a morte de sua primeira esposa. (…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O Hitchcock faz um flashback sem cortes. A forma como ele fez foi fantástica. No flashback toma-se a intenção como verdade. A linguagem vai sendo absorvida aos poucos. (…)&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Prosseguindo, Rafael comenta sobre &lt;i&gt;Pavor nos bastidores&lt;/i&gt;, outro filme de Hitchcock. No filme, Jane Wyman interpreta a estudante de teatro Eve Gill, que tenta inocentar um amigo (Richard Todd) acusado injustamente de assassinato se tornando assistente da estrela dos palcos Charlotte Inwood (Marlene Dietrich). Diz o professor:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;Nos anos 50, Hitchcock traz Pavor nos bastidores. Quando as coisas vão acontecendo percebemos que é um flash mentiroso (...). Houveram críticas tais como&lt;i&gt; “esse filme está errado, como pode ser?”&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;Hitchcock tinha um controle raro do corte. Ele filmava já praticamente montando. A maioria filma num plano geral, em vários ângulos. Muitas vezes diretores inseguros filmam toneladas. Hitchcock já filma montando. Ele já tinha um controle muito grandde sobre o que ele queria.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xjTQqUzI/AAAAAAAAAVI/sehiEqBXWCc/s1600-h/hitchcock2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="hitchcock" border="0" alt="hitchcock" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xkDuXunI/AAAAAAAAAVM/Okx1YSddXaY/hitchcock_thumb.jpg?imgmax=800" width="189" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;O genial Alfred Hitchcock&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Prosseguindo, o professor comentou sobre o filme&lt;i&gt; A sombra de uma dúvida&lt;/i&gt;, de 1942 (Shadow of a doubt). No filme, Charlie Oackley é um criminoso que seduz e mata viúvas. Para fugir da polícia, acaba indo visitar sua irmã Emma, que vive com seu marido e sua filha Charlie. Com a convivência, Charlie - a sobrinha - começa a cada dia mais desconfiar de que seu tio não seja realmente a pessoa que diz ser.     &lt;br /&gt;Comenta o professor:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;A Sombra de uma dúvida é o filme que ele mais gosta. O mal e bem mais próximos do que se imagina.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ciccarini também comentou sobre&lt;i&gt; Interlúdio&lt;/i&gt; (Notorious, 1946). O filme traz a história de uma jovem mulher (Ingrid Bergman), que após seu pai alemão ser condenado como espião, passa a se refugiar em bebida e homens. É assim que se aproxima de um agente do governo (Cary Grant), que pergunta se ela concorda em ser uma espiã americana no Rio de Janeiro, onde nazistas amigos do pai dela estão operando. Ela acaba se casando com um espião nazista, mas se apaixona pelo seu contato no governo americano.     &lt;br /&gt;O professor comenta sobre o filme:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Interlúdio&lt;/i&gt; é um suspense com champagne. O garçom, as pessoas bebendo champagne (...). Essa coisa de criar o medo no trivial. A câmera do Hitchock olha com muita ironia para quem ela filma. A câmera importa. Com esse observarar da câmera ele estabelece um olhar crítico para o mundo. &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f1b2c4c4-47b2-4fd9-abae-341390ed60fe" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="93035be6-7fde-4889-ae31-7dc4d6451176"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/bS1K_w4U4Yg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor também comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Truffaut e outros cineastas começam a valorizar Hitchcock. Existe a questão da culpa, do falso culpado. Só ele e o expectador sabem que determinado personagem é inocente. Ainda que o personagem seja objetivamente inocente, ele tem uma culpa cristã por ele merecer aquilo. Essa culpa mais profunda existencial cristão. O voeyerismo, a morte e o desejo. A sensualidade e a morte estão muito presentes em Hitchcock.    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hitchcock filma o assassianto como se fosse o amor, e o amor como se fosse a morte.&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Prosseguindo, Ciccarini traz à tona o inesquecível&lt;i&gt; Janela indiscreta&lt;/i&gt; (Rear Window, 1946). O filme se passa em Greenwich Village, Nova York, L.B. Jeffries (James Stewart), um fotógrafo profissional, está confinado em seu apartamento por ter quebrado a perna enquanto trabalhava. Como não tem muitas opções de lazer, vasculha a vida dos seus vizinhos com um binóculo, quando vê alguns acontecimentos que o fazem suspeitar que um assassinato foi cometido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:0654bf67-52d2-4e0d-bb51-9f3b8036139c" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="88631a7e-40bd-447f-a8d2-011efce7c5dc"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/-B6rfV_wH4U&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sobre o filme Rafael comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;i&gt;Janela indiscreta&lt;/i&gt; é uma metáfora existencial do cinema como ato de voyerismo. Essa coisa do desejo da morte, do perigo. O Hitchock brinca com uma série de coisas. Ela (Grace Kelly) fica forçando. O Hitchock sem nenhum diálogo mostra onde a personagem está.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Outro clássico de Hitchcock foi comentando em seguida: Psicose (Psycho, 1960). A sinopse do filme gira se inicia com a secretária Marion Crane. Cansada da vida que leva, ela rouba US$ 40 mil que deveria guardar para o chefe e foge para a Califórnia, onde encontrará o namorado. No caminho, hospeda-se num motel, onde é atendida por Norman Bates, o estranho dono do estabelecimento que parece ser dominado pela mãe.     &lt;br /&gt;Ciccarini comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Hitchcock mostra o personagem, o conflito, traz a questão do protagonista morrer (...)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;1/3 do filme traz a personagem de Marian Crane, que é assassinada. O filme muda de protagonista. Norman Bates parece. O início oferece toda a indicação que o filme vai ser sobre adultério, mas depois tudo se modifica. A polícia em Hitchock é sempre muito apavorante.      &lt;br /&gt;O Psicose foi um filme barato, em preto e branco. Ele achou que o filme iria ficar muito pesado se fosse feito em cortes. Quem corta é montagem, oa gudo de violino, na trilha sonora de Bernard Hermman. Ele mostra a verdade não verdade. O real da tela, não real do mundo.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:fdf6fada-57e2-4e87-9f73-20409de32837" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="4854c7d2-9dc5-473a-b378-8b57676e52db"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/NG3-GlvKPcg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Prosseguindo, o professor comentou sobre &lt;i&gt;A dama oculta&lt;/i&gt; (The lady vanishes, 1938).&amp;#160; No filme, Em um pequeno recanto da Europa os passageiros de um trem ficam retidos em virtude de uma nevasca e são obrigados a pernoitar em uma pequena estalagem. Lá uma rica jovem conhece uma velha governanta e ambas combinam de se encontrarem no dia seguinte no trem. Entretanto, logo após o início da viagem a governanta desaparece e ninguém, por motivos diversos, afirma ter visto a pessoa desaparecida. Ela persiste em suas investigações e acaba convencendo um musicólogo, com quem ela tinha se desentendido na véspera.     &lt;br /&gt;Sobre o filme, Ciccarini elucida:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;No filme, alguém que está sendo perseguido senta de frente para otura pessoa…Essa minúcia do comportamento humano é mostrada brilhantemente pelo Hitchcock.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xkoo-akI/AAAAAAAAAVQ/42CaWwbZeFU/s1600-h/Imagem0192.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Imagem 019" border="0" alt="Imagem 019" align="right" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xlBuFFZI/AAAAAAAAAVU/m8VTBjR0q8s/Imagem019_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Ciccarini ainda comentou sobre &lt;i&gt;Um corpo que cai&lt;/i&gt; (Vertigo, 1958).&amp;#160; O filme se passa em São Francisco, onde um detetive aposentado (James Stewart) que sofre de um terrível medo de alturas encarregado de vigiar uma mulher (Kim Novak) com possíveis tendências suicidas, até que algo estranho acontece nesta missão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f7f9f13a-3524-4a61-a2eb-2a9d6da25f99" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="da85b54b-bf6f-4c6a-becf-a8a482c48b74"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/9p8SpTfVKpc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ciccarini comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Um corpo que cai é um dos filmes mais pesados de Hitchcock, a questão das inversões da personagem é genial.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ciccarini, ainda elucidando Hitchcock, fez uma abordagem sobre &lt;i&gt;Os Pássaros&lt;/i&gt; (The Birds, 1963). No filme, a pacata cidade de Bodega Bay, na Califórnia, vive momentos de terror quando milhares de pássaros se instalam na localidade e começam a atacar as pessoas.     &lt;br /&gt;Rafael comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;A todo momento nos perguntamos o por quê da questão dos pássaros no filme…o diretor consegue montar um clima dos mais intrigantes, pouco visto antes na história do cinema.&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:72a08157-0efc-4ac3-9d90-9d9d54b1a245" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="c61ee2de-18b3-4a7d-80ab-500e21ed9527"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/R2Im8Lu5pP0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E finalizando abordagem sobre Hitchcock, o professor elucidou &lt;i&gt;Frenesi&lt;/i&gt; (1972). No filme, mulheres são atacadas sexualmente por um serial killer, em Londres, enquanto o principal suspeito tenta, a todo custo, provar sua inocência. O professor comenta que este tenha sido talvez o grande último filme de Hitchcock.     &lt;br /&gt;Ciccarini ainda elucidou sobre o fato de Hitchcock fazer “aparições supresa” por assim dizer, em vários de seus filmes.     &lt;br /&gt;Comenta o professor:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Ele entrava de figuramente. E começou a aparecer em vários filmes…as pessoas começavam a ir ao cinema para tentar encontrá-lo…&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;A aula prosseguiu elucidando a figura de Stanley Kubrick. Ciccarini comentou que ele está fazendo um doutorado que elucida a carreira de Kubrick. O professor ainda elucidou:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;O Kubrick é um dos diretores americanos mais sistemáticos, obsessivos e perfeccionistas. É um daqueles diretores controladores que gostam de filmar em estúdio. Kubrick começa a carreira como fotógrafo e fazendo curtas. Seu primeiro curta foi intitulado &lt;i&gt;“Fear and desire.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Kubrick é um diretor que fez alguns dos filmes mais celebrados de todos os tempos.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S3261AT5h_I/AAAAAAAAAWQ/nhukFnP8oZk/s1600-h/tn2_stanley_kubrick_1.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S3261AT5h_I/AAAAAAAAAWQ/nhukFnP8oZk/s320/tn2_stanley_kubrick_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Stanley Kubrick &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor prosseguiu a aula comentando sobre o filme &lt;i&gt;Glória feita de sangue&lt;/i&gt; (Paths of Glory, 1957). O filme se passa em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial. Um general francês, ordena um ataque suicida e como nem todos os seus soldados puderam se lançar ao ataque ele exige que sua artilharia ataque as próprias trincheiras.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Sobre o filme, Rafael ainda elucida:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Glória feita de sangue, com Kirk Douglas é talvez o último filme humanista do Kubrick. A razão humana derrotando a si próprio. O homem é capaz ddas coisas mais humanas e artrozes.Por isso que a guerra é tão decorrente em seus filmes. A bomba atômica em seu filme de 1964, doutor fantástico, é um exemplo disso.&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O professor prosseguiu comentando a carreira de Kubrick e o clássico 2001, uma Odisséia no Espaço (A space Odissey, 1968):&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;O computador toma consciência e desafia o homem. Há uma série de leituras para os filmes do Kubrick. Em relação à elipse do Osso…o macaco pega o osso (simbólo da ferramenta). Ali ele começa a se tornar homem. O homem é um animal com mãos. O monolito pode ser Deus, uma outra civilização. Sempre que aparece o monolito há um mudança no filme. O computador Hal é o personagem mais forte do filme. A terceira parte do filme traz a última batalha do homem para ser superado…o filme vai se complicando e tem várias leituras. O Kubrick fez esse filme em 70 mm.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Kubrick é um cineasta das perguntas e não das respostas. É um cinema destituído de sentimentos. Ele virou uma figura reclusa. Kubrick filma 80 vezes a mesma cena…era perfeccionista. Trabalhar com ele era uma loucura.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:d523cc56-7293-4213-a4db-9fc59325c2dd" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="41f2862b-3231-4f62-b8db-8ebfd6d446a3"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/cWnmCu3U09w&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Rafael fez menção a outros filmes de Kubrick, como Lolita (1962), Doutor Fantástico (Dr. Strangelove, 1964),Laranja Mecânica (A Clockwork Orange), O iluminado (The shinning, 1980), Nascido para matar (Full Metal Jacket, 1987) e De olhos bem fechados (Eyes Wide Shut, 1999) e Barry Lydon, 1975. Em relação aoúltimo filme, o professor acrescentou: Barry Lyndon é um épico maravilhoso visualmente. As cenas de luz de velas são extremamente bonitas.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ciccarini prosseguiu a aula fazendo um resumo sobre alguns cineastas marcantes do cinema japonês. Primeiramente ele comentou sobre Yasujiro Ozu:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Ozu é o cineasta da rotina, do tempo porto. Nada acontece, quase não há ação de buscar a rotina do Cotiano. Alguns filmes marcantes de Ozur são Bom dia, Pais e filhos e Contos de Tókyo.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;O professor também acomentou sobre Kenji Mizoguchi:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Não existe outra forma de fazer. A câmera de Mizoguchi sintetiza o movimento das galáxias. Seus filmes tem uma estética remanescente da arte japonesa. Eu o considero um diretor perfeito.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32_jgF8KsI/AAAAAAAAAXA/2rl7LIIedPI/s1600-h/Kenji+Mizoguchi.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32_jgF8KsI/AAAAAAAAAXA/2rl7LIIedPI/s200/Kenji+Mizoguchi.jpg" width="148" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Kenji Mizoguchi&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Ciccarini também comentou sobre Akira Kurosawa, um dos maiores cineastas japoneses da história:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Kurosawa traz a idéia da dualidade. Ele consegue ser essencialmente japonês e produz um diálogo com a cultura ocidental. Um dos seus filmes mais celebrados, os 7 Samurais foi refilmado no cinema americano, como Sete homens e um destino. Ele fez também algumas releituras de Shakespeare como Ran (1985), filme basead no Rei Lear.      &lt;br /&gt;Outros de seus filmes excelentes são “sonhos” (1990) e Fortaleza escondida, filme que inspiraria George Lucas a produzir Star Wars.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32_3ylXEDI/AAAAAAAAAXI/AYTqu1dJujQ/s1600-h/KurosawaAtWork.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32_3ylXEDI/AAAAAAAAAXI/AYTqu1dJujQ/s200/KurosawaAtWork.jpg" width="200" height="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Akira Kurosawa&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O professor prosseguiu comentando sobre a Novelle Vague.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;A Novelle Vague foi o último grande movimento da história do cinema. É o ponto de partida para um série de jovens amigos cinéfilos discutirem cinema. Essa geração foi formada inspirada em Langlois, criador da cinemateca francesa.      &lt;br /&gt;André Basan foi o grande mestre desta geração. Foi uma espécie de pai para essa geração. Talvez um dos ícones mais importantes para aquela geração.       &lt;br /&gt;Basan foi diretor da revista cinemá e convida então aqueles jovens cinéfilos para serem críticos da revista. As idéias da nouvelle vague começam então a surgir neste contexto.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S320pytkw1I/AAAAAAAAAWA/kI2N1d7t_E4/s1600-h/Imagem+013%285%29.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S320pytkw1I/AAAAAAAAAWA/kI2N1d7t_E4/s320/Imagem+013%285%29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo Ciccarni, a Novelle Vague tinha como uma de suas bases a questão da política dos autores. Por política dos autores se entende uma noção de cinema pessoal, que enfatiza as impressões subjetivas em detrimento de representações objetivas, apoiando os chamados autores como verdadeiros responsáveis de um filme. Autores apresentam uma visão de mundo que, no resultado final de um filme, se impõe ao trabalho dos demais membros da equipe de produção, como escritores, roteiristas, designers, atores, editores ou produtores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;A política dos autores e complexa. Idéia é uma radicalização da autoria. O Hitchcock se torna um dos primeiros paradigmas da política dos autores. O que importa na autoria é mais a misancene do que os espaços. Howard Hawks, John Ford…a forma de olhar é deles. A crítica francesa eleva portanto esses cineastas ao alto….Isso mudou o paradigma critíco do cinema. &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Rafael ainda comentou que essa leitura autorista influenciaria cineastas como o próprio Michael Mann, que em filmes como Fogo contra fogo, Miami Vice e Colateral, mostra um olhar desencantado para o mundo. Os personagens são vazios, solitários. Ele mostra o homem urbano solitário contemporâneo. É alguém que filma essas impossibilidades de plenitude. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Prosseguindo a questão da Nouvelle Vague, o professor ainda comentou:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Eles sempre continuarm críticos. Na Nouvelle Vague o filme é também autoreflexivo. Godard possuiu o tempo todo essa autoreflexividade. A Nouvelle Vague era um movimento que não tinha normas rígidas. O espírito na Nouvelle Vague era filmes livres mais soltos.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O professor mostrou o vídeo de uma das mais memoráveis cenas de &lt;i&gt;“O acossado”&lt;/i&gt;, de Jean Luc Godard, um dos mais aclamados filmes da Nouvelle Vague. Os personagens caminham por uma surreal Champ Eliseé de meados dos anos 50.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f17dca72-2fff-4c00-85d1-057b8dbad60a" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="448bd344-e0f2-4876-8a99-5487d306bf4a"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/dVJ4WZsg2SM&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ciccarni comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;59 é o ano do primeiro filme de quase todos os cineastas da Nouvelle Vague. A Nouvelle vague, junto com o neorealismo Italiano, foi um movimento que influenciou todo o mundo. (…) A Nouvelle Vague, é o único movimento cinematográfico que influenciou algo para além do cinema.&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Neste momento, o professor relembrou algumas influências da Nouvelle Vague na cultura brasileira. Segundo ele, o Clube da Esquina, movimento musical das Minas Gerais, tem uma nítida influência francesa. O professor relembrou também o personagem de Pedro Cardoso na minissérie Anos Rebeldes, da Tv Globo,&amp;#160; que era fã de Jean-Luc Godard. &lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S328aOEAnOI/AAAAAAAAAWg/brk_fLwR1UI/s1600-h/jean-luc-godard.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S328aOEAnOI/AAAAAAAAAWg/brk_fLwR1UI/s200/jean-luc-godard.jpg" width="146" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Jean-Luc Godard&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;A montagem de Godard em &lt;i&gt;O Acossado &lt;/i&gt;é extremamente inovadora. É um filme que tem influência do Noar americano, mas ao mesmo tempo é uma tentativa de ir adiante e brincar com as regrinhas de montagem. Acossado foi o primeiro filme a apresentar uma técnica chamada de “jump cut”, em que os cortes quebram a sensação de continuidade e surgem nos momentos mais inesperados. No filme o Belmondo está totalmente Bogart…O filme tem o Glamour do cinema &lt;i&gt;Noar americano&lt;/i&gt;, mas você não sabe exatamente algo sobre o personagem. Na cena da Champ eliseé vemos a câmera andando atrás dos personagens. Essa cena ficou imortalizada…Diálogos triviais, câmera na mão. A da personagem com a inscrição &lt;i&gt;“New York Herad Tribune”&lt;/i&gt; virou um símbolo para cinéfilos até os dias de hoje.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S3280ZUNZrI/AAAAAAAAAWo/hnw89P3nXEo/s1600-h/remoteImage-16.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S3280ZUNZrI/AAAAAAAAAWo/hnw89P3nXEo/s320/remoteImage-16.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor ainda citou os principais filmes dos cineastas da Nouvelle Vague:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Godard:&lt;/strong&gt; O Pequeno Soldado, A chinesa, O deprezo, O demônio das 11 horas, Viver a vida, Alphaville.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Truffaut:&lt;/strong&gt; Os incompreendidos, Beijos roubados, Domicílio conjugal e Noite americana.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Shabrow:&lt;/strong&gt; Os primos, a feia de chocolate, Comédia do poder e Garota dividida em dois.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rohmer:&lt;/strong&gt; O Signo do Leão, Amor à tarde, O Joelho de Clair.       &lt;br /&gt;Jacques Rivette: Paris nos pertence, A bela intrigante.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Prosseguindo, o professor comentou a era Pós Nouvelle Vague, com o surgimento dos chamados cinemas novos pelo mundo:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;A Nouvelle Vague foi precussora de vários movimentos. Na Itália, surge Pier Paolo Pasolini, um multiartista provocador e homossexual. Alguns dos seus filmes marcantes foram Accatone, Mamma Roma e O Evangelho segundo São Mateus. Teorema de 1968, foi proibido no Brasil. É um filme forte do ponto de vista estético.&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor também comenta a figura de Bernardo Bertolucci cinema Italiano:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Em 1964 Bertolucci traz à tona o filme &lt;i&gt;“Antes da revolução”&lt;/i&gt;, onde ele lida com as questões da política, do erotismo e da busca do belo. O Bertolucci conseguia trazer uma mensagem bonita através das coisas triviais. O último tango em Paris foi um dos seus filmes marcantes.      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S329Se80eJI/AAAAAAAAAWw/y18vsVdKGVM/s1600-h/Bernardo_Bertolucci-r409189.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S329Se80eJI/AAAAAAAAAWw/y18vsVdKGVM/s320/Bernardo_Bertolucci-r409189.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Bernardo Bertolucci&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Ciccarini também fenção menção à figura de Werner Herzogg dentro do contexto do cinema alemão pós Nouvelle Vague:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Um dos temas recorrentes na visão de Herzogg é a loucura. Em o Homem urso, a relação do homem com a natureza é marcada pelo conflito. O cinema dele lida muito com isso…com a tentativa do homem de dominar a natureza. Na verdade, ele é um filme sobre a loucura humana. No filme Meu inimigo íntimo ele traz a questão da Kon Klux Kan. Um outro filme que marcou sua trajetória é &lt;i&gt;O Enigma de Kasper Hausem.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;Prosseguindo, o professor ainda citou alguns trabalhos do também Alemão Win Wenders: Paris-texas, No decurso do tempo, Asas do desejo (que segundo o professor seria a trama que deu origem ao filme Cidade dos anjos), Tão longe tão perto e O hotel de um milhão de dólares.       &lt;br /&gt;Rafael também citou alguns trabalhos de Rainer Fassbinder, outro cineasta alemão: O crescimento de Maria Brown, O desespero de Veronika Voss, Martha e Lola.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32-tQ0ssNI/AAAAAAAAAW4/7-tIBX63nUE/s1600-h/imgWerner+Herzog2.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S32-tQ0ssNI/AAAAAAAAAW4/7-tIBX63nUE/s200/imgWerner+Herzog2.jpg" width="200" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Werner Herzogg&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O professor também citou o cinema Polônes na figura de Andrzej Waja,o chamado cinesta do Holocausto, que produziu filmes como “Cinzas e Diamantes.”    &lt;br /&gt;Roman Polansky, o nome mais conhecido do cinema polônes, também foi citado. Como curiosidade Rafael disse que Ponlansky foi condenado por estrupo e extraditado dos USA. Além disso, sua mulher fora assassinada pelo grupo de Charles Manson. &lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S327yxpdWiI/AAAAAAAAAWY/yYr3Epvmj9U/s1600-h/roman_polanski.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S327yxpdWiI/AAAAAAAAAWY/yYr3Epvmj9U/s200/roman_polanski.jpg" width="200" height="168" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Roman Polansky&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Alguns filmes que marcaram a carreira de Polansky foram &lt;i&gt;O Bebê de Rosimery, O Inquilino, Repulsa&lt;/i&gt;. Seus filmes da era &lt;b&gt;neo noar&lt;/b&gt; foram &lt;i&gt;Chinatown, Lua de Fel, O Pianista, O último Porta e Oliver Twist.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:bc8b9c65-e0dc-41aa-944e-c8409302f2ed" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="da4d2494-45dd-44bb-b2d9-9aa189321015"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/itR0-I9idXk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Finalizando a aula na questão do cinema pelo mundo, Rafael citou a figura de John Cassavezes, que é considerado como sendo o pai do cienam independente norte americano.    &lt;br /&gt;Comenta Rafael:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Shadows, de 1959 é um filme muito improvisado. É um jazz movie que virou uma referência para os jovens mais lidos…A sua obra é uma influência do Scorsese, Copolla…a câmera presente no corpo. Corpo incômodo, como desejo, interdição.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nossa aula foi finalizada com um estudo do excelente Afonso Chagas Corrêa, que iniciou sua fala com a leitura de uma mensagem do livro Vinha de Luz, de Emmanuel.&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S322C7J8UyI/AAAAAAAAAWI/umvIAd-2lXQ/s1600-h/Imagem+021.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/S322C7J8UyI/AAAAAAAAAWI/umvIAd-2lXQ/s320/Imagem+021.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;h5 align="center"&gt;O teu dom&lt;/h5&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Não desprezes o dom que há em ti&amp;quot;. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;i&gt;Paulo (I TIMÓTEO, 4:14.)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Em todos os setores de reorganização da fé cristã, nos quadros do Espiritismo contemporâneo, há sempre companheiros dominados por nocivas inquietações. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;O problema da mediunidade, principalmente, é dos mais ventilados, esquecendo-se, não raro, o impositivo essencial do serviço. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Aquisições psíquicas não constituem realizações mecânicas. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;É indispensável aplicar nobremente as bênçãos já recebidas, a fim de que &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;possamos solicitar concessões novas. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Em toda parte, há insopitável ansiedade por recolher dons do Céu, sem nenhuma disposição sincera de espalhá-los, a benefício de todos, em nome do Divino Doador. Entretanto, o campo de lutas e experiências terrestres é a obra extensa do Cristo, dentro da qual a cada trabalhador se impõe certa particularidade de serviço. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Diariamente, haverá mais farta distribuição de luz espiritual em favor de quantos se utilizam da luz que já lhes foi concedida, no engrandecimento e na paz da comunidade. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Não é razoável, porém, conferir instrumentos novos a mãos ociosas, que entregam enxadas à ferrugem. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Recorda, pois, meu amigo, que podes ser o intermediário do Mestre, em qualquer parte. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Basta que compreendas a obrigação fundamental, no trabalho do bem, e atendas à Vontade do Senhor, agindo, incessantemente, na concretização dos Celestes Desígnios. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Não te aflijas, portanto, se ainda não recebeste a credencial para o intercâmbio direto com o plano invisível, sob o ponto de vista fenomênico. Se suspiras pela comunicação franca com os espíritos desencarnados, lembra-te de que também és um espírito imortal, temporariamente na Terra, com o dever de aplicar o sublime dom de servir que há em ti mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;i&gt;XAVIER, F. C.&amp;#160; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Vinha de Luz. Pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB. Cópia integral do capítulo 127.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;strong&gt;Obs: Em Breve colocaremos no ar o video do estudo feito pelo Afonso.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;Terminamos por aqui, abraços a todos e até a próxima!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-8729576393490633740?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8729576393490633740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8729576393490633740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2010/02/quarta-aula-historia-do-cinema.html' title='História do cinema – Aula 4'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S32xi0PH-LI/AAAAAAAAAVE/3mPYApktVWg/s72-c/Imagem0124_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-6560658980254066662</id><published>2010-02-16T04:47:00.001-08:00</published><updated>2010-02-18T12:47:01.917-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Thiago Franklin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exibição de Curtas'/><title type='text'>Aula - 30/01/2010</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Por: Juliana Luiza&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fotos: Janaína Macieira&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vídeos: Thiago Franklin&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O mês de Janeiro terminou sob um calor fortíssimo. O ânimo e o entusiasmo dos membros do nosso curso seguiu o seu compasso com determinação. Apesar do calor exarcerbado, do período de férias, o ânimo de nosso grupo seguiu à todo vapor.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qTxGTA2uI/AAAAAAAAAUA/A9facFrjsNE/s1600-h/Imagem%20005%285%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Imagem 005(5)" border="0" alt="Imagem 005(5)" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qTxop-UvI/AAAAAAAAAUE/mPdqXWtUNBs/Imagem%20005%285%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="342" height="262" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Na aula do dia 30, Thiago Franklin trouxe-nos uma sessão de Curtas produzidos na &lt;a href="http://www.escolalivredecinema.com.br" target="_blank"&gt;Escola Livre de Cinema&lt;/a&gt; de Belo Horizonte.     &lt;br /&gt;A aula iniciou-se com a leitura de uma mensagem.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ALCOÓLATRA&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Joaquim Dias&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Reunião da noite de 12 de janeiro de 1956.      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Emocionadamente, o nosso grupo recebeu a visita de Joaquim Dias, pobre espírito sofredor que nos trouxe o doloroso relato ,de sua experiência, da qual recolhemos amplo material para estudo e meditação.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Alcoólatra!&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Que outra palavra existirá na Terra, encerrando consigo tantas potencialidades para o crime? &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;O alcoólatra não é somente o destruidor de si mesmo. É o perigoso instrumento das trevas, ponte viva para as forças arrasadoras da lama abismal.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;O incêndio que provoca desolação aparece numa chispa.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;O alcoolismo que carreia a miséria nasce num copinho.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;De chispa em chispa, transforma-se .0 incêndio em chamas devoradoras.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;De copinho a copinho, o vício alcança a delinqüência.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hoje, farrapo de alma que foi homem, reconheço que, ontem, a minha tragédia começou assim...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um aperitivo inocente...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma hora de recreio. . .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma noite festiva...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Era eu um homem feliz e trabalhador, vivendo em companhia de meus pais, de minha esposa e um filhinho.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma ocasião, porém, surgiu em que tive a infelicidade de sorver alguns goles do veneno terrível; disfarçado em bebida elegante, tentando afugentar pequeninos problemas da vida e, desde então, converti-me em zona pestilencial para os abutres da crueldade. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Velhos inimigos desencarnados de nossa equipe familiar fizeram de mim seu intérprete.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A breve tempo, abandonei o trabalho, fugi à higiene e apodreci meu caráter, trocando o lar venturoso pela taverna infeliz. .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bebendo por mim e por todas as entidades viciosas que nos hostilizavam a casa, falsifiquei documentos, matando meu pai com medicação indevida, depois de arrojá-lo à extrema ruína. .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mais tarde, tornando-me bestial e inconsciente, espanquei minha mãe, impondo-lhe a enfermidade que a transportou para a sepultura. .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Depois de algum tempo, constrangi minha esposa ao meretrício, para extorquir-lhe dinheiro, assassinan- do-a numa noite de horror e fazendo crer que a infeliz se envenenara usando as próprias mãos e, de meu filho, fiz um jovem salteador e beberrão, muito cedo eliminado pela polícia. . .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Réprobo social, colhia tão-somente as aversões que eu plantava. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Muitas vezes, em relâmpagos de lucidez, admoestava-me a consciência:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;- Ainda é tempo! Recomeça! Recomeça! &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;Entretanto, fizera-me um homem vencido e cercado pelas sombras daqueles que, quanto eu, se haviam consagrado no corpo físico à criminalidade e à viciação, e essas sombras rodeavam-me apressadas, gritando-me, irresistíveis:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;- Bebe e esquece! Bebe, Joaquim! &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;E eu me embriagava, sequioso de olvidar a mim mesmo, até que o delírio agudo me sitiou num catre de amargura e indigência. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A febre, a enfermidade e a loucura consumiram-me a carne, mas não percebi a visitação da morte, porque fui atraído, de roldão, para a turba de delinqüentes a que antes me afeiçoara. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sofri-lhes a pressão, assimilei-lhes os desvarios e, com eles, procurei novamente embebedar-me. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A taverna era o meu mundo, com a demência irresponsável por meu modo de ser...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ai de mim, contudo! Chegou o instante em que não mais pude engodar minha sede!...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A insatisfação arrasava-me por dentro, sem que meus lábios conseguissem tocar, de leve, numa gota do liquido tentador.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Deplorando a inexplicável inibição que me agravava os padecimentos, afastei-me dos companheiros para ocultar a desdita de que me via objeto. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Caminhei sem destino, angustiado e semi-louco, até que me vi prostrado num leito espinhoso de terra seca. . .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sede implacável dominava-me totalmente. . .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Clamei por socorro em vão, invejando os vermes do subsolo.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Palavra alguma conseguiria relatar a aflição com que implorei do Céu uma gota d’água que sustasse a alucinação de minhas células gustativas...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Meu suplicio ultrapassava toda humana expressão. ..&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não passava de uma fogueira circunscrita a mim mesmo.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Começaram, então, para mim, as miragens expiatórias.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Via-me em noite fresca e tranqüila, procurando o orvalho que caía do céu para dessedentar-me, enfim, mas, buscando as bagas do celeste elixir, elas não eram, aos meus olhos, senão lágrimas de minha mãe, cuja voz me atingia, pranteando em desconsolo:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;- Não me batas, meu filho! Não me batas, meu filho! . . . &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;Devolvido à flagelação, via-me sob a chuva renovadora, mas, tentando sorver-lhe o jorro, nele reconhecia o pranto de meu pai, cujas palavras derradeiras me impunham desalento e vergonha:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;- Filho meu, por que me arruinaste assim? Arrojava-me ao chão, mergulhando meu ser na corrente poluída que o temporal engrossava sempre, na esperança de aliviar a sede terrível, mas, na própria lama do enxurro, encontrava somente as lágrimas de minha esposa, de mistura com, recriminações dolorosas, fustigando-me a consciência:       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Por que me atiraste ao lodo? e por que me mataste, bandido?&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;- De novo regressava ao deserto que me acolhia, para logo após      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;me entregar à visão de fontes cristalinas...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;- Enlouquecido de sede, colava a boca ao manancial, que se convertia em taça de fel candente, da qual transbordavam as lágrimas de meu filho, a bradar-me, em desespero:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;- Meu pai, meu pai, que fizeste de mim?&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;Em toda parte, não surpreendia senão lágrimas... Arrastei-me pelos medonhos caminhos de minha peregrinação dolorosa, como um Espírito amaldiçoado que o vício metamorfoseara em peçonhento réptil...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Suspirava por água que me aliviasse o tormento, mas só encontrava pranto...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pranto de meu pai, de minha mãe, de minha esposa e de meu filho a perseguir-me implacável...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Alma acicatada por remorsos intraduzíveis, amarguei provações espantosas, até que mãos fraternas me trouxeram à bênção da oração...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Piedosos enfermeiros da Vida Espiritual e mensageiros da Bondade Divina, pelos talentos da prece, aplacaram-me a sede, ofertando-me água pura...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Atenuou-se-me o estranho martírio, embora a consciência me acuse...&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ainda assim, amparado por aqueles que vos inspiram, ofereço-vos o triste exemplo de meu caso particular par escarmento daqueles que começam de copinho a copinho, no aperitivo inocente, na hora de recreio ou na noite festiva, descendo desprevenidos para o desequilíbrio e para a morte. . .&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;E, em vos falando, com o meu sofrimento transformado em palavras, rogo-vos a esmola dos pensamentos amigos para que eu regresse a mim mesmo, na escabrosa jornada da própria restauração.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;i&gt;Psicografia de Francisco Cândido Xavier.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu com a exibição de alguns curtas produzidos pela Escola.&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qTyNAatDI/AAAAAAAAAUI/-rB9sn2ZUfg/s1600-h/Imagem%20001%284%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Imagem 001(4)" border="0" alt="Imagem 001(4)" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qTyqFE_6I/AAAAAAAAAUM/4Kg06QwYu-E/Imagem%20001%284%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="330" height="253" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O primeiro filme exibido foi &lt;i&gt;Os Peixes não falam&lt;/i&gt; (2005), que tem roteiro e direção de Gleiber Batista. No filme, uma desilusão amorosa leva um homem ao limite de sua existência, provocando um confronto com forças sobrenaturais.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Thiago comenta sobre o filme:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Esse filme foi rodado em película…em 16 mm. Com a câmera da escola, todo o aúdio teve que ser dublado, na pós produção pois a câmera da escola não é Blimpada.&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;O curta seguinte, já havia sido exibido anteriormente em nossa aula e valeu a pena ser visto novamente. Uma mulher desperta em ambiente estranho e, junto a um ciclista, vê-se aprisionada a uma perturbadora realidade. O filme tem roteiro e direção de Gabriel Martins Alves.   &lt;br /&gt;Thiago chamou a atenção para o recurso da animação utilizado na cena do atropelamento:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;O recurso da animação é usado como alternativa em cenas que não são possíveis filmar… (principalmente quando não existe recursos). Existem várias maneiras de você fazer uma cena de atropelamento.&lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Abaixo a exibição dos filmes citados, os quais tem a produção executiva de Cláudio Costa Val.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Obs: Os dois filmes estão no mesmo video abaixo:&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;object height="300" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9335216&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9335216&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O próximo filme exibido foi &lt;i&gt;Xeque-Mate&lt;/i&gt; (2005), de apenas 2 minutos de duração. O filme mostra dois homens, um ambiente sombrio, um jogo de xadrez e nada de som...     &lt;br /&gt;Um dos atores do filme e o próprio Claúdio Costa Val, professor de nossa turma. O roteiro e a direção são de Pedro Di Lorenzo.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qTzy__57I/AAAAAAAAAUY/Lg_GM-TU6WQ/s1600-h/ft009-f4%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="ft009-f4" border="0" alt="ft009-f4" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT0WadMaI/AAAAAAAAAUc/Ep1iMg-72Qo/ft009-f4_thumb.jpg?imgmax=800" width="144" height="97" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;i&gt;Xeque Mate&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A mulher que sabia demais&lt;/i&gt; (2005), em seu prosseguimento à exibição dos filmes. O filme, foi inspirado levemente no conto de Wood Allen. Uma investigação leva um detetive a questionar seus sentimentos ao descobrir uma mulher exuberante e uma atividade proibida por lei.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT09xQaJI/AAAAAAAAAUg/6l_hb85DCOM/s1600-h/ft009-f5%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="ft009-f5" border="0" alt="ft009-f5" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT1M8YLMI/AAAAAAAAAUk/dKgBeKTOtfc/ft009-f5_thumb.jpg?imgmax=800" width="144" height="97" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A Mulher que sabia demais&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O próximo filme exibido foi um curta de animação chamado &lt;i&gt;VÔO&lt;/i&gt; (2006). O filme traz a história de um menino da cidade grande, que tem sua visão de mundo transformada ao ver o &lt;b&gt;vôo&lt;/b&gt; de um pássaro. Essa animação em cor tem a duração de apenas 1 minuto. As animações do referido filme foram produzidas por Felie Fraga Costa Val, Luiz Felipe Maciel Pedro Fraga Costa Val. A direção é de Daniel Franchini.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT1oYI2gI/AAAAAAAAAUo/q87NUMI1j5s/s1600-h/voo%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="voo" border="0" alt="voo" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT2ZyJ5VI/AAAAAAAAAUs/MM9YX75ntXs/voo_thumb.jpg?imgmax=800" width="234" height="157" /&gt;&lt;/a&gt; Vôo     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O próximo curta exibido foi &lt;i&gt;Compasso de Espera&lt;/i&gt;. Baseado num suposta obra de nome &lt;i&gt;Ensaios inacabados de uma mente doente &lt;/i&gt;(fictícia ou não?), o filme tenta trazer à tona o ambiente da confusão mental de um homem, que transforma o ambiente à sua volta em uma espécie de confusão surrealista. O roteiro é de Adrianan Fattini.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object height="300" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9332139&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9332139&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Prosseguindo a aula, foi exibido o curta &lt;i&gt;Eu, meu olho e o que me olha &lt;/i&gt;(2007), com roteiro e direção de Juliana Paraguassu.     &lt;br /&gt;O filme traz um pequeno fragmento de uma tarde de 2010. O circuito interno de vigilância de um prédio revela, conflitos da vida de seus moradores.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object height="300" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9339859&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9339859&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O filme seguinte já comentado em nosso blog e exibido em nossa aula foi &lt;i&gt;O Primeiro Passo,&lt;/i&gt; dirigido pro Cláudio Costa Val.     &lt;br /&gt;Em &lt;i&gt;O Primeiro passo,&lt;/i&gt; a personagem sofre em delírios, dentro de um cenário que relembra episódios de sua vida. Uma suposta relação incestuosa entre ela e seu pai define todo a pertubação interior da personagem. Objetos e imagens que remetem ao passado da personagem, um telefone que toca incessantemente e a vozes que lhe chamam todo o tempo, oferecem um tom pertubador ao filme.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object height="300" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9337833&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9337833&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O último curta exibido em nossa aula “&lt;i&gt;Se Steve Wonder fosse Deus”&lt;/i&gt;. O filme conta a história de um rapaz atormentado que conta ao terapeuta sua experiência com moça que conheçeu pela internet.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object height="300" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9336255&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9336255&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula foi finalizada com a exibição de um tocante filme de animação da DreamWorks chamado “Jósé, o Rei dos sonhos”, que relata de forma emocionante e quase poética, uma história biblica do velho testamento do personagem José.&lt;/p&gt; &lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT5viTi0I/AAAAAAAAAU0/DJEE0dJpk90/image_thumb%5B1%5D.png?imgmax=800" width="172" height="290" /&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt; A dublagem de José, o personagem principal, tem a voz do ator Ben Affleck.   &lt;br /&gt;Thiago, através deste filme, intentou analisar a questão dos plot points, ou seja, dos pontos de virada do filme, a fim de que isso colaborasse para uma melhor estruturação dos roteiros que estão sendo produzidos por nossa forma.   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Para tanto, Thiago desenhou um gráfico no quadro, demonstrando, desta forma, os atos principais do filme. No filme em questão, a divisão dos pontos de virada do filme, foi estruturada da seguinte maneira:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;1) A venda de José como escravo pelos irmãos   &lt;br /&gt;2) Saída de José da cadeia   &lt;br /&gt;3) Reaparecimento de seus irmãos (quando ele já era um membro importante na corte&amp;#160; do Egito)   &lt;br /&gt;4) Reconcialiação com os irmãos (Quando os irmãos caem diante dos pés de José).   &lt;p align="justify"&gt;Comenta Thiago sobre o Gráfico:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT6S2GA8I/AAAAAAAAAU4/fj2VTsCebqg/s1600-h/Imagem%20013%284%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Imagem 013(4)" border="0" alt="Imagem 013(4)" align="right" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qT62K4U9I/AAAAAAAAAU8/m6CeYgNGB0c/Imagem%20013%284%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;Esse gráfico serve para vocês terem uma idéia de como anda os conflitos no roteiro. Geralmente quando os conflitos se cruzam temos o Plot Point.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;Terminamos por aqui, abraços a todos e até a próxima!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Obs: Os filmes utilizados na aula e no Blog são para ilustrar, mostrar tecnicas cinematograficas e gerar discussão no aspecto de produção. Eles não necessariamente refletem as ideias dos participantes, idealizadores do Curso e da Doutrina Espírita.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-6560658980254066662?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/6560658980254066662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/6560658980254066662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2010/02/aula-300110.html' title='Aula - 30/01/2010'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S3qTxop-UvI/AAAAAAAAAUE/mPdqXWtUNBs/s72-c/Imagem%20005%285%29_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-3667084989764358371</id><published>2010-01-30T03:43:00.001-08:00</published><updated>2010-02-02T12:31:43.090-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Costa Val'/><title type='text'>Roteiro – Aula 4</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Nosso curso contou mais uma vez com a experiência do excelente Claúdio Costa Val.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbGVvYXcI/AAAAAAAAAS4/C5XUOyEwgYo/s1600-h/Imagem%20005%284%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 005(4)" border="0" alt="Imagem 005(4)" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbILreyjI/AAAAAAAAAS8/6HJfeRuIW_g/Imagem%20005%284%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="331" height="253" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nesta aula, em específico, alguns roteiros produzidos por membros de nosso grupo foram apresentados.    &lt;br /&gt;A aula foi iniciada com a leitura da mensagem &lt;i&gt;“Coisas invísiveis”,&lt;/i&gt; do&lt;i&gt; Livro Pão Nosso&lt;/i&gt;, ditado pelo espírito Emmanuel na psicografia de Francisco Cândido Xavier.&lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;CAPÍTULO 55 - COISAS INVISÍVEIS&lt;/h5&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;“Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade se estendem e claramente se &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;vêem pelas coisas que estão criadas.”&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Paulo - (ROMANOS, CAPÍTULO 1, VERSÍCULO 20.)&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;   &lt;h6 align="right"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/h6&gt; &lt;/em&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O espetáculo da Criação Universal é a mais forte de todas as manifestações contra o materialismo ne¬gativista, filho da ignorância ou da insensatez.&amp;#160;&amp;#160; São as coisas criadas que falam mais justamen¬te da natureza invisível. Onde a atividade que se desdobre sem base? Toda forma inteligente nasceu de uma disposição inteligente. O homem conhece apenas as causas de suas realizações transitórias, ignorando, contudo, os mo¬tivos complexos de cada ângulo do caminho. A pai¬sagem exterior que lhe afeta o sensório é uma parte minúscula do acervo de criações divinas, que lhe sustentam o habitat, condicionado às suas possibi¬lidades de aproveitamento. O olho humano não verá, além do limite da sua capacidade de suportação. A criatura conviverá com os seres de que necessita no trabalho de elevação e receberá ambiente ade¬quado aos seus imperativos de aperfeiçoamento e progresso, mas que ninguém resuma a expressão vital da esfera em que respira no que os dedos mortais são suscetíveis de apalpar. Os objetos visíveis no campo de formas efêmeras constituem breve e transitória resultante das forças invisíveis no plano eterno. Cumpre os deveres que te cabem e receberás os direitos que te esperam. Faze corretamente o que te pede o dia de hoje e não precisarás repetir a experiência amanhã.&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Livro Pão Nosso – Pelo Espírito de Emmanuel&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbJCEMoHI/AAAAAAAAATA/I_TrM0mvsAM/s1600-h/Imagem%20006%282%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Imagem 006(2)" border="0" alt="Imagem 006(2)" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbKeE0vTI/AAAAAAAAATE/lvR31ujRnIo/Imagem%20006%282%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="315" height="241" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/h6&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Costa Val deu início a sua exposição com a exibição de dois curtas, produzidos na &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.escolalivredecinema.com.br" target="_blank"&gt;Escola Livre de Cinema&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.    &lt;br /&gt;Os curtas, &lt;i&gt;“O Primeiro passo”,&lt;/i&gt; dirigido pelo próprio Costa Val e “Quatro passos”, dirigido por Gabriel Martins Alves, mostraram personagens vivendo situações bem incômodas. Os filmes tem em comum, além do título, personagens que estão numa realidade surreal e desperadora; personagens que não encontram respostas para os seus dramas subjetivos e estão numa situação limítrofe.&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbLBYTXfI/AAAAAAAAATI/wQNtLiuNYQY/s1600-h/Imagem%20011%282%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Imagem 011(2)" border="0" alt="Imagem 011(2)" align="right" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbLjBxQ3I/AAAAAAAAATM/du5Wd7VxXws/Imagem%20011%282%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;Em &lt;i&gt;“O Primeiro passo&lt;/i&gt;”, a personagem sofre em delírios, dentro de um cenário que relembra episódios de sua vida. Uma suposta relação incestuosa entre ela e seu pai define todo a pertubação interior da personagem. Objetos e imagens que remetem ao passado da personagem, um telefone que toca incessantemente e a vozes que lhe chamam todo o tempo, oferecem um tom pertubador ao filme.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Já no curta &lt;i&gt;“Quatro passos”,&lt;/i&gt; a personagem, misteriosamente, acorda repetidas vezes dentro de um cenário confuso e se encontra sempre com um rapaz que lhe diz frases sem nexo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Diz Costa Val:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;O primeiro filme, tem uma estrutura redonda, misteriosa. A leitura vem de várias coisas e da vivência. São filmes bem fortes, que nos colocam numa situação incômoda, e ruídos torturantes, que nos remetem ao estado dos personagens. Ambos personagens encontram respostas. Ficamos aliviados quando eles encontram suas respostas. Vocês estão trabalhando a temática espírita. Esse filme “Quatro Passos” a estrutura é celular, a personagem acorda e sai pra rua, apénas na terceira vez é revelado o motivo. São pontos de virada que nos colocam no mesmo estado da personagem.&amp;#160;&amp;#160; Novas informações nos promovem supresa e nos coloca na mesma posição do drama vivido. Esses curtas exibidos são filmes de suspense. Esta é a visão Aristotélica, é o que ocorre, por exemplo, em filmes como &lt;i&gt;O sexto sentido&lt;/i&gt;, onde personagem e telespectador entendem a trama ao mesmo tempo. E é quando isso acontece para o personagem e o telespectador,&amp;#160; que temos o efeito dramático.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu com a análise de alguns roteiros de nossa turma. Costa Val analisou minuciosamente os roteiros escritos. Os roteiros em questão foram “Meimei” (de Juliana), “O pão” (de Aléxia), “O recomeço” (De Daniel), “Pequeno grande presente” (De Daniela), “Pequenas Lâmpadas humanas”, (De André) e o roteiro do nosso companheiro Fredinho que é o Pai mais “fresco” da turma e não esta podendo comparecer a as aulas por ter que dar suporte ao seu novo rebento! Que Jesus Abençõe (Estamos sentindo a sua falta!)   &lt;br /&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbMeMpKjI/AAAAAAAAATQ/fFb3HaZLLt0/s1600-h/Imagem%20002%283%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Imagem 002(3)" border="0" alt="Imagem 002(3)" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbNBQB38I/AAAAAAAAATU/ErJ66q2Xens/Imagem%20002%283%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="304" height="233" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Costa Val, criticando construtivamente nossos trabalhos, chamou a atenção para o fato de que, algumas histórias que grupo construiu estavam por demais didáticas . Diz o professor:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Temos que achar o meio termo para criar interesse no telespectador. Senão se torna algo enfadonho. O que nos guia é sempre o Pitch Line. Quando temos o Pitch line como guia temos todos o universo à nossa frente. (…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O livro “Da criação ao roteiro” de Doc Comparatto, diz que um roteiro tem uma cara pronta pra filmar somente depois da décima reescrita. (…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Todo personagem numa estrutura dramática se ferra. Mas ele sempre acha uma saída. Um personagem que se sacrifica por algo que ele acredita é bem melhor. (…)&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; Nosa colega Aléxia também comentou:  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Não é o trato da escrita em si que é complicado, mas como a história vai aparecer na imagem…&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Comentou querendo dizer que o mais dificil é imaginar a ação no sendo colocada no papel e nem tanto a carpintaria da escrita do roteiro.   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbN_QAWmI/AAAAAAAAATY/3Pnj5HxkhqE/s1600-h/Imagem%20016%282%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Imagem 016(2)" border="0" alt="Imagem 016(2)" align="right" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbOj1XhQI/AAAAAAAAATc/xpNUgkq6Eq8/Imagem%20016%282%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="294" height="225" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Costa Val prossegue:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Na nossa formação trabalhamos o logos e a palavra. Escrever para imagem e para som, necessita de um apuro técnico e criativo. Quando estamos escrevendo qualquer obra dentro de um objetivo, quremos que o telespectador admire a obra. (…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Em relação à temática espírita, como ser menos explícito? Se eu me disponho a falar de determinado assunto é preciso conhecer deste assunto. (…) Tem que haver uma expectativa, uma apreensão. (…) Devemos analisar tecnicamente o conteúdo e perguntar smepre O QUE, ONDE, PORQUE E QUANDO. (…)     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Costa Val também comentou a importância de se valorizar as cenas de transição e solicitou &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbPTj8kHI/AAAAAAAAATg/jOS1jG4mL1g/s1600-h/Imagem%20013%282%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Imagem 013(2)" border="0" alt="Imagem 013(2)" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbPzHPxAI/AAAAAAAAATk/PQoLj9C26Sw/Imagem%20013%282%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="223" height="186" /&gt;&lt;/a&gt;que reescrevêssemos certas cenas dos roteiros, colocando alguns conflitos na ação. Alguns diálogos estavam didáticos ou literários por demais, por serem alguns, adaptações de livros. Por outro lado, alguns roteiros tinham muitos diálogos, se tornando por demais extensos. Por isso foram sugeridas algumas modificações.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Diz o professor:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Alguns roteiros ficaram por demais didáticos. Vocês tem que transformar isso em mais ações e diálogos mais curtos. Se faz preciso dividir os apontamentos em cenas bem delineadas. Eu acho que vocês precisam fazer uma reescrita desses roteiros. Na escrita do roteiro nos somos obrigados a dialogar com tudo. É importante perceber nos bons filmes o que tem informação clara e passar falsas pistas…&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula foi finalizada com a exibição do making off do filme ”Bem próximo do mal”, de Sérgio Gomes, o Serginho, professor de técnica cinematográfica de nosso curso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2b65f346-5c46-4849-837c-8293ba7bfe70" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="faabb22f-d537-4a8d-b617-3d52b8e1510d"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/2vUMzgIZ6iw&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que chamou a atenção do grupo, foi o fato de que o filme &lt;i&gt;“Bem próximo do mal”&lt;/i&gt;, foi orçado em cerca de um milhão e meio de reais. No entanto, devido a falta de patrocínio e apoio, o filme foi produzido com R$7.000.    &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Serginho diz que:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;“Pouco dinheiro exercita a criatividade. É um filme fiel ao roteiro, sem abrir mão da qualidade”.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:bfaa168a-9ec7-4d1c-976c-6494186e82c3" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="98dbe28f-6f1d-4f23-bd10-9408a1508f6f"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/pA2Go6KtDIk&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;ABRAÇOS A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-3667084989764358371?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/3667084989764358371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/3667084989764358371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2010/01/quarta-aula-de-roteiro-claudio-costa.html' title='Roteiro – Aula 4'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S2QbILreyjI/AAAAAAAAAS8/6HJfeRuIW_g/s72-c/Imagem%20005%284%29_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-452678556498836113</id><published>2010-01-22T08:53:00.001-08:00</published><updated>2010-01-22T12:52:37.524-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Celtx'/><title type='text'>Celtx e outros aprendizados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por Juliana Luiza&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fotos: André Crispim&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aula deste domingo foi comandada pelo membro de nosso grupo, Thiago Franklin.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nXyqmkAmI/AAAAAAAAAR0/eSmGzg1WjS4/s1600-h/DSC09099%5B2%5D.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="244" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nXzbz0AuI/AAAAAAAAAR4/fm8c_kQlyzM/DSC09099_thumb.jpg?imgmax=800" title="" width="319" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aula foi iniciada com uma leitura belíssima da lição &lt;i&gt;“Granjeai amigos&lt;/i&gt;”, do livro Pão Nosso, uma psicografia do espírito Emmanuel por Chico Xavier que inserimos a seguir:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Também vos digo: granjeai amigos com as riquezas da injustiça." - Jesus. (Lucas, 16:9)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o homem conseguisse, desde a experiência humana, devassar o pretérito profundo, chegaria mais rapidamente à conclusão de que todas as possibilidades que o felicitam, em conhecimento e saúde, provêm da Bondade Divina e de que a maioria dos recursos materiais, à disposição de seus caprichos, procede da injustiça.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos cabe particularizar e, sim, deduzir que as concepções do direito humano se originaram da influência divina, porque, quanto a nós outros, somos compelidos a reconhecer nossa vagarosa evolução individual do egoísmo feroz para o amor universalista, da iniqüidade para a justiça real.         &lt;br /&gt;Bastará recordar, nesse sentido, que quase todos os Estados terrestres se levantaram, há séculos, sobre conquistas cruéis. Com exceções, os homens têm sido servos dissipadores que, no momento do ajuste, não se mostram à altura da mordomia. Eis por que Jesus nos legou a parábola do empregado infiel, convidando-nos à fraternidade sincera para que, através dela, encontremos o caminho da reabilitação.        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mestre aconselhou-nos a granjear amigos, isto é, a dilatar o círculo de simpatias em que nos sintamos cada vez mais intensivamente amparados pelo espírito de cooperação e pelos valores intercessórios.        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o nosso passado espiritual é sombrio e doloroso, busquemos simplificá-lo, adquirindo dedicações verdadeiras, que nos auxiliem através da subida áspera da redenção. Se não temos hoje determinadas ligações com as riquezas da injustiça, tivemo-las, ontem, e faz-se imprescindível aproveitar o tempo para o nosso reajustamento individual perante a Justiça Divina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Pelo Espírito de Emmanuel       &lt;br /&gt;Psicografado por Francisco Cândido Xavier         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Livro - "Pão Nosso"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX1ssIoSI/AAAAAAAAASE/dRPFMPMebdE/s1600-h/DSC09098%5B2%5D.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="184" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX2GCPkdI/AAAAAAAAASI/SoeEVadiwDs/DSC09098_thumb.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline;" title="" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A aula se iniciou com a exibição de um filme Irariano &lt;i&gt;“O silêncio&lt;/i&gt;”, (Sakout, 1998). Thiago trouxe o filme no intento de mostrar algumas abordagens do professor Rafel Ciccarini. Diz Thiago:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“O Rafael gosta de discutir esse tipo de filme. É um cinema no qual podemos apreciar os planos das cenas…”   &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nossa turma assistiu com especial interesse o filme, que em sua simplicidade, traz algumas cenas tocantes e por vezes poéticas.    &lt;br /&gt;Dirigido por Mohsen Makhmalbaf, &lt;i&gt;O silêncio&lt;/i&gt; aborda a realidade de um garoto cego, de nome Khorshid.O garoto é um afinador de instrumentos tradicionais numa oficina dirigida por um velho artesão. Korshid vive com sua mãe e tem uma vida bastante simples. A vida do menino é completamente regulada pelos ritmos e o som da música que influem em todas as ações.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A beleza da voz de uma vendedora de pães, por exemplo, encanta Khorshid. O menino diz uma frase tocante na referida cena: &lt;i&gt;“Mãe, o pão dela é seco, mas ela tinha bonita voz”.&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;As músicas ouvidas nos seus caminhos o faz esquecer a sua própria realidade e as suas responsabilidades, como o emprego que ele tinha como afinador de instrumento.&amp;nbsp; Assim, para se desculpar de atraso ao serviço, o menino disse ao patrão: &lt;i&gt;“Se eu me atrasei foi por causa da música…eu sempre tapava as minhas orelhas.&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:23df85d4-077f-4fd6-940e-b9ed84b31c52" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="253cf2c9-3efa-4b77-9877-25c4128c01d6" style="display: inline; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;embed height="355" src="http://www.youtube.com/v/HZYa2_HZi5Q&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa determinada cena, passada num ônibus, o garoto tapa os ouvidos. Outras crianças que também estão no ônibus acham estranha essa atitude. O menino diz: “&lt;i&gt;Seus olhos a destraem. Se você fechar os olhos aprenderá melhor”.     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;Khorshid é obcecado por quatro batidas que o acompanham diariamente, quatro batidas harmonizadas de maneira que o fazem lembrar das primeiras notas da quinta sinfonia de Beethoven.     &lt;br /&gt;Nos seus caminhos, Khorshid é seguido por uma simpática garotinha de nome Nadirah. Nadirah, que se veste de roupas coloridas e decora as unhas com pétalas de flores, está sempre ponta a oferecer os melhores conselhos ao seu amigo e ser sua guia pelos seus caminhos confusos.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago chamou a atenção para que verificássemos a questão do enquadramento e dos planos mais longos e abertos no filme. Sendo interessante que servisse de base alguns aspectos do filme para a produção de curtas, já que “O silêncio” mostra um trato diferente com relação à imagem, constrói uma linguagem própria, explorando com vigor qualidades visuais e sonoras.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a exibição do filme os membros de nosso grupo fizeram alguns comentários. O consenso geral era de que muitos dos aspectos do filme, e até mesmo as expressões dos personagens, por vezes apática, tinham um jeito extremamente distinto do cinema usual, o qual estamos costumados a assistir.    &lt;br /&gt;Todos concordaram, entretanto, que o filme tem uma mensagem universal sobre a sensibilidade. A simplicidade do cinema iraniano, com cenas ternas, próximas da natureza e com diálogos curtos, será com certeza motivo para repensarmos vários aspectos da produção cinematográfica, no intuito de fazer um cinema que consiga alcançar diversos aspectos da alma humana.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda parte da aula, Thiago explicitou os pormenores do Programa CELTX, um “processador de texto” criado especialmente para roteiros. Portanto, o maior destaque deste programa é a ferramenta para elaboração de roteiros, com intuitivos atalhos para a sua formação, que é a padrão do cinema.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O endereço para dowload do programa é&lt;/strong&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://celtx.com/download.html"&gt;http://celtx.com/download.html&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago iniciou sua explanação sobre o CELTEX elucidando que, ao abrimos o programa, ele nos oferecem várias opções. No entanto, somente a parte central que nos interessaria, da questão da escrita do roteiro propriamente diata.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="celtx.png" height="332" src="http://img237.imageshack.us/img237/963/celtx.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="400" /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi lucidado algumas questões importantes em relação ao CELTX e exemplificou a escrita do roteiro, usando roteiros produzidos por membros de nosso grupo. Abaixo resumimos algumas da suas explicações:    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Sempre que vocês forem escrever, escrevam o título do filme (Clicando em página título)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Deve-se sempre colocar uma tralha # na frente da indicação da cena. O cabeçalho deve vir sempre em caixa alta, tal como no exemplo #1 HALL DE ENTRADA/ INT/DIA. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A ação é sempre o que está acontecendo na cena. O que está sendo filmado. Você faz o cabeçalho, dá enter e vai para a ação. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Toda vez que entrar o personagem você coloca o seu nome em caixa ala.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A vantagem desse programa é que ele tem corretor ortográfico. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;os diálogos do CELTX são colocados sempre na parte central. Já a rubrica, vai entrar embaixo do personagem. Exemplo:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; LAURA  &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (chorando)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Cena de crédito é também é feita pelo roteirista&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na formatação padrão, o CELTX não coloca o nome do personagem em negrito &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Em relação ao tamanho do papel, colocar o papel que você irá imprimir. O ideal é utilizar o tamanhoa A4&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na verdade o roteiro é feito de cenas, personagens, partes do cenário, entre outras coisas. Você pode inserir antes do roteiro o perfil do personagem, entre outras informações que julgue relevante.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O montador e o diretor têm que ter uma afinidade muito boa. Se você tem um diretor que é aberto a outras ideias facilita muito o trabalho, na hora da edição.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX0wb-08I/AAAAAAAAASA/-4q6iqwS7SU/DSC09071_thumb.jpg?imgmax=800" /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A aula prosseguiu com Thiago exibindo um curta intitulado&lt;i&gt; “No ponto&lt;/i&gt;”, produzido por ele na Escola Livre de cinema. Thiago mostrou algumas curiosidades na produção do curta.    &lt;br /&gt;Foi mostrado também as fotografias still no processo de criação de making off. Thiago elucidou que o referido curta foi filmado em dois dias e foi bem trabalhoso.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX3wsMswI/AAAAAAAAASQ/kHL56mScKr0/s1600-h/DSC09073%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" height="234" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX4ankfYI/AAAAAAAAASU/-w3maiYFnjI/DSC09073_thumb.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="" width="306" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX6HNXUkI/AAAAAAAAASY/dCFq_mKb-uA/s1600-h/DSC09080%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="237" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX68A_f_I/AAAAAAAAASc/YEhZ2TQWvfA/DSC09080_thumb.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline;" title="" width="310" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX76snnGI/AAAAAAAAASg/zuxQOWULsuQ/s1600-h/DSC09085%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="" border="0" height="254" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX8ntGBoI/AAAAAAAAASo/sGMVXeG9uJc/DSC09085_thumb.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="" width="317" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aula foi finalizada com a exibição do filme “Perro Come Perro” (Cão come cão-2008), um filme Colombiano dirigido por Carlos Moreno.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:96547f9d-e21b-4187-a988-90e77f368fd6" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="418e1589-f125-4ae5-92b0-1f74b673606c" style="display: inline; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;embed height="355" src="http://www.youtube.com/v/XFroEoogJCQ&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;          &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme traz a história de um poderoso traficante de drogas de Cali, que começa a praticar maldades para vingar a morte de seu afilhado.    &lt;br /&gt;O filme causou um certo desconforto em alguns membros de nosso grupo, devido principamente a algumas cenas de violência exacerbada.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:66721397-FF69-4ca6-AEC4-17E6B3208830:8eaf2678-ff4a-482d-87b6-1cd5e5d6cf07" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://cid-4a7ca4796e20b5aa.skydrive.live.com/redir.aspx?page=browse&amp;amp;resid=4A7CA4796E20B5AA!195&amp;amp;ct=photos" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px;"&gt;&lt;img alt="Exibir cinema" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nX92usi7I/AAAAAAAAASw/5Z-WGqTotcg/InlineRepresentation213e7f0a-6b94-40f6-af5a-50c40b089a63.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;      &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; width: 340px;"&gt;&lt;a href="http://cid-4a7ca4796e20b5aa.skydrive.live.com/redir.aspx?page=browse&amp;amp;resid=4A7CA4796E20B5AA!195&amp;amp;ct=photos"&gt;Exibir Álbum Completo&lt;/a&gt;        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, Thiago intentou mostrar com o filme os aspectos de uma montagem muito bem feita e a câmera sempre conduzindo para o interior dos personagens, de uma forma bem realista. A fotografia do filme retrata o calor e o suor de um ambiente violento e decadente. Além disso, o filme mostra uma certa questão espiritual, abordando a obsessão.     &lt;br /&gt;O desconforto produzido pela exibição do filme deu vazão a várias discussões produtivas, no sentido do grupo repensar o que é realmente produzir cinema ou que aspectos devemos ou não abordar no Cinema Espírita.    &lt;br /&gt;Helen, membro do nosso grupo, nos trouxe uma opinião bem interessante em nossa lista de discussão&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; que sintetiza bem essa questão da produção da arte e do cinema espírita. Reproduzimos abaixo a referida mensagem:    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;Eu sempre adorei filmes e assisti e assisto a todos os gêneros (exceto terror e massacre da serra elétrica). E nunca me senti afetar por eles.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu sempre tive para mim, que são ficção. Quando acabam, tudo se desfaz.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;E eu já passo para o próximo filme, sem maiores preocupações.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;De todos os filmes que assisto, eu sempre tiro alguma lição positiva.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em alguns, ultimamente, eu sinto a necessidade de fazer preces depois.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por aqueles que se encontravam ainda nesses contextos negativos, e por mim, para afastar-me desses contextos.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por isso, tive uma grande surpresa, com os fatos que eu vou narrar abaixo.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desde os 14 anos, leio as obras espíritas de André Luiz, pois, morávamos no interior e minha mãe teve a oportunidade de aproximar-se de um Sr. espírita e ele emprestou-lhe os livros da série. Ela gostou e passou para que lessemos.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Começamos de Nosso Lar, e fomos seguindo a sequencia.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu tive que pular dois livros: Ação e Reação e Libertação.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu começava a ler os livros e me sentia como o Henrique descreveu. Qdo eu insistia na leitura, chegava a ter náuseas, sentia cheiros e sentia um pavor interno enorme, sufocante. E ficava dias tendo pesadelos.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Anos mais tarde, já na faculdade, e morando em BH, tentei lê-los novamente, pois, me foram emprestados por uma amiga.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Novamente, tive essa reação violenta.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em 2003, começei a frequentar regularmente o Grupo Emmanuel e estudar com mais profundidade e regularidade a doutrina espírita.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como o grupo estuda muito as obras de Emmanuel e de André Luiz, lá estou eu novamente envolvida com a série. Relendo tudo.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ao chegar nesses dois livros, empaquei de novo. Com os mesmos sintomas.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Somente agora, em 2008, quando estava sem nenhum livro novo em casa, resolvi pegar esses livros para tentar ler. Tenho a série completa na estante.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comecei com o Ação e Reação. &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Senti um desconforto inicial, com as cenas descritas pelo André Luiz, mas, consegui prosseguir na leitura e cheguei até o final do livro, simplesmente encantada e renovada com a leitura. &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arrisquei a pegar o Libertação, e hoje, considero um dos livros mais belos que eu já li na minha vida. Até digitei a prece da página 190, para fazê-la de vez em quando.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;O interessante é que as descrições de André Luiz, ao longo desses livros, tanto das paisagens, quanto das sensações que ele tinha, e dos cheiros que ele sentia, eram, para mim, muito familiares, e eu tinha a sensação de conhecer muito bem aquilo tudo. &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho para mim, que eu devo ter sido resgatada dessas regiões, e deve ter sido coisa recente, pois, as memórias e o sofrimento ainda estavam muito vívidos na minha mente. Ao ler os livros, é como se eu revivesse aqueles contextos.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;E a grande empatia que eu tive, com os espíritos em dificuldades, também foi, para mim,&amp;nbsp; um fato sugestivo disso. Eu entendia claramente os raciocínios e os sentimentos deles.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Senti uma enorme alegria, ao conseguir ler esses livros.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pretendo lê-los de novo, pois, têm muito a me ensinar.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para mim, foi um sinal de que alguma conquista eu devo ter conseguido amealhar durante o meu processo de vida. &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não está sendo uma reencarnação totalmente perdida... (rs rs rs).&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em qualquer contexto que estejamos, seja levados por circunstancias da vida, ou pela arte cinematográfica, penso que precisamos nos esforçar para trabalharmos a sintonia mental.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pois, a sintonia mental é nossa, e não do contexto!!!!&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por isso Jesus aconselhou a olhar, vigiar e orar. &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ele sabia dessa nossa dificuldade em manter a sintonia elevada, em todas as circunstâncias, em função do nosso nível evolutivo.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;É por isso, que são os espíritos de alta envergadura que fazem o resgate de espíritos nas regiões umbralinas.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;E Maria Dolores conta que foi Maria, o espírito a descer às cavernas para resgatar Judas...&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Durante toda a minha vida, minha oração favorita sempre foi o Salmo 23.&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;E eu sempre acreditei e me amparei na parte que dizia " e ainda que eu caminhe, pelo vale da sombra e da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo".&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu sempre acreditei que Deus tem esse poder de nos "atravessar" pelas zonas de perigo, de sombras e de turbulência. Sejam quais forem.&amp;nbsp; &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Minha proposta de reflexão é esta: "Como eu posso trabalhar a minha sintonia com os planos mais altos, independente do contexto?"&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Seja numa "fechada" no transito, ou assistindo a um filme ou noticiário de TV...&lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizamos nosso relato de hoje cheios de esperanças e tranquilos na certeza de que podemos tirar boas lições de todo tipo de experiência.&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Abraços a todos e até a próxima.     &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-452678556498836113?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/452678556498836113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/452678556498836113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2010/01/celtex.html' title='Celtx e outros aprendizados'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1nXzbz0AuI/AAAAAAAAAR4/fm8c_kQlyzM/s72-c/DSC09099_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-7231462050756377241</id><published>2010-01-15T15:54:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T08:49:20.435-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Montagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guigo'/><title type='text'>Montagem – Aula 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por Juliana Luiza      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Fotos: Janaína Macieira, Thiago Franklin&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A primeira aula do ano, iniciada sob as brisas esperançosas de um 2010 que começa com muitas expectivas, contou com a experiência de Guigo Pádua.   &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Guigo é graduado pela Escula Internacional de Cine y Tv (EICTV- Cuba) em 91, de lá pra cá Trabalhou como montador e editor de alguns filmes. Ele chegou também a presidir a Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragistas (ABD), é o responsável pelos exames de&amp;#160; seleção para a EICTV.&lt;/p&gt; &lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Guigo" border="0" alt="Guigo" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1TDWMrq8zI/AAAAAAAAARo/T35kKpA71tg/Guigo_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="379" height="290" /&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Guigo dá noções gerais sobre linguagem cinematográfica e boas noções sobre Montagem. Ilustrando seus exemplos com filmes clássicos, ele mostra aos alunos a importância de estudar os filmes, aprender com as experimentações de cada época, entender que como a montagem se desenvolveu ao longo dos anos e constrói a nossa percepção de linguagem cinematográfica hoje em dia.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;A aula foi iniciada com o professor elucidando um trecho de&lt;i&gt; O nascimento de uma nação,The Birth of a Nation&lt;/i&gt;, do diretor Norte- Americano D.W.Griffith. o filme afirma e promove o contexto cultural para o aparecimento Ku Klux Klan.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:0d347f64-e09f-4816-98fa-8326e332acba" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="945d733a-26ff-4a45-887d-8187e93e7128"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/Pbba8fzLPf4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Guigo comenta:     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;O filme mostra a trajetória da reconstrução dos E.U.A, sempre do ponto de vista do Sul. (…) 90% dos atores negros são brancos pintados.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor, como curiosidade, salientou que Lilian Gish, atriz do referido filme, era a atriz principal dos filmes de Griffith.    &lt;br /&gt;Sobre Griffith, o professor elucida:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;O Porter lançou as bases. O Griffith consolidou. Ele faz muito os cortes perceptíveis (…). Ele descobriu os padrões da linguagem tradicional do cinema.      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Prosseguindo, o professor comentou sobre os vanguardistas do final dos anos 10, no movimento surrealista. Foram mostradas algumas cenas de O Cão Andaluz &lt;i&gt;( Un Chien Andalou, 1929) &lt;/i&gt;de Luiz Buñuel. Filme este que foi citado pelo professor, como sendo um dos filmes chaves do referido movimento. Sobre o filme, Guigo comentou:&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Por mais que o filme rompesse com a estética dominante, ele tem muitos elementos dialéticos, tem uma montagem dialética. Esse filme foi escrito pelo Buñel em parceria com Salvador Dali. Depois deste filme, Buñuel e Dali romperam (…). Dali foi acusado pelo movimento surrealista de somente querer dinheiro com suas obras (…). Se os soviéticos quiseram fazer o telespectador refletir sobre a questão política, os surrealistas buscavam uma visão mais poética, mais onírica (…). Em algum lugar vai haver uma explicação sobre determinadas coisas. &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:8726601c-faa3-49c8-a102-cfea1c6cea6c" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="85040777-62c4-4ce2-a3b1-aedb50d890b5"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/KejvfcVWwkI&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu elucidando o movimento dadaísta, com o filme &lt;i&gt;Entr&lt;/i&gt;'acte (1924), do cineasta francês René Clair. Comenta o professor:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Vários intelectuais e artistas se juntaram para fazer sse filme. Jean Renoir (filho do lendário pintor Pierre August Renoir) fazia parte do grupo. Esse filme foi feito para ser passado no intervalo de um balé. Foi uma primeira experiência multimídia, pois assim dizer. O movimento dadaísta caracterizava-se por uma coisa mais automatizada. Não se elaborava com uma imagem consecutiva. &lt;i&gt;Entr’acte&lt;/i&gt; não é um filme que tenha um personagem seguindo. O único moto contínuo é uma bailarina (a bailarina barbuda).       &lt;br /&gt;O Dadaísmo vai passar pela psicanálise e vai passar da arte pela arte. Não é à tão que vários artistas plásticos vão fazer cinema nesta época.       &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Neste instante, Guigo comentou que o movimento de videoarte dos anos 80 tinha uma visão similar ao movimento dadaísta, mas muitos artistas não tinham uma causa para se rebelar, por isso muitos trabalhos não faziam muito sentido. Comenta o professor:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Eu não tenho problema nenhum com o rompimento das regras, mas tenho que saber onde eu quero chegar.      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;Voltando ao &lt;i&gt;Entr’acte&lt;/i&gt;, o professor ainda comentou:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Foram produzidas três versões de músicas para esse filme. Renoir e os outros artistas tinham uma preocupação em discutir o papel da arte dentro de uma discussão política.      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBA1OUkHI/AAAAAAAAAQg/wFtQK3gNe78/s1600-h/Imagem%20006%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 006" border="0" alt="Imagem 006" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBBn1pmzI/AAAAAAAAAQk/VcY0ifnaFLk/Imagem%20006_thumb.jpg?imgmax=800" width="376" height="288" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu elucidando a figura de Vertov:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Na União Soviética contemporânea dos jovens materialistas como o Einsestein surgiu Vertov, que se distinguia da maioria dos cineastas da época. Vertov se tornou um cineasta oficial. Criou uma nova cara para o cinema. Ele propôs o filme “&lt;i&gt;Um homem com a câmera”&lt;/i&gt;. Este filme não é um documentário que narre alguma coisa, mas mostra imagens sensoriais. Vertov vai procurar expor esse cotidiano de forma poética. Num determinado momento a câmera de assume. Isso se verifica no Cine olho/cine verdade, ou seja, aquele cinema direto, não muito elaborado.       &lt;br /&gt;Vertov vai inclusive fazer vários pararelos do olho humano tal como fossem persianas.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor mostrou o vídeo da abertura do filme citado, elucidando que o filme simboliza exatamente o processo quas artesanal da produção do cinema. Sobre a cena, onde uma mulher está costurando, Guigo comenta:    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Vertov vai tratar o processo de fazer um filme tal como se fosse um processo de costura. Vertov lida muito bem com a questão ritmo, do domínio do tempo e da manipulação do tempo. Hoje aqui em Belo Horizonte existe uma dupla chamada Grivo que faz um trabalho parecido tal como se fazia nauquela época.      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:9cac27e1-6a1e-4a86-afda-695603570ea1" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="fe9634c6-7be3-4bcb-a257-3bc38b6b8469"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/00ZciIC4JPw&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu mostrando um trecho de uma sequência de perseguição do clássico&lt;i&gt; “O iluminado” (The Shinning, 1980)&lt;/i&gt;de Stanley Kubrick, com Jack Nicholson.     &lt;br /&gt;Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBDG5CmyI/AAAAAAAAAQs/ytQtzAqddAo/s1600-h/Imagem%20005%282%29%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 005(2)" border="0" alt="Imagem 005(2)" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBD2nWkNI/AAAAAAAAAQw/h_Ro061YT3o/Imagem%20005%282%29_thumb.jpg?imgmax=800" width="353" height="270" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O professor comenta:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;Na última aula eu trabalhei a sequência de perseguição. Aqui existe um outro componente, o terror e a tensão.      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Em relação à sequência do labirinto, onde Jack Nicholson persegue o garoto, o professor chamou a atenção para a questão da duração dos planos:&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;&lt;i&gt;Presta atenção na duração dos planos…(…) Esse labirinto é bem menor do que aparenta no filme.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;em&gt;&lt;/em&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O professor chama a atenção para a figura da personagem de Shelly Duvall no filme, que segundo ele funciona simbolicamente como um “carrinho de frutas”, ou seja, a figura da personagem é um observador externo à perseguição, que no processo de montagem é um elemento que redimensiona, oferece mais tempo à sequência da ação, permitindo avanços no tempo e no espaço. Sobre a sequência do labirito, o professor ainda tece alguns comentários:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;O Kubrick fo bem preciso nesta sequência. Quando ele quer deixar a sensação que o menino está fugindo, mostrando o menino correndo.      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Em Seguida, Guigo chama a anteção&amp;#160; para o posicionamento da câmera na cena final, da “derrota” de Jack Nicholson: “O Kubrick joga muito bem com a música e o som de vento”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:a03e8bf9-1fe0-4455-9042-18f510261cfa" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="7c03cbe2-930c-4183-b1a7-26f7cca7e366"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/WgxAkocAPmg&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu elucidando o gênio Alfred Hitchcock. O professor comenta:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="left"&gt;O que é o suspense? É a antecipação. O expectador tem uma informação que o personagem não tem. É a sensação de estar “suspendido”…quando eu sei, mas não posso interferir. O Hitchcock é o grande dominar do tempo. Ele consegue esticar e comprimir o tempo, manipulando as emoções do jeito que ele quer. (…), O tempo cinematográfico não é o mesmo tempo da vida real. No cinema, se eu vou tomar água, já me cortam com o copo na mão…O Hitchcock vai jogar tudo isso isso, dando a sensação que as coisas são externas. Ele vai oferecer sensações como se tivesse passado um tempo enorme(…).      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O professor prosseguiu elucidando o clássico de Hitchcock, Janela indiscreta (Rear Window,1954), com James Stuart e Grace Kelly:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;“Um fotógrafo vê o mundo através da janela. Isso é o cinema! Esse filme é uma grande metáfora do cinema. Com a lente da câmera vemos o filme sob os olhos do James Stuart. Tudo o que ele vê a gente vê junto”    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em seguida, foi exibida algumas cenas do referido filme. Guigo comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;James Stuart liga para o cara…a Grace Kelly vai para o jardim. As imagens do James Stuart que aparecem constante, funcionam como um “carrinho de fruta. O Hitchcock cria um elemento no filme e reveste de uma importância que não tem…O telefonema não serve para nada!    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Guigo ainda elucida que várias sequências mostradas, como uma mulher se matando, servem apenas como um elemento para compressão do filme. Além disso, Os elementos minuciosos usados por Hitchcock, como o próprio vestido usado por Grace Kelly, é proposital, para desviar a atenção do telespectador.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Dá a impressão que passou muito mais tempo, pelo tempo que ele estendeu para comprimir. Existe o jogo do ver e não ver entre os personagens. Quando a polícia chega já um certo alívio na conclusão da cena.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O professor também comentou o quão infelizes são alguns cineastas que tentam refilmar os clássicos de Hitchcock:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Daí que na refilmagem de Psicose não existe o mesmo time e precisão. Hitchcock coprime, ri da cara da gente o tempo todo!    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor seguiu a aula comentando outro clássico de Hitchcock: &lt;i&gt;“O homem que sabia demais” (The man who knew too much, 1956).&lt;/i&gt; Na trama do&amp;#160; filme, pouco antes de morrer, um espião inglês conta para o doutor Ben McKenna e sua esposa Jo, dois turistas inocentes, algum segredo que os envolve em um caso internacional de espionagem. Seu filho é seqüestrado e, sem saber em quem confiar, eles tem de lutar para recuperá-lo.     &lt;br /&gt;Foi exibido o vídeo da cena clássica do concerto, no referido filme.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:a12b7d9d-9fa3-4f27-ab1e-f4cb40f5dbe0" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="7df2f1e3-1955-40ad-9413-3b4933eb3b24"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/N8dP7c2Nbfg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O maestro da Orquestra é Bernard Hermman. Essa foi a mais longa seqüência musical do cinema. Na música executada, o ápice é justamente no instante em que os címbalos acabam transformando-se num verdadeiro instrumento da morte. No instante em que os címbalos tocam, o assassino&amp;#160; vai disparar um tiro contra o primeiro-ministro inglês nas dependências do Albert Hall de Londres.   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Sobre a cena em questão, Guigo comenta:   &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Percebam com ele vai usar os elementos, vai encolher e estender…A sequência tem uma música monótona, tocada pelo maaestro Bernard Herman. Mesmo não sendo uma sequência clássica de perseguição, ao mesmo tempo que ele vai criando um labirinto nas dependências do teatro. Notem a precisão dos cortes em relação a música…ele mostra o vilão com um acorde presado. A música é melancólica, pesada…Ele está usando a mesma metáfora do Janela indiscreta. A personagem&amp;#160; de Doris Day está ali “amarrada”, ela sabe o que acontece e não pode falar nada. Cada vez que entra um novo personagem, entra também um novo movimento. Ele vai esticando a sequência, que ainda não se resolveu…a mesma coisa que ele fez no outro filme. Depois ele acelera…e quem podia fazer alguma coisa ainda está no mesmo ponto. Ele joga com a música, que vai ficando chata, insurportável…Ele vai trabalhando esta tensão até o limite.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;Continuando o professor ainda comentou:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Começaram a crufificar o Hitchcock por que ele tinha uma boa noção de montagem. Hitchcock se definia como expectador da vida. Era baixinho, feio…e a maneira dele se sobressair era pelo cinema. Então ele, contrariando as expectativas, desenvolve um filme sem corte: “Festim diabólico”. Ele era um gênio, que dominava a questão de tempo e montagem como ninguém. Montagem não é chamar a questão para uma realidade que se quer ver? Neste filme ele mantém toda as questões do suspense e da tensão.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;O professor mostrou um vídeo o filme citado, Festim Diabólico (Rope,1948). No filme, Brandon (John Dall) e Philip (Farley Granger) matam David Kentley (Dick Hogan), um colega da escola preparatória, apenas para terem a sensação de praticar um assassinato e provar que conseguem realizar o crime perfeito. Para desafiar os amigos e a família, resolvem convidá-los para uma reunião no apartamento deles, onde colocam a comida em cima de um baú e dentro do mesmo está o corpo da vítima.   &lt;br /&gt;O professor comenta:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Existe o tempo todo uma insinuação de uma ligação homossexual entre os dois personagens principais. (...) A janela ao fundo mostra uma pintura da cidade de New York, que vai escurecendo ao logo do filme…é uma pintura falsa. (...)&amp;#160; O filme chama-se em Inglês “A corda”. Quando você tira sse nome traduzindo de forma diferente, você tira a força do filme. Hitchcock edita o filme na medida de onde ele coloca a câmera. Ele fez um filme contínuo, sem cortes, utilizando longas sequências.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:a6eebc51-39fe-48bd-bbc8-7ec48d3fe7bf" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="d9591ff4-bed3-427e-b06a-bd1fab160612"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/ABK_F2noItw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; A aula prosseguiu a aula elucidando o aspecto da montagem no clássico, &lt;i&gt;Ladrões de Bicicleta,&lt;/i&gt; de Vitorio de Sicca; filme este que já fora elucidado anteriormente em nossas aulas pelo professor Rafael Ciccarnini. O filme mostra a comovente história do pai e seu filho em busca de sua bicicleta roubada, da qual depende a manutenção do emprego recém obtido e a manutenção da família. Comenta Guigo:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Este é considerado um dos filmes mais importantes do neorealismo italino. O neorealismo trás cineastas que, sem grandes recursos financeiros, vão para as ruas filmar gente.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;O professor tentava chamar a atenção para o fato de que nos filmes neorealistas Italianos, podemos perceber gravações em amplos exteriores, planos seqüência, participação de não-atores nos papéis principais. Estes filme também tentam elucidar temática da miséria, da solidão, do sofrimento, o realismo em primeiro lugar, em certos momentos de linha documental, elementos que vieram influenciar cineastas e movimentos cinematográficos do mundo inteiro em diferentes épocas, inclusive o Cinema Novo, no Brasil.   &lt;br /&gt;O professor comenta:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;A criança no filme simboliza o fim da inocência que a guerra trouxe, o menino tem que ver o mundo com ele é.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:eea8f0b5-2e1e-47f9-bdfc-d9eff9e1d0a6" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="5095edf5-ce57-41e7-8c82-1686609f3800"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/PZ-8gGWmOyc&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;Em seguida, Guigo mostrou um vídeo do filme Ikiru (1952) de Akira Kurosawa.filme trata da existência humana com extrema beleza e poesia ao destrinchar a história de um homem que se vê à beira da morte.   &lt;br /&gt;O professor comenta:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Filme como esse tem uma volta para o ser humano. O tema é social, mas estou preocupado como isso se reflete no ser humano. Estou vivendo uma situação mínina..de repente o mundo caí em cima de him.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;Continuando a elucidar filmes semelhantes com temas sociais, o professor citou o filme Kasper Hauser, do diretor alemão&amp;#160; Erner Herzog, que trás a história de um jovem que viveu durante toda a vida em um cativerio. O professor mostrou também um vídeo sobre o filme, e comentou:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;O diretor não é exatamente um humanista neste filme…Ele resolve pensar o filme para fazer. Ele tinha uma relação de amor e ódio com o ator principal, klaus Kinsk, que é o pai da atriz Natasha Kinsk. O filme é baseado em fatos reais. Eles vão criando Kasper Hauser, descobrindo que até os 20 anos ele não via as pessoas.&amp;#160; colocam&amp;#160; kasper Hauser num circo de aberrações…até ele ser assassinado misteriosamente.No filme, hora nenhuma o diretor cai na solução fácil do plano contra plano.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBHUPdZPI/AAAAAAAAARE/f4qjJHipRtc/s1600-h/Imagem%20010%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 010" border="0" alt="Imagem 010" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBH-i9HHI/AAAAAAAAARI/Uk8bnRJcEUQ/Imagem%20010_thumb.jpg?imgmax=800" width="369" height="283" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;A aula prosseguiu com Guigo elucidando o movimento da &lt;i&gt;Novelle vague&lt;/i&gt;. A &lt;i&gt;Nouvelle vague&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Nova onda&lt;/i&gt;) foi um movimento artístico do cinema francês que se insere no movimento contestatário próprio dos anos sessenta. Sem grande apoio financeiro, os os filmes da &lt;i&gt;Nouvelle vague&lt;/i&gt; eram caracterizados pela juventude dos seus, unidos por uma vontade comum de transgredir as regras normalmente aceites para o cinema mais comercial.   &lt;br /&gt;Segundo Guigo, os jovens cineastas deste movimento foram inspirados por André Bazin. Os cineastas mais relevantes desse movimento são Jean-Luc Godard, François Truffaut, Alain Resnais, Jacques Rivette, Claude Chabrol e Eric Rohmer.   &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Curiosamente, um dia após nossa aula deste Domingo. Eric Rohmer faleceria.    &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;Sobre o Nouvelle vague, Guigo comenta:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Se o neorealismo e o cinema japonês estavam voltados para o ser humano no meio social, a Nouvelle Vague vai questionar a adaptabilidade do ser humano no seu entorno. Como o cotidiano influiu na personalidade das pessoas.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;Com o propósito de ilustrar um pouco a atmosfera desse movimento, o professor exibiu alguns trechos do filme “O acossado” (À Bout de Souffle&amp;quot;, 1960), de Jean Luc-Godard.   &lt;br /&gt;Comenta o professor:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Na Paris dos anos 60, Um jovem ladrão de automóveis (Jean-Paul Belmondo) mata um polícia e foge com a sua namorada americana (Jean Seberg) para Paris.Os cineastas da Nouvelle vague tinham uma profunda admiração pelo cinema médio norte americano.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;Mostrando alguns cortes do referido filme, o professor salienta:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;Esses cortes não são acidentes. Ele não está preocupado com os ângulos. Existem vários cortezinhos que se consagraram como uma estética. Ele tirou os pontos mortos da cena e gostou do resultado.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:4c478f96-e9f0-45b7-8be2-f8c723b1e1df" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="4172e291-1d2d-4fdb-a355-ce59baf48062"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/w2hDR_e1o1M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Thiago, membro do nosso grupo, chamou a atenção para um provável erro de continuidade existente numa cena, onde a atriz primeiramente está sem óculos. A imagem corta logo em seguida&amp;#160; para a atriz sem o par de óculos… Guigo elucidou que &lt;i&gt;talvez isso tem sido algo proposital, já denunciando um pouco do estilo Nouvelle vague.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;O professor também comentou sobre o filme Alphaville, também de Godard. Foram exibidos alguns trechos do referido filme. No filme, a população da cidade futurista de &lt;i&gt;Alphaville&lt;/i&gt; é dominada pelo computador Alpha 60 que aboliu os sentimentos.     &lt;br /&gt;O professor comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;“Talvez o mais condicional sob o ponto de vista da linguagem seja ese filme. Godard traz a literatura Pulp, a qual ele era fascinado. Ele resolveu fazer uma ficção científica. O computador Alpha 60 proíbe as emoções. O Godard tem muito a preocupação existencialista. Esse filme vai questionar: Por que quem me dominar é também quem me deixa falar?    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBJC_InaI/AAAAAAAAARQ/oMR0VbrsmIo/s1600-h/Imagem%20012%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 012" border="0" alt="Imagem 012" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1IBJw2heGI/AAAAAAAAARU/2ffXjQg02u8/Imagem%20012_thumb.jpg?imgmax=800" width="350" height="268" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula prosseguiu elucidando o cinema novo brasileiro. O professor comenta:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;O cinema brasileiro, nos movimentos que haviam até então, não era um movimento de proposição de nada. Não havia até então uma forma de fazer….Com o eco do neorealismo italiano, vários cineastas começam a questionar. Na França surge a Nouvelle vague.    &lt;br /&gt;No Brasil, o cinema novo nasceu com uma perspectiva de falar conta a opressão, mas não do jeito que as massaas queria ouvir, pois era um cinema feito para intelectuais e artistas, mas não para o público médio. O cinema novo foi o cinema que ajudou a transformar a cara do Brasil.&amp;#160; O cinema novo questiona a sociedade sob o ponto de vista da imprssão. O grande expoente do cinema novo foi o Glaúber Rocha. Estava contido aí o cinema marginal..que questionava o cotidiano, a família, a vidinha….com o brega e o samba de morro. Eu sou muito suspeto para falar do cinema novo, pois eu sou Glauberiano convicto.     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor prosseguiu a aula exibindo algumas imagens do filme Deus e o Diabo na terra do sol, de Glaúber Rocha. No filme, um sertanejo de nome Manoel decide juntar-se a um grupo religioso liderado por um santo (Sebastião) que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte. Os latifundiários decidem contratar Antônio das Mortes para perseguir e matar o grupo.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f2b9ed4c-da59-4c39-b13e-1bb4680d97e3" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="bc3ae0b5-5357-4367-b56a-9c7eed783ce8"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/QEsoB05RjGs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Comenta o professor sobre o filme, comparando uma determinada cena sobre a famosa cena da “escadaria de Odessa”, de o Encouraçado Pontenkim, de Eisestein, já elucidado em nosso curso pelo professor Rafael Ciccarini:    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Ele vai matar o fanatismo à religião e a fuga fácil da violência. Lembra o encouraçado Potemkim. Ele mostra o Antônio das mortes várias vezes do mesmo jeito do instrumento da reperssão do Pontemkim.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sobre o personagem de Yonná Magalhães, que no filme faz a esposa do sertanejo Manuel, o professor comenta:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;O tempo todo a Rosa é o único personagem que tem o pé no chão. O Antônio não tem os pés no chão quanto ela, mas é o único que atua, não só reage….    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; O professor prossegue:   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;blockquote&gt;É uma cinema que já não está tão preocupado com a continuidade e a lógica espacial. A música de cordel aparece como um coro da tragédia grega que explica a ação e apresenta os personagens.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sobre as cenas finais do filme, Guigo comenta:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Quando a Yoná Magalhães cai e tropeça correndo, não existe leitura, não existe explicação. Ele vai terminar o filme na fronteira entre o mar e o sertão.    &lt;br /&gt;Ele sai do Cordel e vai para o Vila Lobbos. O filme está editado de forma que os personagens são constituídos de forma alegórica. O Glaúber e o cinema novo de forma geral neste momento estavam fazendo um chamado para a esperança. Ele acredita na luta do homem.     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:52661b69-eb0c-43cf-8dff-58eb4c6bd975" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="e49eb424-3f2b-4505-90fd-4d0fe06a5811"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/6K1vg7qMvSM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em seguida o professor abordou o filme &lt;i&gt;“Terra em transe&lt;/i&gt;”, também de Glauber Rocha. Num país fictício chamado Eldorado, o jornalista e poeta Paulo (Jardel Filho) oscila entre diversas forças políticas em luta pelo poder.     &lt;br /&gt;O professor comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Se em “Deus e o diabo” ele trabalhava alegoricamente, aqui ele abandona completamente isso. Tudo é uma encenação aqui. Não tem o título de verdade.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foi também comentado, o filme&lt;i&gt; “O bandido da luz vermelha”,&lt;/i&gt; de Rogério Sganzerla:     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Esse filme tem uma influência da Nouvelle vague francesa. Baseado na história real do bandido da luz vermelha, este é um filme completamente alegórico, com elementos pois radical que o cinema novo. Aqui começa a questão do cinema novo vrsus underground….a interação das coisas.    &lt;br /&gt;A narrativa vai sendo construída quase como um videoclipe. Rogério vai jogando com essa estrutura Pop o tempo tudo. Tudo é possível. Ele encontra uma forma diferente de falar, mas não quer mobilizar. A intenção aqui é criticar.     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Em seguida, o professor comentou sobre outro filme de Sganzerla, que se revela no cinema marginal, que segundo o professor, ao contrário do cinema novo, vai para o protesto e o grito puro…     &lt;br /&gt;O filme em questão é &lt;i&gt;Sem Essa Aranha&lt;/i&gt;, de Sganzerla, montado em longos planos-seqüência e com a participação de Jorge Loredo, o &lt;b&gt;Zé&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Bonitinho&lt;/b&gt;, o professor comenta:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;O cinema marginal tinha a necessidade de incomodar e surgiu no final da década de 70. O zé bonitinho naquele momento já era um personagem da cultura popular. (…) O cinema novo era basciamente um cinema de comunistas radicais. O marginal também era comunistas. O cinema novo e suas influências foi último grande movimento do cinema infelizmente. No final dos anos 90 surgiu o dogma, um manifesto de alguns cineastas dinarmarqueses , trata-se de um ato de resgate do cinema como feito antes da exploração industrial feita por hollywood.&lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor elucidou que apenas alguns filmes das décadas que se seguiram ousaram em sua estrutura. Ele citou uma exceção, o flme “Corra Lola corra”(Lola Rennt, 1998), do alemão Tom Twinker. O professor comenta:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;O filme mostra o domínio das cortes. As imagens filme tem uma estrutura pendular e em espiriral. Lembra O cd room…tem uma estrutura de videoclipe. Esse filme não gerou uma onda de imitações, mas vai se apropriando das novidades tecnológicas da época em questão. É um filme em camadas.    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:4b035e6e-83c5-4086-8d04-26984b0f8a38" class="wlWriterSmartContent"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="8bfbc8e9-abc3-4c8a-aefb-6d9d81eaa304"&gt;     &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/ta1Sn6MtC9w&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aula foi finalizada com a exibição do curta O&lt;i&gt; Nordestino e o toque da Lamparina&lt;/i&gt;, de 1998, tendo o roteiro e a direção de Ítalo Maia. O filme retrata a vida sofrida do sertanejo do Brasil, mostrando seus sonhos, fantasias e criatividade ao encontrar uma lamparina mágica.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Finalizamos por aqui, com desejos de um ano novo repleto de emoções cinematográficas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;Até a próxima…&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-7231462050756377241?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/7231462050756377241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/7231462050756377241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2010/01/montagem-segunda-aula.html' title='Montagem – Aula 2'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/S1TDWMrq8zI/AAAAAAAAARo/T35kKpA71tg/s72-c/Guigo_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-8372276208096113752</id><published>2009-12-14T15:11:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T08:58:01.646-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rafael Ciccarini'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ricardo Mizrahy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia do Cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estudo'/><title type='text'>História do Cinema – Aula 3</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Por: Juliana Luiza&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fotos: Janaína Macieira&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vídeos: Henrique Lisboa&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black" align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black" align="justify"&gt;O genial Rafael Ciccarini, mais uma vez nos deu a honra de sua presença em nosso curso, impressionando a todos com sua infinita gama de conhecimentos sobre a história cinematográfica.   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/Syfw-qZVGbI/AAAAAAAAAOA/VhYZNnnmYuk/s1600-h/Imagem%20042%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 042" border="0" alt="Imagem 042" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/Syfw_judjsI/AAAAAAAAAOE/gR1tDXOTMdk/Imagem%20042_thumb.jpg?imgmax=800" width="340" height="263" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: maroon"&gt;&lt;b&gt;Cidadão Kane - Orson Welles&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A aula se iniciou elucidando o lendário “Cidadão kane” (&lt;i&gt;Citizen kane, 1941&lt;/i&gt;), dirigido pelo também lendário e extraordinário Orson Welles. O professor iniciou a aula explicitando a dimensão do filme para a história do cinema:&lt;/font&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="background-color: white; color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;É sempre um desafio. O Cidadão Kane continua sendo um dos filmes centrais da história do cinema. O meu interesse aqui não comprovar se este é o maior filme de todos os tempos. É preciso entender o por quê da impressão do filme. Quando falamos de cinema moderno, há várias coisas por trás; uma delas é Orson Welles. Se o neorealismo italiano foi fundamental para o cinema moderno, Orson welles no cinema americano, definiu a maneira de como o cinema olha para o real. &lt;i&gt;Cidadão kane&lt;/i&gt; é de 1941. É o primeiro filme da vida de Orson Welles, que tinha então 25 anos somente. Orson tinha uma experiência anterior na arte, através do teatroe&amp;#160; do rádio. Mas em matéria de cinema ele era completamente virgem. Assim, ele consegue entrar em Hollywood e fazer o filme que quisesse. Na hollywood de 30 e 40 era impensável essa liberdade. Nem Francis Cappra e Hughes tinham tanta liberdade. No Ci&lt;i&gt;dadão kane&lt;/i&gt;, a história do cinema é muito paradoxal. Ao mesmo tempo que que fez Orson Welles fazer um filme genial,&amp;#160; também causou muitos problemas, condenando a vida dele pra sempre.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxAdPsRYI/AAAAAAAAAOI/kIXrEucfWfE/s1600-h/Imagem%20050%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 050" border="0" alt="Imagem 050" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxBM8GB-I/AAAAAAAAAOM/hCts7msED3s/Imagem%20050_thumb.jpg?imgmax=800" width="324" height="248" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Neste ponto, o professor resumiu brevemente a trama do filme, que elucida a ascensão de um magnata malévolo da imprensa americana, Charles Foster Kane, que de garoto pobre no interior, se transforma num imperador dos meios de comunicação.&amp;#160; O professor salienta que o filme foi inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst, que é considerado um dos precursores da chamada “imprensa marrom”.&amp;#160; A imprensa marrom é a forma como podem ser chamados&amp;#160; os órgãos de imprensa considerados publicamente como sensacionalistas, que buscam alta audiência e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxCVkDD-I/AAAAAAAAAOQ/Wz-LCHz2eRo/s1600-h/image%5B2%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxDidcFmI/AAAAAAAAAOU/KmEEOZVNFr0/image_thumb.png?imgmax=800" width="174" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;i&gt;O jovem e belo Orson Welles.      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;O professor perguntou se alguém de nosso grupo havia assistido o filme. Surpreendentemente, alguns membros haviam assistido somente o fatídico e polêmico &lt;i&gt;“Muito além do cidadão kane”,&lt;/i&gt; um documentário da BBC de Londres, que faz uma dura crítica ao sistema Globo de comunicações. Segundo o professor, o nome foi inspirado no cidadão Kane, pelo fato do referido documentário tratar do tema da influência da mídia televisiva, que em meados de 1990 tinha predominantemente o domínio da emissora de Roberto Marinho.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Comenta o professor sobre a genialidade de Orson Welles:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;Orson Welles foi atrevido. Ele exige um contrato de liberdade criativa….e vai fazer um filme sobre o cara mais famoso dos Estados Unidos. É um filme crítico, de olhar ambíguo. O Charles Foster Kane é o mocinho (...), mas é também a figura má, de atitudes questionáveis. Esse olhar crítico e ao mesmo tempo ambíguo não é comum. O filme relaciona à grandiosidade à pequenez.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Cicarrini também comentou sobre um filme que Orson Welles fez no Brasil. Logo após &amp;quot;Citizen Kane&amp;quot;, Welles passou uma temporada no país, onde pretendia filmar o carnaval carioca para um seguimento de um documentário chamado “It’s all true”. O professor comentou:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;O Hurst tentou de todas as maneiras uma guerra contra Orson Welles, que ficaria indisposto com Hollywood inteira. No segundo filme dele por exemplo, o estúdio montou da forma que quiz o filme, e também queimou os negativos. Tem até a lenda que ele nadou no Rio Arrudas e m Belo Horizonte, e esta teria sido a melhor luz que ele já filmou. Tem também a história sobre uma suposta conversa dele com Juscelino Kubitscheck, onde tentava-se criar um polo cinematográfico no morro do chapéu.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Continuando, o professor prosseguiu, comentando mais sobre a trajetória de Welles e a lendária transmissão do programa de rádio que simulava uma invasão dos Estados Unidos por marcianos:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O Orson Welles, tinha desde os oito anos uma companhia de teatro em New York, chamada Mercury Theater. Ele fez uma montagem de Mcabeth, só com as pessoas do Harlem. No rádio, ele apresentava um programa nos anos 30. Há a famosa história, onde ele abriu o programa lendo um trecho do “Guerra dos mundos”. As pessoas começam a acreditar naquilo…o país começa a entrar em pânico. O Orson Welles ficou sabendo disso e intensificou a narrativa (…) Isso deu a maior confusão. Esse evento ficou famoso, ele teve que se explicar na polícia.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Neste instante, Ciccarini, comentou sobre o filme de Wood Allen &lt;i&gt;A era do Rádio, &lt;/i&gt;onde acontece uma alusão ao pânico criado por Orson Welles nos anos 30, no que diz respeito a esta narrativa de “A guerra dos mundos”:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Ele sai com a menina. De repente começa a narrativa…o Wood Allen sai correndo. É um momento interessante que ele alude aos anos 30.        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Ciccarini prosegue:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Nos anos 30, uma trajetória no teatro, literatura e poesia, era um caminho muito comum para o acesso a hollywood. Era previsível que ele fosse para Hollywood. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O ano de 1939, como eu já comentei aqui anteriormente,foi um ano muito especial para hollywood, onde foram produzidos filmes como &lt;i&gt;O Mágico de Oz, No tempo das diligências, E o vento levou&lt;/i&gt;, entre outros…&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Orson Welles queria ousar. Ele fecha com a RKO e começa a antipatizar a imprensa americana, pois ele nunca aparecia com o filme pronto…virou uma guerra, e uma ciumeira em hollywood. Orson Welles convida então o Mankiewicz para escrever o roteiro. Eles começam então a desenvolver o trabalho no filme. O e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;stúdio então descobriu que o filme era baseado no Hurst quando o filme já estava pronto. Assim, os próprios estúdios ofereceram 900.000 dólares pelos negativos do filme. Nesse momento se deu a guerra então…Orson Welles consegue criar um clima pós lançamento para o Cidadão Kane, que já era um filme controverso. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Orson Welles sempre negou que o filme fosse baseado no Hurst, que como personagem Charles Foster Kane, era casado e teve uma amante. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O filme começa com a morte de Charles Foster Kane. A palavra Rosebud é a chave do roteiro do filme. &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;“Rosebud”, segundo o professor, foi uma alusão ao orgão genital feminino.&amp;#160; Neste sentido, o autor Orson Welles reservou a palavra “Rosebud” para associar poeticamente àquilo que o personagem possuía de mais íntimo, de mais particular. Comenta o professor:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;“Só um cara de 25 anos, que achava que rea dono do mundo e gênio, poderia criar algum como isso”.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Ciccarini comenta mais sobre o filme:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O Cidadão Kane é importante por uma série de motivos como questão técnica, o fato de potencializar a linguagem e a mudança na maneira de filmar. Além disso, o filme não é linear….Isso faz com que o cálice de objetivo do filme melhore muito. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Como ele consegue articular esses componentes? E o lançamento do filme, como foi? A RKO lançou o filme com alguma timidez. Não foi com 30% de entusiasmo. O filme não é um fracasso de público, mas não é também um sucesso. Foi indicado ára 11 Oscars e somente ganhou 1, o de melhor roteiro original. John Ford comentou: “Não sei se esse é o Oscar que eu gostaria de ganhar”.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;O professor explicou que John Ford fez esse comentário justamente por todo o momento conturbado que marcou a produção do filme.      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxEfUMSYI/AAAAAAAAAOY/7y7GwBzNwNs/s1600-h/Imagem%20002%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="Imagem 002" border="0" alt="Imagem 002" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxFLeHhRI/AAAAAAAAAOc/0fXCGpccMGQ/Imagem%20002_thumb.jpg?imgmax=800" width="339" height="260" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Prosseguindo, Ciccarini deu início a exibição das primeiras cenas do lendário filme, elucidando que as letras garrafais que exibiam o nome de Welles, BY ORSON WELLES, diziam implicitamente todo o orgulho dele na criação do filme: “O filme é meu”, era o que estava implícito.      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxF7aNCrI/AAAAAAAAAOg/wkl_PnKG37E/s1600-h/Imagem%20001%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem 001" border="0" alt="Imagem 001" src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxGsNi8cI/AAAAAAAAAOk/MZRU2bvLTX0/Imagem%20001_thumb.jpg?imgmax=800" width="337" height="258" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Comenta o professor: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;i&gt;Já há uma ironia no início do filme com a frase “No trespassing” (Não entre) numa placa&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;. &lt;font color="#000000"&gt;Sobre o movimento de câmera e o jogo de luzes do início do filme, potencializado na famosa cena do castelo,o professor comenta:      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O que ele faz é justamente o contrário do movimento de câmera que não fora pensado até então. Ele não necessariamente criou nada, mas potencializou tudo o que tinha. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O Castelo de Charles Foster Keane vai ficando cada vez mais próximo. O filme é cheio de pequenas ilusões visuais. (…) Você está do lado de forma, aí a luz se apaga. Quando a luz acende novamente, você já está do lado de dentro do Castelo. O Orson Welles era um ilusionista. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;“Ele diz Rosebud e morre”. Os elementos são simbólicos. A neve é simbólica. A casinha, a câmera saindo de dentro são elementos simbólicos. Quando a câmera sai, ela em tese sai da metade objetiva. É um jogo de símbolos que a visualidade compõe. A neve está perpassando ali (…). &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Há também uma espécie de virtuosimo na chega que a enfermeira aparece. Estamos vendo a imagem fechada. Fica parecendo que é um erro, mas não é.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;Ciccarini também comenta das cenas da exibição do telejornal neste início do filme:    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;A trilha é de Bernard Herman, um dos maiores compositores de trilhas do cinema, que é o mesmo compositor de Psicose. As cenas mostram Charles Foster Kane numa maquiagem impressionante, já que Orson Walles tinha apenas 25 anos, e ali ele aparenta ser um homem bem mais velho.&amp;#160; Há um detalhe no filme: Para parecer mais velho, Orson Welles jogou o negativo no chão. Essa espécie de telejornal tem uma função narrativa de grande eloquência. Além de ser uma ironia, nós ficamos sabendo que o telejornal não está sendo exibido para o público, mas para alguns jornalistas. As primeiras informações são narrativas sobre o personagem. Dentro desta narrativa o roteiro é disparado em cima da procura por Rosebud.&amp;#160;&amp;#160; Há também a relação de ambiguidade no filme. O cara vai pesquisar quem foi Rosebud. O filme tem narradores diferentes, a verdade é subjetiva. Ninguém sabe quem é Charles Foster Kane. A verdade é relativa.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;No vídeo abaixo, cenas do início do filme. Não encontramos as cenas com as narrativas originais em Inglês, somente as cenas ditas em Alemão. Entretanto, as imagens resumem um pouco do contexto citado:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:0136247c-19f0-4433-93e7-56ed91dc8d5b" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="b3e0c9f5-f906-4d63-8377-5a2f8c49ba1a"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/mIVuTPWIarM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;O professor também comenta sobre o plano de transição mostrado no início do filme, que demonstra um projetor passando... No fundo, o cinejornal, que o telespectador descobre que nunca foi exibido para o público, mas sim para a imprensa, que o está assistindo. Diz o professor:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;A cena vai se desenvolvendo com apenas duas fontes de luz forte. Welles queria uma cena parciamente cura e parcialmente clara. O filme tenta exarcebar a ambiguidade das coisas: Claro e escuro/ Luz e sombra. O filme coloca a imprensa sobre um questionamento visual. Essa é uma fotografia muito influenciada pelo expressionismo alemão. O personagem fica escuro de um lado e iluminado de outro, o que seria tecnicamente errado. É muito interessante o recorte no rosto dos personagem. A luz fica na frente dele. Aí instaura-se a dúvida pela imagemm, que fica cheia de fumaça, não fica plana.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;Quanto ao movimento de câmera que aparece no letreiro da cena, o professor comenta:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;O movimento de câmera nesta cena é interessante.O efeito letreiro passar por dentro na fusão. A câmera sai de baixo e vai repousar no persoangem. A câmera continua se movimentando. O Orson Welles trabalha bem com o espaço onde está filmando&lt;/span&gt;.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #666666"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Em relação à profundidade de campo, o professor exemplificou com as imagens finais da sequência, onde se dá o diálogo entre Susan Foster Kane e hum homem. Diz o professor:        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;É a relação com o foco que dá profundidade ao campo. A silhueta em primeiro plano é homem e a do terceiro plano é Susan Foster Kane.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Ciccarini segue explicitando as cenas do filme, à partir da cena do “Diário do tutor”. Comenta o professor:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;O filme vai assumir agora o ponto de vista do diário. O narrador passa a ser o diário. A câmera se movimenta e entra metaforicamente o diário. Passou lá pra dentro.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Em relação aos planos de sequência, o professor comenta:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;O menino joga a bolinha de neve. Daí acontece o corte. A partir de agora começa um plano de sequência especial: O menino bricando, aparentemente é uma imagem normal. Mas a câmera começa a se movimentar para trás, nos revelando na verdade três pessoas na cena. A profundidade de campo faz com que o menino continue no quadro. O que está sendo discutido ali é o futuro do menino. A profundidade de campo, que mostra o menino numa imagem no meio, de fora da janela, brincando inocentemente, ajuda a complexidade&amp;quot;. Essa profundidade de campo é uma das mais notáveis do filme. O menino falando ao longe, a voz dele entrando…(..) não há corte. Orson Welles cria um móvel com roda- a câmera levanta e passa por ali. &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;Os outros diretores trabalham muito em corte. O Orson Welles nesta cena trabalha sem corte. O móvel com rodinha é algo que surge ali entre outras coisas. Ele consegue trazer a influência do teatro sem teatrilizar. Orson Welles&amp;#160; mantém o espaço para o ator atuar, não precisa cortar. O ator tem continuidade.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Abaixo a referida sequência citada, que infelizmente, apenas conseguimos encontrar com a narrativa também dublada em alemão:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:ec4b4b50-3001-44b0-96ea-f48656fe104b" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="3499aa1e-c6fd-4af7-af37-2b667ee2b257"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/lOIclxfzrw8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Já a sequência seguinte, mostra a cena, onde segundo professor, dáse uma passagem e vinte anos muito sutil, demonstrando assim uma elipse. A câmera baixa foca no menino olhando um adulto de cinema para baixo, demonstrando então o ponto de vista infantil daquela realidade. O guardião de Kane entusiasticamente lhe deseja “a Merry christmas e a imagem corta, com o tutor desejando “A happy new year” para Charles, já adulto. A sequência segue mostrando Orson Welles pela primeira vez no filme com o seu aspecto normal, de 25 anos. A cena mostra a redação de um jornal, com pessoas indignadas em relação a algumas manchetes. O professor comenta a questão de Orson Welles usar o teto rebaixado na cena:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;Não se via teto em hollywood. O Orson Welles quiz mostrar o teto no filme, inclusive rebaixado. Isso era novidade, por que ele gostava de lidar com lente e tamanho das pessoas. Quando assistimos esse filme, redimensionamos a própria idéia de cinema. Olha como o cinema é uma mentira…você só presta atenção no diálogo e no cenárío está rolando toda uma perspectiva.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;No vídeo abaixo, as referidas cenas:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:78d17a22-9ca6-4d52-8197-99cfa122cca3" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="45914ccf-e7d6-4ab3-8348-43fe39c4ec22"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/fu_ta_yTKbM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;     &lt;br /&gt;O professor ainda faz mais comentários sobre Orson Welles:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;“Os diretores de cinema passam a assistir o cidadão Kane, que se torna então referência.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Continuando a carreira, Orson Welles faz “Soberba” (&lt;i&gt;The Magnificent Ambersons, 1942&lt;/i&gt;). Dizem que havia um plano de sequência que foi um dos melhores de todos os tempos, mas que infelizmente se se perdeu. Dizem que ele chorou quando isso aconteceu. O filme tem um desfecho que não foi ele quem filmou, foi filmado por outro diretor.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;No filme A marca da maldade (Touch of Evil, 1958), o estúido mexeu em tudo. Mas você sabe que foi algo modificado. O estúdio fez uma versão póstuma e uma versão do estúdio. Orson Welles também filmou Shakespeare: Otelo e MacBeth. Um dos seus últimos fimes foi “Air for fake”.O cinema americano é cheio de paradoxos. O Orson Welles morreu gordo e teve uma vida muito difícil.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Ainda sobre o Cidadão Kane, o professor comenta:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #404040"&gt;“O filme foi indicado a 11 oscars, mas desaparece nos anos 40. A RKO tira as cópias de circulação. A crítica americana constrói um outro discurso sobre a figura de Orson Welles. Então, desta forma, muitos diretores americanos apssam a ser valorizados pela crítica Francesa, como Alfred Hitchcock”.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Neste momento, o professor traz a lembrança do filme “Dirigindo no escuro (Hollywood Ending – 2002), onde Wood Allen interpreta um diretor cego. Neste filme, a crítica francesa o elogiou muito. Segundo o professor, em uma dada ocasião, Woddy Allen comentou: &lt;i&gt;“Ainda bem que existem os franceses”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon"&gt;Film Noir&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;A aula prosseguiu&amp;#160; elucidando o estilo “Film Noir. Comenta o professor:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;“O nome film noir foi dado aliás pela crítica francesa. Neste estilo, há a predominância do preto, da sombra, e da escuridão…algo bem semelhante ao kane. Geralmente tramas policiais, crimes, poluição são coisas inerentes a esse tipo de filme. Existe também a possibilidade da idéia da verdade. Ninguém confia em ninguém. A trama vai sempre te enganando. A verdade é sempre mutável e transitória. Mas ao mesmo tempo muito encantador. No filme Fame fatale, com Humprey Bogart, por exemplo, existe o aspecto da sedução, que é também ambíguo. Existe também uma mistura de glamour com crítica. O visual do noar clássico é portanto o constraste de claro e escuro (…). Esses filmes foram mais comuns nos anos 40 e 50. Mas mesmo o cinema colorido tem alguns exemplos, intitulados de Noar Moderno. Podemos dar o exemplo de &lt;i&gt;China Town&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Blade Runner&lt;/i&gt;.&amp;#160; Esse estilo tem a influência do expressionismo alemão..e existe um vazio, você naõ sabe como é a verdade.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;Os clássicos do cinema noar são &lt;i&gt;Pacto de sangue, Laura, A beira do Abismo e A marca da Maldade,&lt;/i&gt; que são de meados das décadas de 40 e 50. Nos anos 90, o filme Los Angeles cidade proibida traz um pouco deste estilo. &lt;i&gt;Sin city&lt;/i&gt;, de Robert Rodrigues e &lt;i&gt;Femme Fatale&lt;/i&gt;, de Brian de Palma também mostram também. O Casablanca tem também algo do Noar. O Bogart é uma figura do Noar.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon"&gt;Neorealismo Italiano&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;O professor deu prosseguimento a aula abordando a questão do Neorealismo Italiano, qu segundo ele, é um momento central e definidor da história do cinema. Comenta o professor sobre esse aspecto:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;O neorealismo italiano é o momento da história em que a história do cinema se bifurca. Rosselini vem modernizar. No período pós guerra, 1945, onde a Itália havia perdido a guerra, o que acontece nesse momento, é que até pelo facismo, os cineastas estão interessados em mostrar a realidade do país. O neorealismo traz então atores amadores e uma idéia fortemente neorealista. É um cinema que quer mostrar, mas não encenar a realidade. (…) .O estúdio principal Italiano da época, a Cinecittá, estava quebrada. É mais um cinema pensado á partir das condições.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;O paradigma até então era do cinema de estúdio, com bastante dinheiro e equipamentos. Chega então o cinema neorealista, que não tem tripé e não tem muita luz, como em vidas secas, dirigido por Nelson Pereira dos Santos, onde a fotografia é arídissima. (…)      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;O cinema realista lida com pessoas comuns e tem um enredo simples. Neste momento, o cinema, ao invés de buscar histórias complicas, comoeça a lidar com histórias que começam a ser simples. Tolstói diz que &lt;i&gt;&lt;b&gt;Se quiser ser universal canta a sua aldeia.          &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;No Neorealismo há uma mudança de paradigma. Fala-se muito do presente,tudo é quase documental. É um cinema que vai direto na realidade. Esse movimento do Rosselini, esse ato de pegar a câmera e ir para a rua liberta o cinema: &lt;b&gt;&lt;i&gt;Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça (...).&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;O neorealismo em um dado momento, começa a influenciar o cinema americano. Em Roma Cidade Aberta, Rosselini mostra a resistência contra os nazistas em roma. É quase um documentário sobre a Itália pós guerra. (…). Os filmes Noar são belos, mas tristes.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Neste ponto, o professor conta algo sobre o citado filme, o que definiu com uma semifofoca:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div style="color: #444444" align="justify"&gt;O Roma Cidade Aberta chega nos USA. A Ingrid Bergman fica apaixonada pelo roteiro do filme…e resolve então ir a Itália conhecer o Rosselini e se apaixona por ele”. O Rosselini fez a trilogia da guerra: Roma Cidade Aberta (1945), Paisà (1946), Alemanha, ano zero (1948).      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="color: #444444" align="justify"&gt;O neorealismo dura enquanto dura o contexto do Rosselini. Então, o neorealismo enquanto força vai até a década de 50. Talvez seja esse um dos momentos que mais influenciaram o cinema, que dura cerca de 10 anos. (...) O Glauber Rocha foi uma das figuras que trouxe o estilo Noar para o Brasil.      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxLpbSeVI/AAAAAAAAAO0/5-FfaA8SzGo/s1600-h/image%5B22%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxMtuDjiI/AAAAAAAAAO4/jEOwFqKJiVs/image_thumb%5B14%5D.png?imgmax=800" width="166" height="206" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxOOZ4JaI/AAAAAAAAAO8/X2usPGtlYyY/s1600-h/image%5B21%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxPPKesGI/AAAAAAAAAPA/3C7QCGsVzLE/image_thumb%5B13%5D.png?imgmax=800" width="175" height="197" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="color: #444444" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black"&gt;A belíssima Ingrid Bergman e Roberto Rosselini          &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;A aula prosseguiu com a exibição de belíssimas e tocantes cenas do filme Ladrões de Bicicleta (1948), de Vittorio de Sica, que de acordo com Ciccarini é um dos clássicos do cinema neorealista. O professor comenta:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;Esse é um filme importantíssimo na história do cinema. O Kane, O Encouraçado Potemkin e Ladrões de Bicleta, ficam brigando para ser o melhor filme…      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;O filme mostra pai e filho, que são atores amadores, abaixo cenas do filme:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:47d1b528-774c-4516-8f4e-a541c6c25686" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="445d7d1e-1e2a-4e15-9c78-7b5f940a65f6"&gt;       &lt;div&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/B2Ut4E04ZwA&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;     &lt;br /&gt;A trama da história se inicia quando Antonio Ricci é seleccionado para um trabalho que consiste em colocar Posters pela cidade. O grande problema é que o trabalho exige uma bicicleta e ele tinha acabado de vender a sua para conseguir sustentar a família por mais algum tempo. Sem outra hipótese, Antonio e a sua mulher Maria regressam à loja de penhores para tentar recuperar a bicicleta, trocando-a por outros bens que ainda tinham. Tragicamente, logo no primeiro dia de trabalho, a bicicleta é roubada. Desesperado, Antonio começa a vasculhar toda a cidade com o seu filho Bruno,em busca da preciosa bicicleta. É essa busca através dos mais variados locais que centraliza toda a narrativa. do filme.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;     &lt;br /&gt;Comenta o professor, mostrando as cenas do vídeo:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;Quem escreveu o roteiro foi Zavattinni, que se baseiou em várias histórias conhecidas.O neorealismo tem um aspecto documental. Parece que realmente a rua foi filmada. O plano aberto da rua interfere o mínimo possível na realidade. O De Sicca tinha métodos no limite do questionável…Por exemplo, ele acusou o menino do filme de ter roubado algo, só pra fazer ele chorar….Parece que ele fez uma terapia de choque.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;A fotografia do filme é mais escura. Dizem que um desses carros não estavam combinados. Eu já vi essa cena mais de 30000 vezes. Esse filme tem um simbolismo bonito. O menino desconstruindo a figura paterna. O filho devolvendo o chapéu pro pai (…) é uma atuação rica. O De Sicca filma muito. O que acontece no final? Nada! Eles morrem de fome!      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Syf4gctOTQI/AAAAAAAAAQA/hgvbTYROxjo/s1600-h/Imagem+063.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Syf4gctOTQI/AAAAAAAAAQA/hgvbTYROxjo/s320/Imagem+063.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;A aula prosseguiu abordando Luchino Visconti, que segundo o professor, é um dos grandes artistas Neorealistas. Comenta o Rafael Ciccarini:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;O Visconti fez o filme Obsessão, de 1942. Alguns o consideram como sendo o filme pioneiro do neorealismo. Esse filme tem uma trama comum, onde uma mulher planeja com o amante o assassinado do marido, e vem com uma centelha neorealista. Outros filmes neorealistas de Visconti são “&lt;i&gt;A terra firme”&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;“Belíssima”.&lt;/i&gt; Ultrapassando o Neorealismo, Visconti fez filmes como &lt;i&gt;Rocco e seus irmãos&lt;/i&gt;, O&lt;i&gt; Leopardo&lt;/i&gt; e&lt;i&gt; Morte em Veneza.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon"&gt;O cinema pelo mundo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;Ciccarini prosseguiu a aula, dando ênfase a alguns diretores que ajudaram a construir a história do cinema, nas décadas de 40 e 50. O professor comenta:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div align="justify"&gt;“ Não dá pra falar em movimento. Dentro dessa faixa temporal eu elegi alguns diretores.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;Ingmar Bergman, foi um dos diretores mais célebres da história do cinema. Ele se tornou um nome conhecido e respeitado e lidava com questões centrais e filosófica, como a morte, a culpa e a existência. (…) Todo artista precisa fazer arte e Bergman vai sem nenhum tipo de pudor tentar descer ao lugar mais fundo. Quase nunca foi uma experiência leve ou prazeirosa. Bergman é também diretor de tearato e começou a fazer filmes na década de 40. Berger se aprofunda na alma feminina”.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div align="justify"&gt;Neste instante, Janaína, integrante do nosso grupo, fez uma comparação com Chico Buarque, por que o mesmo é tido como um dos artistas brasileiros que mais entendem a alma feminina.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxR22EoiI/AAAAAAAAAPI/eDfccYiEhCI/s1600-h/image%5B25%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxTF3NrfI/AAAAAAAAAPM/kserEl-TCQA/image_thumb%5B15%5D.png?imgmax=800" width="216" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Ingmar Bergman e Chico Buarque de Hollanda…poetas da alma feminina&lt;/span&gt;?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Ciccarini citou algums filmes produzidos por Bergman, como Sonata de Outono, onde ele contrascenou com a belíssima Ingrid Bergman, que curiosamente não é sua parente, &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxUHmUqKI/AAAAAAAAAPQ/TPdLwdHZCEI/s1600-h/image%5B28%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="right" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxVL12vrI/AAAAAAAAAPU/VDaxdXMI0xg/image_thumb%5B16%5D.png?imgmax=800" width="190" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;como o sobrenome e os &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;nomes que são parecidos poderiam sugerir. Outros filmes que foram produzidos por ele são Persona, Gritos e Sussuros (1956) e Os morangos Silvestres (1957).&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;    &lt;div style="color: black"&gt;O professor salienta que Bergman lida com o rosto de uma maneira singular e potente:&lt;/div&gt;    &lt;div style="color: black"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;     &lt;p&gt;Bergman demonstra que o cinema é a arte que mostra a verdade do corpo humano como nenhuma outra. Bergman não é o cineasta para você ir com a turma assistir e comer pão de queijo. Para assistir os seus filmes se faz preciso uma certa sensibilidade e um certo sexto sentido.&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A aula prosseguiu abordando a figura de Fellini. Comenta o professor:&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div style="color: #444444" align="justify"&gt;“Fellinni é alguém que construiu um universo extremamente particular, com noções de fantasia, de verdade e mentira, que são noções muito difundidades. O ser humano em sua visão é também o sonho que ele ainda não foi. Neste sentido, a ficção é um documentário da alma. Uma das obras primas do Felini é o filme &lt;i&gt;“Eu me recordo”,&lt;/i&gt; onde ele rememora sua infância. O filme traz um mergulho visceral na vida que ele teve ou que ele queria ter tido.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;No filme&lt;i&gt; oito e meio&lt;/i&gt;, Fellini constrói uma espécie de alterego, uma espécie de autocrítica em relação ao cinema, talvez abordando a questão dele ser um dito mulherengo…O filme tem algo relacionado com paciência e tolerância. Vale à pena dar uma chance ao filme. É um dos filmes mais oníricos da históri&lt;/span&gt;a.&lt;/div&gt;    &lt;div align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxWRXVS4I/AAAAAAAAAPY/61wYdnWRMvU/s1600-h/image%5B31%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxXfsEtWI/AAAAAAAAAPc/NL_V48-QObY/image_thumb%5B17%5D.png?imgmax=800" width="206" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Frederico Fellini          &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;A aula prosseguiu abordando a figura de Luis Bunel, que segundo Ciccarini foi um grande gênio do cinema espanhol. O professor elucida:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;div style="color: #444444" align="justify"&gt;Ele produziu o Cão Andalluz….e tem uma carreira longa e variada. Foi talvez o grande anarquista a história do cinema. Com uma capacidade crítica, ele lia com muito humor. Seus temas prediletos são a igreja e o moralismo. Ele ironiza ricos e pobres. No filme &lt;i&gt;Veridiana ,&lt;/i&gt; por exemplo, ironiza a Santa ceia. Nos anos 50 ele filmou &lt;i&gt;Os Esquecidos, &lt;/i&gt;que mostra de certa forma como os valores se submetem à realidade.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="color: #444444" align="justify"&gt;Em &lt;i&gt;O Anjo exterminador (1962),&lt;/i&gt; ele mostra a Burguesia aristrocrata jantando. Na hora de ir embora as pessoas não conseguem deixar a sala. Surrealmente as pessoas não conseguem deixar a sala. O filme tem interpretações marxistas, na medida em que se concebe numa metáfora das próprias prisões que os homens criam. O homem se faz prisioneiro das próprias convenções.&lt;/div&gt;    &lt;div style="color: #444444" align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="color: #444444" align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxaN0bJuI/AAAAAAAAAPg/aXsop_0W0Ag/s1600-h/image%5B34%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxbWqI7AI/AAAAAAAAAPk/PKeYmKSfiNw/image_thumb%5B18%5D.png?imgmax=800" width="209" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black"&gt; &lt;i&gt;Luiz Bunuel          &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;O professor finalizou sua excelente explanação comentando de Billy Wider, que segundo ele é um dos grandes carpinteiros do roteiro e fez todos os gêneros. Comenta Ciccarini que os seus principais filmes foram:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;1-&lt;i&gt; Pacto de sangue&lt;/i&gt;, que tem o estilo Noar. 2- &lt;i&gt;Farrapo Humano&lt;/i&gt;, com Willian Hurts, que linda com o tema do alcoolismo. 3-&lt;i&gt;A montanha dos abutres&lt;/i&gt;, com Kirk Douglas. 4- &lt;i&gt;Testemunha de acusação&lt;/i&gt;, que é um thiller. 5-&lt;i&gt;Se meu apartamento falasse&lt;/i&gt; e 6-Quanto mais quente melhor, com Marilyn Monroe.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon"&gt;Estudo: Grupos Espíritas – 2ª Parte / Ricardo Mizrahy&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxcIL8lSI/AAAAAAAAAPo/9RKg4QgOIug/s1600-h/Imagem%20065%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Imagem 065" border="0" alt="Imagem 065" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/Syfxc9VDyNI/AAAAAAAAAPs/5TiqoImKN-A/Imagem%20065_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="200" height="152" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxdkT-qbI/AAAAAAAAAPw/sMMEb4sf-6o/s1600-h/Imagem%20068%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Imagem 068" border="0" alt="Imagem 068" src="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SyfxeAVd33I/AAAAAAAAAP0/2qIz2P5VeUY/Imagem%20068_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="202" height="155" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Nossa aula, teve prosseguimento com o estudo de excelente Ricardo Mizrahy Polakiewicz, que dissertou mais uma vez sobre os aspectos do trabalho em grupo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Abaixo, postamos a 2ª parte do o excelente estudo feito pelo Ricardo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="225" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8180236&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8180236&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Abaixo segue a apresentação de slides usada por Ricardo.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;div style="text-align: left; width: 425px" id="__ss_2735738"&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="355" style="margin: 0px;" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=trabalhoemgrupo05-12-09-091217044930-phpapp02&amp;amp;stripped_title=trabalho-em-grupo" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=trabalhoemgrupo05-12-09-091217044930-phpapp02&amp;amp;stripped_title=trabalho-em-grupo" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; Um dos destaques de nossa aula foi o Hilário Henrique Lisboa, que chegou à nossa aula fazendo uso de um psicodélico capacete...Não sabemos ainda o motivo do uso do referido capacete.... Mas Henrique continua sendo motivo de muitos risos em nossa turma. Que ele continue sempre com essa alegria!&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Syf3sOpZ9CI/AAAAAAAAAP4/a7JTMtpgeH0/s1600-h/Imagem+059.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Syf3sOpZ9CI/AAAAAAAAAP4/a7JTMtpgeH0/s320/Imagem+059.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="right"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ABRAÇOS A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-8372276208096113752?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8372276208096113752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8372276208096113752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/12/terceira-aula-historia-do-cinema.html' title='História do Cinema – Aula 3'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/Syfw_judjsI/AAAAAAAAAOE/gR1tDXOTMdk/s72-c/Imagem%20042_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-8029392388930669063</id><published>2009-12-09T14:49:00.000-08:00</published><updated>2009-12-15T14:14:17.786-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ricardo Mizrahy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Costa Val'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estudo'/><title type='text'>Aula de roteiro – Aula 4</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Por Juliana Luiza&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Vídeos: Henrique Lisboa &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nosso curso prosseguiu com a quarta aula de roteiro, proferida pelo excelente Claúdio Costa Val, que mais uma vez encantou a todos com sua enorme gama de conhecimento e paixão pela sétima arte. Claúdio iniciou a aula resumindo a aula anterior, onde ele havia abordado a noção sobre as chamadas cenas essenciais, que foram então definidas da seguinte forma:      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;b&gt;1-Cenas Essenciais&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;br /&gt;1.1- Cenas de Exposição         &lt;br /&gt;1.2- Cenas de Preparação         &lt;br /&gt;1.3- Cenas de complicação.         &lt;br /&gt;1.4- Cenas de clímax         &lt;br /&gt;1.5- Cenas de Resolução&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Neste sentido, Costa Val elucidou:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Escrever um roteiro é montar um quebra cabeça. É pensar qual o momento eu introduzo ou reintroduzo determinada informação. O conflito é casado com o personagem...com seus problemas e obstáculos. O protagonista está sempre em conflito. Existem situações arquétipas das mazelas humanas como se vingar de alguém por exemplo. O ponto alto do gráfico gramático é o clímax."&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Recapitulando a questão das cenas de exposição, Costa Val elucidou o clássico de Alfred Hitchcock,&lt;i&gt; A sombra de uma dúvida (A shadow of the doubt,1942)&lt;/i&gt;. No filme, o personagem Charlie Oackley é um criminoso que seduz e mata viúvas. Para fugir da polícia, ele acaba indo visitar sua irmã Emma, que vive com seu marido e sua filha Charlie. Com a convivência, Charlie - a sobrinha - começa a cada dia mais desconfiar de que seu tio não seja realmente a pessoa que diz ser. Salienta Costa Val:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Este era o filme que Hitchcock mais gostava e foi totalmente feito em estúdio. O Hitchcock constrói um filme didático sob o aspecto dramático e sob o aspecto de planos e enquadramentos. Ele contextualiza a cidade, como se fosse o "era uma vez" de uma determinada história; Fazendo uma contexualização geográfica, ele mostra os planos gerais e conjuntos: Nesta rua, nesta casa, nesta janela. O Hitchcock só coloca em cena aquilo que é fundamental.".&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Prosseguindo a revisão sobre a noção de exposição no desenvolvimento do roteiro, o professor descreveu uma cena, onde se faz nítida a incrível habilidade do mestre Hitchcock na apresentação de um determinado contexto:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Entra a criada: senhor Charlie...tem dois homens querendo falar com o senhor. O Charlie vê um cara parado em frente ao prédio-aí já aparecem interrogações no telespectador. Charlie desce pela rua e passa entre os dois caras, que começam a andar atrás dele- Aqui ele já nos apresentou o filme, sem nos apresentar nada. Depois, o telefone. Não sabemos para onde ele está ligando. (...).        &lt;br /&gt;No entanto, 90% do filme se passa em Santa Rosa, na California, onde se dão as cenas de preparação. Quem é esse Charlie? Nas cenas de preparação ele chega em Santa Rosa. Descobrimos que a menina é a sobrinha. Em diante se dão as cenas de complicação. No filme, o elemento complicação aparece no começo, com as cenas da polícia procurando o assassino de viúvas".&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val ainda salienta que é interessante perceber que não existe uma regra muito clara na exposição. No filme citado, a exposição, através dos planos e enquadramentos, foi feita geograficamente.O professor, abordando outro aspecto da questão dos planos e enquadramentos citou o filme "Encurralado", (Duel 1971):&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Um caminhoneiro alucinado persegue um cacheiro viajante. O antagonista é o caminhão. É como se fosse personificada a máquina, através de planos e enquadramentos mirabolantes. (...) O clímax é o precipício- breve momento para onde tudo se converge".&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste instante, nosso colega Fred faz um comentário:" Sem o clímax você não chega na resolução". &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Prosseguindo, Costa Val salienta que é interessante ver os bons filmes para entender os aspectos de introdução:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na mobilidade da câmera e nos aspectos da montagem o trabalho é desenvolvido casado com o drama.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor ainda citou outros elementos,que integram todo o contexto da ação cinematográfica, salientando que a música acompanha o drama. Segundo ele existem também filmes sem música nenhuma, como &lt;i&gt;"Entre os&lt;/i&gt; &lt;i&gt;muros das escola" ((Entre les Murs, 2008&lt;/i&gt;), que trata a questão dos segregados nas escolas francesas, onde o tratamento não é igual. Segundo Costa Val o filme parece um documentário, foi estruturado narrativamente como um documentário. Abaixo, cenas do filme:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9EAdkrVbzjU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9EAdkrVbzjU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Costa Val também citou a ausência de música do filme &lt;i&gt;"A casa de Bernarda Alba"&lt;/i&gt;, baseado na peça de Garcia Loca: O filme é sombrio, passado na casa da Bernarda Alba. Depois da morte de seu marido, Bernada Alba obriga suas filhas a seguir um rígido luto que não as permite nem sair de casa. A música somente volta no final, com um flamenco fandando. O final é extremamente trágico...       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Abaixo cenas do filme:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4rZd_u65Y6o&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4rZd_u65Y6o&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A aula prosseguiu abordando a questão das cenas intermediárias de ligação (ou transição). O professor estruturou esta abordagem da seguinte forma:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Conexão orgânica entre as cenas-&lt;/b&gt;O que se faz importante neste sentido são por exemplo os aspectos da temporalidade e da contextualização geográfica.       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;2.1 Cenas de Passar do tempo- &lt;/b&gt;Neste sentido o professor citou a cena de uma "&lt;i&gt;abóboda celeste passando&lt;/i&gt;", quando rapidamente o sol vai surgindo no horizonte. Nuvens são também elementos de passagem de tempo. Para ilustrar a questão da passagem de tempo, Costa Val citou o clássico "&lt;i&gt;O Selvagem da motocicleta"&lt;/i&gt; &lt;i&gt;(Rumble fish, 1983&lt;/i&gt;)de Francis Ford Coppola. No filme as primeiras cenas que se vê são imagens de nuvens em alta velocidade, nos remetendo a certa visão do apocalipse, dos finais dos tempos.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diz Costa Val: " &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"O Coppola insere durante todo o filme uma cena de céu que não é somente passagem de tempo. Isso é reicidente no filme. Costa Val ainda salienta que nas cenas de passagem de tempo, o objetivo é mostrar a transição da história. A natureza é elíptica. Clichês como um relógio na parede, ou as folhinhas(calendário) passando depressa, ou as cenas de um jardim onde caem folhas, que vão ficando secas...ou as cenas de um jornaleiro entregando vários jornais, denotam passagem de tempo".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Abaixo cenas do filme:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2cebc6f3-cc1a-4e02-888b-112ae4154dc2" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="c42ca22d-1e78-4b05-8773-36a4e1c4c8b8" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;embed height="355" src="http://www.youtube.com/v/7voEoWRKbAE&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Neste sentido, o professor citou a comédia romântica, &lt;i&gt;“Um lugar chamado Nothing Hill” (Nothing Hill, 1999),&lt;/i&gt; com Julia Roberts e Hugh Grant. No filme, o personagem de Hugh Grant, um inglês que tem uma vida provinciana, apaixona-se pela personagem de Julia Roberts, que é uma famosa atriz de Hollywood.&amp;nbsp; Salienta Costa Val:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"No filme, uma belíssima cena de passagem de tempo é mostrada no terceiro ato do filme, demonstrando a passagem do período de um ano através do esteriótipo das quatro estações. Neste sentido é mostrado o cenário de uma feira de rua, onde Hugh Grant está andando. Numa caminhada passam-se as quatro estações".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;Abaixo um vídeo da referida cena:    &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HOzpULmEhQI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HOzpULmEhQI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;        &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val ainda acrescenta que podemos demonstrar passagem de tempo às vezes com um simples corte ou com uma legenda:&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Uma Casa pegando fogo numa noite e amanhecendo em ruínas no dia seguinte, também demonstra passagem de tempo."&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor também citou o filme &lt;i&gt;“As horas”&lt;/i&gt;, (The Hours) onde a atriz Nicole Kidman, irreconhecível fisicamente, interpreta Virgínia Wolff. Diz Costa Val:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“ O filme se dá em três histórias paralelas. Começo do século, meio do século e atualidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Continuando, o professor cita a demonstração de passagem de tempo no referido filme: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“ Em frente ao espelho, Virgínia Wolff enxágua o rosto. Quando se levanta, outro personagem aparece". &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentido, portanto, aparece o conceito do corte, na “emenda”, por assim dizer, de épocas diferentes. Abaixo, as cenas citadas do referido filme, que ainda tem no elenco as excelentes Meryl Streep e Julianne Moore:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-uxIWToq7c8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-uxIWToq7c8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Diz o professor que se faz preciso a criatividade no cinema. Neste sentido, o professor elucidou o filme o filme Profissão repórter (The passenger-1975), com o excelente Jack Nicholson. No filme, o personagem de Nicholson interpreta um jornalista esgotado em relação à própria vida, que troca de identidade com um homem morto. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na cena onde Nicholson assume a indentidade do morto, a câmera “corta”eu seu personagem, demonstrando que o tempo passou rapidamente.Relembrando uma conversa que teve com o falecido, o personagem logo étrazido para o cenário onde ele começa a elaborar a troca deidentidade. Neste sentido, acontece,demonstrando a questão da transiçãodas cenas (Fade in, fade out segundo o professor).      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Abaixo, as cenas elucidadas do referido filme:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BBFQ671QD_I&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BBFQ671QD_I&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;2.2- Cenas de contextualização geográfica      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Onde se passa a ação? Na questão as novelas televisas se dá a questão do resgate do plot remoto. Diz Costa Val:     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Constamentemente eu tenho que lembrar o telespectador onde está acontecendo a ação”. Assim a faixada de um casarão ou a faixada de um prédio são elementos de recaptulação das sequências anteriores.Por outro lado, o cinema tem uma narrativa monomórfica, que aborda o mesmo assunto em toda a narrativa. Acontece uma narrativa contínua e sem corte".&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste instante, o professor abordou a lembrança do inesquecível clássico de Stanley Kubrick, "&lt;i&gt;2001, uma odisséia no espaço"&lt;/i&gt; (2001, a space odissey, 1968). Costa Val comenta que se faz lamentável a exibição neste filme na tv, na medida em que sequências antológicas são cortadas.       &lt;br /&gt;Segundo ele,a interrupção com o&amp;nbsp; comercial tira todo o efeito de cenas como aquela onde o macaco joga o osso para cima, fazendo uma espécie de fusão com a nave espacial.       &lt;br /&gt;Abaixo a referida cena:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CDAWszeZtNg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CDAWszeZtNg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Continuando ainda a enfatizar o aspecto da linguagem televisiva, Costa Val comenta:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“A narrativa televisiva, de network, se sustenta pelo diálogo. A linguagem é massiva, , com break de 12 em 12 minutos aproximadamente"&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Comparando à linguagem televisão ao cinema, o professor acrescenta: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“No cinema o que sustenta é a ação. Um plano geral, como um vale enorme,ou uma carroça tem um certo impacto. Já na tv, uma corraça é um beicinho de pulga”.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentido, o professor fez uma piada em relação ás dimensões mínimas da televisão se comparadas ao cinema. Outra comparação em relação à exibição televisiva, foi feita com o já citado “2001, dizendo que tudo se perde numa telinha.      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;O professor, também comparando a questão das exibições na tv e no cinema, fez uma crítica a um filme produzido por ele próprio, A cartomante. Diz o professor:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“ Eu finalizei esse filme em película. Eu não fiz uma cena de contextualização geográfica. Me faltou um plano que passou batido. Faltou uma plano dentro da casa do Camilo para a casa do Vilella. Para o vídeo, eu fiz uma fusão que resolveu. Mas em película isso é muito difícil e caro. A contextualização geográfica muda a sequência. A função desse tipo de cena é demonstrar onde acontecem as ações. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Abaixo cenas do curta produzido por Costa Val no ano de 2000:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OgELkkwNP14&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OgELkkwNP14&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Neste instante, o professor elucidou que sempre que se produz algum roteiro, se faz necessário fazer duas perguntas:       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;b&gt;1) De que trata a história?        &lt;br /&gt;2) Como contar a história? O roteiro sugere alguma coisa?         &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentido ele elucidou que se pode encontrar elementos em outras obras:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Eu li seis traduções diferentes de Mcbeth.”&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;A aula proseguiu com Costa Val abordando os outros aspectos da estruturação das cenas na ação direta:&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;3- Cenas de flashback:&lt;/b&gt; Têm função dramática, denotando uma volta no tempo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3.1- Flashback explicativo-&lt;/b&gt; Há uma justificativa de cenas que aconteceram anteriormente. O roteiro neste sentido, preserva a ação direta e a ordem cronológica dos fatos ocorridos. -     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.2-Flashback evocador-&lt;/b&gt;Evoca a lembrança, evoca uma memória. Traz aspectos ocultos do personagem; do seu passado remoto ou recente que tem uma conexão com o presente. O professor acrescenta:     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Eu nunca escrevi num roteiro a palavra flashback. Eu nunca escrevo frases como s&lt;i&gt;eus olhos se perdem nas lembranças.&lt;/i&gt;..O flashback precisa ter uma função dramática".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para ilustrar um pouco mais a questão dos flashbacks, Costa Val fez menção do filme “Os últimos passos de um homem” (Dead man walking), com Sean Pean e Susan Saradon.      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"No filme, Freira que trabalha junto à comunidades carentes decide responder às cartas de um homem condenado à morte. Ela passa a visitar o homem no presídio e acaba criando um vínculo de amizade. Na narrativa, em um determinado momento, o telespectador pode duvidar se o crime foi cometido ou não. O uso de flashbacks é um elemento importante na ação: “No filme, o telespectador duvida em um certo momento se o crime foi cometido ou não”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.4- Flashback atípico-&lt;/b&gt;Demonstram fragmentos de um determinado acontecimento, mas não demonstram realmente o que aconteceu.       &lt;br /&gt;Durante todo o filme &lt;i&gt;“Dead man walking”&lt;/i&gt;, por exemplo, são mostrados fragmentos dos crimes supostamente cometidos pelo personagem de Sean Penn; mas esses fragmentos não são mostrados claramente, causando então a dúvida no telespectador.       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Salienta Costa Val sobre o fi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;lme:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Atores como Sean Penn, Susan Sarandon e George Cloney são críticos da sociedade americana. Minutos antes do personagem de Sean Penn ser executado, ele finalmente admite a culpa. Aí vem finalmente o flashback explicativo mostrando como foi toda a sequência do crime”&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val também cita a frase, que marcou as últimas cenas do filme, proferida pelo executado Sean Penn, que teria o direito de dizer suas últimas palavras: &lt;i&gt;“Eu acho que matar é errado. Eu errei e todos vocês estão errando comigo”.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda incrementando a questão dos flashbacks, Costa Val trouxe à tona o belíssimo filme “Herói” (Hero, 2002),do diretor Zhang Yimou, tendo Jet Li no elenco. Com poderes sobrenaturais e muita coragem, um soldado, Sem Nome (Jet Li), parte em uma missão de vingança contra o terrível exército que massacrou o seu povo. Segundo Costa Val, o filme demonstra a educação para a estética:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Esteticamente o filme é bonito e é todo constrúido em flashs. O filme é recheado de coreografias e começa com o imperador contando uma história. Cada vez que volta um flashback a cor muda, em razão do caráter e da intencionalidade que ou autor constrói para o seu personagem. No final do filme, uma nuvem de flechas deixam a forma do imperador no portão do palácio”. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;4- Outros tipos de cena&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.1 Cenas oníricas - &lt;/b&gt;Costa Val concebe essas cenas como cenas de sonhos. Segundo o professor, essas cenas de sonhos tem uma função dramática interessante, pois são por vezes esteticamente diferentes e trazem à tona aspectos do personagem. Segundo o professor, as cenas oníricas trazem o questionamento: &lt;i&gt;Até que ponto existe a diferença entre o real e o imaginário"? &lt;/i&gt;As cenas oníricas geralmente têm um tratamento à parte. (...). O professor também comenta sobre sua própria experiência em relação a esse tipo de cena:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"A cada vez que aparece uma cena de sonho num filme eu procuro colocar um elemento a mais...vou avançando na história".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;4.2- Cenas de flashfoward-&lt;/b&gt; O professor define essas cenas como sendo uma espécie de avanço no tempo, se traduzindo portanto num avanço no tempo.       &lt;br /&gt;Para exemplificar esse tipo de cena ele citou o filme Premonição (&lt;i&gt;Final destination- 2000&lt;/i&gt;). O filme, que o professor e vários membros de nosso grupo consideram como sendo Minutos antes da decolagem de um vôo para Paris, um garoto tem uma premonição de que o avião explodirá logo que os motores se ligarem. realmente muito ruim, aborda a questão da visão do futuro.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda sobre a questão do flashfoward, o professor comentou os filmes de comédia, onde um determinado personagem imagina uma mulher estonteante e de repente ela se transforma num monstro. Costa Val também comentou sobre o filme “A hora da zona morta” (The dead zone, 1983), do diretor David Cronenberg, com Christopher Walken. No filme, um Homem passa a ter visões do futuro, depois que desperta de um longo coma. Comenta Costa Val:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;“O personagem principal é um vidente e o filme é recheado de flashfowards (...). Um menino com patins vai morrer por exemplo, essa situação vai atormentá-lo. Ele descobre um político que causaria a terceira guerra mundial e essa situação o pertuba... Ele descobre que ele tem o poder de mudar o destino".    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val prosseguiu a aula esmiuçando, por assim dizer, os aspectos concepção da cena.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Como abordado em outras aulas,o roteiro é formado por cenas e cada cena tem um espaço específico para cada informação. Diz o professor:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“O que acontece dentro da cena? A unidade dramática do roteirista é a cena”.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Neste sentido, o professor estruturou o seguinte esquema no quadro: &lt;b&gt;Plano-cena-sequência-filme&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acrescenta Costa Val:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“O roteirista escreve pensando na cena.&amp;nbsp; Eu posso ter uma cena de um plano e uma cena de 10 planos. Ocorrei aí uma decupagem (...) A caneta do diretor é a câmera. Um filme está ligado a três movimentos: Interno(do intérprete), externo (da câmera em si) e montagem (da associação)".&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Proseseguindo, Costa Val comentou que os elementos constituintes da estruturação de um roteiro:        &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;A)Cabeçalho &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nesta parte informa-se o número da cena, local onde se passa e a luz ambiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val deu alguns exemplos de cabeçalhos:      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;b&gt;# 1 SALA DE VISITAS (lugar) INT (ação) DIA (tempo):        &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; \Número da cena)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; \(interna)&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;--------------------Rubrica de ação----------------&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;b&gt;# 57 INDEFINIDO/INT/DIA. &lt;/b&gt;      &lt;br /&gt;Comenta o professor sobre a estrutura acima: “Eu não quero definir o personagem antes. Eu estou adiando um pouco a apresentação.       &lt;br /&gt;Neste sentido, ele citou o filme “Os infiltrados” (The departed), com Jack Nicholson, Leonardo DiCaprio e Matt Dammon. Costa Val relata que no filme, Nicholson interpreta um mafioso, que no início do filme é visto num cenário escuro, e no final está na luz. Portanto, a apresentação do personagem é feita aos poucos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Abaixo o trailler do referido filme:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:5cc7624d-0aa4-41a2-9ed6-7f706b3dd8e3" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="54a804d1-d0d2-4e00-86c0-3c2cf86f8314" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;embed height="355" src="http://www.youtube.com/v/SGWvwjZ0eDc&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Costa Val fez uma comparação da estrutura dos cabeçalos citando a concepção Aristotélica na estrutura de &lt;i&gt;Ação/tempo/lugar. &lt;/i&gt;Neste sentido comenta o professor:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “A ação é definida no cinema para onde a câmera de encontra. Alguns autores colocam por exemplo estruturas como int/salas de visitas dia/ ou sala de visitas/ext/dia. Pode ser que a câmera esteja de fora, mostrando o ambiente da sala”.      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;B) Rubrica&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;Costa Val, introduzindo a questão da rubrica na estruturação do roteiro, começa citando uma determinada sequência&lt;i&gt;:“ É madrugada. Uma porta se abre. Entra um homem. Não percebemos suas feições&lt;/i&gt;”. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Salienta o professor:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;“Como diretor eu posso achar melhor mostrar primeiramente um determinado ambiente. O diretor vai definir o que é mais importante.A rubrica deve conter descrições do ambiente, bem como uma breve descrição do personagem e também descrição de ação de aúdio”.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Neste sentido, Costa Val comenta a questão dos direitos autorais dentro do contexto da produção de um roteiro: “ Você pode até ter a idéia da música para um determinado filme. Mas não é bom citar por conta do direito autoral”.Ilustrando ainda essa questão, ele citou os fonogramas dos Beatles, que segundo ele jamais são vistos em filmes. . Ainda sobre a questão da rubrica, ele fez alguns adendos:       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“O autor que não coloca rubrica soa como preguiça. Dificilmente escreve-se uma cena de roteiro que não tenha rubrica. Onde o personagem habita diz o que o personagem é. Na rubrica é abordada toda contextualização temporal e social, tudo o que existe relacionado ao ambiente”.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Prosseguindo na questão da contextualização do ambiente, o professor descreveu o ambiente de uma sala de aula:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"No cenário de sala de aula, por exemplo, de 18 anos... quatro alunos interessam no universo da cena. Os outros são componetes dramáticos e atuam como figurantes. Eu estou contextualizando a ação. É interessante que a cena contenha certos elementos”&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sobre a questão da formatação da rubrica, de acordo com Costa&amp;nbsp; Val, ela vem sempre no modo justificado. Abaixo, uma imagem da opção do programa word, onde se faz possível justificar o texto. A imagem demonstra a seleção da opção justificar, que é a última da sequência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A fonte do texto da rubrica, segundo Costa Val é sempre &lt;b&gt;courier new, tamanho 12&lt;/b&gt;. Segundo o professor, essa letra e esse tamanho são os mesmos utilizados na máquina de escrever:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SyAlCVkuQPI/AAAAAAAAANI/eCac0guzq1E/s1600-h/WORD.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SyAlCVkuQPI/AAAAAAAAANI/eCac0guzq1E/s320/WORD.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Finalizando a questão da estruturação de um roteiro, comenta Costa Val: “ Dentro da cena portanto temos o cabeçalho, a rubrica e os diálogos. Costa Val salienta que nos diálogos,geralmente o nome do personagem vem centralizado em caixa alta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda, eu posso colocar uma rubrica de intencionalidade, como um personagem cochichando".      &lt;br /&gt;O professor exemplificou a estrutura de uma cena onde o personagem não fala:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ANTÔNIO (VO)&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;VO significa voice over. (sem voz)       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Costa Val também exemplificou um diálogo onde o personagem está na cena, mas não é visto:       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ANTÔNIO (OS)&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;OS significa off screen. (fora da tela).       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Finalizando sua argumentação sobre a estruturação das cenas com voice over, Costa Val comentou:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“ Pensar o audivisual é também pensar o que está de fora. Enquadrar é muito interessante. Eu estou, por exemplo escreve uma cena onde o personagem recebe outro em casa. O personagem abre a porta. Os personagens são Maria e Jonas. Maria se levanta e sai do quadro. Maria está off screen. Ela está na cena, mas não está sendo vista. Ela participa ativamente. Provalvelmente a atriz vai assistir a cena fora do quadro”&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor prosseguiu sua explicitação, fazendo abrindo um comentário sobre a abordagem de aspectos técnico em alguns roteiros. Segundo o professor, um excesso de aspectos técnicos seria algo negativo para o roteiro:      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“ Um filme é sobretudo um exercício de estética. Até que ponto se isenta a questão técnica ao se escrever um roteiro? Sid Field disse que se num longa aparece a palavra câmera mais de dez vezes, você deve então rever o roteiro. Já Lumet, ignora os roteiros que contém muitas indicações técnicas.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Planos cinematográficos &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;      &lt;br /&gt;A exposição de Costa Val foi finalizada com a abordagem dos planos cinematográficos, que segundo o professor, se inserem na decupagem clássica.       &lt;br /&gt;Com o propósito de esmiuçar melhor esta abordagem, Costa Val estruturou a seguinte sequência no quadro:       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;PG-PLANO GERAL       &lt;br /&gt;PC-PLANO CONJUNTO       &lt;br /&gt;PMC-PLANO MEIO CONJUNTO       &lt;br /&gt;---       &lt;br /&gt;PM-PLANO MÉDIO       &lt;br /&gt;PA-PLANO ABERTO       &lt;br /&gt;--       &lt;br /&gt;MPP-MEIO PRIMEIRO PLANO       &lt;br /&gt;PP-PRIMEIRO PLANO       &lt;br /&gt;PPP-PRIMEIRÍSSIMO PLANO       &lt;br /&gt;---       &lt;br /&gt;PD-PLANO DETALHE.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;O professor comenta que cada autor tem sua nomenclatura própria em relação à estruturação dos planos. O importante é se fazer entender.       &lt;br /&gt;De acordo com o professor, os &lt;b&gt;planos geral, conjunto e meio conjunto priorizam os ambientes descritivos.&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;Comenta o professor:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"O plano geral cabe muito em cenas externas como no mineirão ou numa rua. O ambiente ocupa espaço com o sujeito" (...)&lt;/i&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Existe tambem o grande plano geral,onde uma grande dimensão geográfica é demonstrada.       &lt;br /&gt;Um plano conjunto, segundo o professor poderia ser conceituado por exemplo, no ambiente de uma sala.       &lt;br /&gt;Já no plano conjunto, percebe-se a pessoa, ou grupo de pessoas e já é possível reconhecê-las.       &lt;br /&gt;Por outro lado, o plano meio conjunto, segundo o professor, seria uma porção do plano conjunto. Metade de uma sala por exemplo       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Já nos chamados p&lt;b&gt;lanos narrativos,segundo o professor, a medida é a pessoa humana&lt;/b&gt;. Os planos médios e aberto são exemplos de planos narrativos. O plano médio segundo Costa Val, é o meio do caminho. É o ator por inteiro, em toda a sua totalidade.       &lt;br /&gt;O PM mostra o ator mais próximo, de corpo inteiro, e apenas alguns pormenores do cenário,desta vez completamente subordinado à presença humana.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O plano aberto, pega todo o objeto da filmagem e nada mais, focando somente no personagem de corpo inteiro, nada além disso.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Ja o&lt;b&gt; meio primeiro plano, o primeiro plano e o primeiríssimo O MPPP, na visão de Costa Val, são planos psicológicos, que demonstram uma espécie de ação interior e estados emocionais dos personagens.&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;O MPP, conhecido também como plano americano, segundo Costa Val mostra os atores da cintura para cima. O plano americano aproxima-nos um pouco mais as figuras, cortando-as pelos joelhos.       &lt;br /&gt;O primeiro plano, segundo costa val faz um close no rosto do personagem.       &lt;br /&gt;Já o PPP, proxima mais ainda a imagem, mostrando por exemplo somente uma parte do rosto.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Finalizando a questão dos planos cinematográficos, o professor explicitou o PD, plano detalhe, que tem uma função indicativa segundo ele. O PD mostra um detalhe do rosto, de uma parte do corpo, de um objeto.       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Concluindo a excelente aula, Costa Val sintetizou:      &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"Escrever um roteiro é montar um quebra cabeça. É importante que eu conheça as peças. A estrutura dramática é ambígua por natureza.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentido, exemplificando a arte de escrever um roteiro, o professor citou o clássico “Casablanca”, com Humprey Bogart e Ingrid Bergman. O filme Conta a saga daqueles que tentavam fugir da Europa, ocupada pelos nazistas, para os Estados Unidos. A cidade de casablanca era a principal rota de fuga.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Ilsa, a personagem de lngrid Bergman, apaixona-se por Rick, o charmoso galã Humphrey Bogart, mas, em vez de fugir com ele de Paris, manda-lhe um bilhete de despedida na estação de trem.Tudo isso é contado em flashback. Anos depois já em Casablanca, em Marrocos, ela aparece com seu marido, o herói Victor Laszlo, interpretado pelo ator Paul Henreid, justamente no Rick's Bar, do qual o personagem de Bogart é dono. Eles estão à procura de um meio de fugir para a América. O sofrimento de Rick ao vê-la é inevitável e ela fica novamente dividida entre seus dois amores.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Comenta Costa Val:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;“ A estação é cheia de clichês. O autor trabalha essas previsibilidades com certas potências. O filme foi filmado em plena segunda guerra, ao mesmo tempo coloca uma história de algo como plano de fundo. Ele parte sem entender o que havia acontecido        &lt;br /&gt;Casablanca é o melhor roteiro escrito na história do cinema. O filme é ambíguo em tudo. Humprey Bogart é um personagem 3 em 1, é encantador. Ao mesmo tempo que ele é crápula, ele é humano. Ele fugeiu da sua vida e dentro do Rick’s bar as pessoas comparam sua fuga”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;O professor ainda salienta que o Rick’s bar tem funções arquétipica no filme. A ação se centraliza portanto neste cenário, que ficou eternizado com a belíssima As time goes bye, tocada divinamente por Louis Amstrong".&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Abaixo o vídeo da antológica cena:      &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Wo2Lof_5dy4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Wo2Lof_5dy4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val salienta que existe toda uma aura especial quando o diretor focaliza a belíssima e angelical Ingrid Bergman: “O diretor coloca toda a lente na Ingrid Bergman. Quando estamos construindo um drama, se faz preciso entender o protagonista”.      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Finalizando a brilhante a aula, Costa Val, já conclamou a todos de nosso grupo a fazer o “PARA CASA”, para a próxima aula do dia 24 de Janeiro. Deveremos construir toda a estrutura de um roteiro, e se possível mandar por email para que ele corrija.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;      &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nossa experiência deste último Domingo foi concluída com uma excelente explanação de Ricardo Mizrahy Polakiewicz, palestrante do centro espírita Manuel Filipe Santiago. Ricardo esmiuçou brilhantemente os aspectos do trabalho em grupo, tema que se relaciona plenamente com a proposta de nosso curso.    &lt;br /&gt;Destacamos aqui alguns pontos importantes da explanação de Ricardo:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;“Jesus trouxe uma doutrina de paz, amor e convivência. O entendimento sobre a convivência em grupo é essencial”.     &lt;br /&gt;Ricardo elucidou um fato curiso sobre a cidade de Uberaba, uma das cidades que mais possuem centros espíritas no Brasil:     &lt;br /&gt;“Como se explica uma cidade pequena ter tantas casas? Discerção. As vezes aqueles que estão contaminados pela cisão estão cheios de rancor. No Paulo e Estevão, há a oposição entre Pedro e Thiago". &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ricardo prosseguiu: “Essa é uma questão chava para vocês que estão em grupo: Nós temos que somar talentos e virtudes. Vocês enfrentarão desafios. Será mais proveitoso caminhar juntos vencendo diferenças (...)    &lt;br /&gt;Só quem entende que o que une é a moral comprende. Muitas vezes casas espíritas ligadas ao mediunismo acabam. O que unia o grupo? Era o fenômeno e não a moral. Enquanto existir o aspecto moral estaremos juntos nesta luta. Nós precisamos, enquanto grupo de nos unir no aspecto moral. Qual é o objetivo do grupo? Nós temos expectativas, nós temos que pensar em nossos desejos e valores para que não nos frustremos.     &lt;br /&gt;(...)     &lt;br /&gt;Ricardo, mencionou uma referência ao prefácio do magnífico Parnaso de Além túmulo, onde o então jovem Chico Xavier se autobiografa e relata as dificuldades do início de suas atividades mediúnicas em Pedro Leopoldo. Ricardo enfatiza que, surpreendentemente, a partir que a moral evangélica foi aprofundada, o grupo foi diminuindo.     &lt;br /&gt;Segue o trecho do livro: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resolvemos, então, com ingentes sacrifícios, reunir um núcleo de crentes para estudo e difusão da doutrina, e foi nessas reuniões que me desenvolvi como médium escrevente, semimecânico,sentindo-me muito feliz por se me apresentar essa oportunidade de progredir, datando daí o ingresso do meu humilde nome nos jornais espíritas, para onde comecei a escrever sob a inspiração dos bondosos mentores espirituais que nos assistiam.Só nos últimos dias de 1931, com a graça de Deus, desenvolveram-se em mim, de maneira clara e mais intensamente, a vidência, a audição e outras faculdades mediúnicas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí a pouco, a nossa alegria aumentava, pois o nosso confrade José Hermínio Perácio, em companhia de sua esposa, deliberou fixar residência junto a nós e as nossas reuniões tiveram resultados melhores, controladas pela sua senhora, alma nobilíssima,ornada das mais superiores qualidades morais e que, entre as suas mediunidades, conta com mais desenvolvimento a clariaudiência. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nossas reuniões contavam, assim, grande número de assistentes, porém, a moral profunda que era ensinada, baseada nas páginas esplendorosas do Evangelho de Jesus, parece que pesava muito,como acontece na opinião de grande maioria de almas da nossa época, quase sempre inclinadas para as futilidades mundanas, e,decorridos dois anos,os assistentes de nossas sessões de estudos escassearam, chegando ao número de quatro ou cinco pessoas, o que perdura até hoje. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acrescenta Ricardo:    &lt;br /&gt;“Onde tem evangelho, não tem grosseria e revide. Se eu tiver um entendimento de evangelho, as lutas internas vão se pulverizar. Esse entendimento de amor é que faz ser cinema espírita. Se não, vai ser só cinema”.     &lt;br /&gt;O palestrante, a fim de ilustrar o tema em questão, citou também uma belíssima frase de Walter Barcelos: “ Mais importante que o amor à verdade é a verdade do amor” &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalizando sua explicitação, Ricardo falou: “Se esse grupo não fizer nenhum filme, mas conseguir se amar, já sairá vitorioso (...) A identidade do cristão é sentida naquele que abre mão das próprias idéias em prol do ideal de Jesus. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palestra de Ricardo foi bastante profunda e emocionou a todos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Abaixo o estudo feito por Ricardo, na integra.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="242" width="430"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8157235&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8157235&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="430" height="242"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Finalizamos nosso relato de hoje, inspirados pelo ideal de Jesus.        &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;abraços a todos e até a próxima&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-8029392388930669063?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8029392388930669063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8029392388930669063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/12/quarta-aula-de-roteiro.html' title='Aula de roteiro – Aula 4'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SyAlCVkuQPI/AAAAAAAAANI/eCac0guzq1E/s72-c/WORD.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-8410029661555338026</id><published>2009-12-02T14:09:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T06:45:59.618-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Costa Val'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Afonso Chagas'/><title type='text'>Aula de Roteiro – Aula 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; margin-bottom: 1em; float: left; color: black; clear: left; margin-right: 1em"&gt;   &lt;div style="text-align: left"&gt;     &lt;div style="text-align: left"&gt;&lt;b&gt;Por Juliana Luiza&lt;/b&gt;         &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fotos: &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Thiago Franklin, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Henrique Lisboa, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Janaina Maceira, &lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;b&gt;Theo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;A terceira aula de Roteiro, que contou novamente com a experiência do mestre Cláudio Costa Val, teve como trilha sonora uma fina garoa de quase verão. A aula foi iniciada com a exibição das primeiras cenas do filme &lt;i&gt;Smoke (Cortina de Fumaça)&lt;/i&gt;, escrito por Paul Auster e dirigido por Wayne Wang.         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;A intenção era demonstrar como a relação entre os personagens de uma determinada história pode delinear vários conflitos.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbaFetjLvI/AAAAAAAAALo/EVz7NC7k-to/s1600-h/IMG_0914.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbaFetjLvI/AAAAAAAAALo/EVz7NC7k-to/s320/IMG_0914.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: left"&gt;     &lt;br /&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;A conexão se dá entre os três personagens principais do filme, interpretados por Haivel Keitel, Willian Hurt e Harold Perrineu Jr. (&lt;i&gt;Harold, ainda criança no filme, é o mesmo ator que interpretou Mercucio no filme Romeo e Julieta, de Barz Lurhmann)&lt;/i&gt;.         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: left"&gt;Neste sentido, várias histórias são descritas concomitantemente, através de diversos personagens.        &lt;br /&gt;O personagem de Keitel, é um gerente de uma tabacaria do bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York.         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;E ele, diariamente, tem o hábito de tirar uma foto deste local. Já o personagem de Willian Hurt, um escritor que não consegue escrever desde que sua esposa foi assassinada, é um cliente assíduo da sua tabacaria. Por outro lado, o personagem de Harold Perrineu está numa busca constante por seu pai, vivido pelo excelente Forest Whitaker. Diz Costa Val:        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: left"&gt;     &lt;br /&gt;      &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;O personagem Paul Bejamim (Willlian Hurt), vai construindo uma obra da vida dele. Ele está construindo uma obra para posteridade. Uma exposição permanente&amp;quot;.&lt;/i&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Portanto, nesta perspectiva, os personagens começam a se encontrar por causa desse incidente. De acordo com Costa Val, desde a primeira imagem, os diretores vão contextualizando a ação. Desta forma o professor elucida como a relação do segundo personagem muda a relação com o terceiro personagem.    &lt;br /&gt;Costa Val comenta: &amp;quot;&lt;i&gt;Nós não sabemos efetivamente o que os dois conversaram na lanchonete, mas sabemos que o menino tem um problema. Os dois se unem para ajudar o menino.Cada história tem seu universo diegético particular.&lt;/i&gt; O professor ainda salienta que nos dez primeiros minutos do filme, temos uma história comum, cotidiana. Diz Costa Val:&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;O filme vai muito direto nas questões que ele deve abordar, mostrando pequenos relacionamentos cotidianos. O filme demostra que nós não somos nunca que nós revelamos que somos. Sempre há uma pessoa boa, por exemplo, atrás daquele pessoa que aparentemente não quer nos dizer nada&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Abaixo o trailler do referido filme:    &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_N_6cvEoMY0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_N_6cvEoMY0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;A exibição do prólogo do filme na aula, demonstrou que em poucos minutos o autor nos apresenta o universo da tabacaria. Primeiramente, começa tendo como plano o metrô de New York, acom as&amp;#160; torre gêmeas ao fundo. Segundo Costa Val, o filme vai sendo arquitetado tal como um processo de organização mental:    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Construir uma história narrativa é como pintar um quadro. A gente planta no decorrer da história uma semente que lá no final da história vai florir. Mas no caso do quadro, temos o começo, meio e fim ao mesmo tempo.Se nós estamos criando algo é bom que entendamos. A criação é algo impreciso, mas temos que correr o risco. Por isso temos que nos rechear de informações. Os roteiristas, como no caso do filme em questão, certamente construíram os personagens&amp;quot;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;Neste sentido, para ilustrar a questão sequencial dos roteiros, Costa Val cita Macbeth, de Willian Shakespeare com a frase &lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Tomorrow, tomorrow, tomorrow.....&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, simbolizando desta forma uma uma idéia de prosseguimento e simbolizando a relação sequencial das cenas. Assim, os elementos que são introduzidos vão criando uma estrutura sequencial, com pequenos diálogos, que vão criando a base da narrativa. No caso do simbolismo da fotografia no filme por exemplo, diz Costa Val ser um exemplo de um elemento constituinte da trama narrativa, que pode ser importante para história &lt;b&gt;ou não.&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Diz o professor que tudo se revela numa espécie de estudo capitular.&lt;i&gt;&amp;quot;Se tem o um vai ter pelo o menos o dois, se tem o dois, vai ter o três...&amp;quot;&lt;/i&gt;- elucida Costa Val.     &lt;br /&gt;Neste sentindo, configura-se uma conexão com a questão da macroestrutura na estrutura organizacional de um roteiro. Salienta Costa Val:&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;&amp;quot;A idéia, o pitch line vai alimentando-se do drama de nossos personagens. Um personagem na ficção e outro que está na rua são personagens. Existem os dramas do cotidiano. Aí é interessante quando começamos a construir os personagens com seus dramas e limitações, tomando como base esses esteriótipos.Na peça de teatro ou num filme, temos que conceber bons personagens&amp;quot;&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;b&gt;Macroestrutura&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Costa Val também&amp;#160; sintetizou a questão da macroestrutura. Segundo ele, existe a obra narrativa, que se concebe na unidade dramática. Essa unidade dramática é dividida em cenas, sequências e planos.     &lt;br /&gt;Assim, a macroestrutura sustenta tudo isso, ou seja, é o esqueleto que sustenta a história.     &lt;br /&gt;O esqueleto da macroestrututra se resume nas maneiras com as quais o autor conta para desenvolver sua estória. Isso é o que vai levar adiante a sua narrativa.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbc_f0oTkI/AAAAAAAAALw/1HhC9-O60uM/s1600-h/IMG_0915.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbc_f0oTkI/AAAAAAAAALw/1HhC9-O60uM/s320/IMG_0915.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;br /&gt;O professor salienta que existem quatro formas clássicas inseridas no processo da macroestrutura:     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;br /&gt;1. Narrador: &lt;/b&gt;É a maneira como o autor sustenta a história. Diz Costa Val que o genêro épico, por exemplo, depende sempre de um narrador. As obras Elíada e Epopéia demonstram exatamente isso. O coro grego clamava por uma explicação.&amp;#160; Neste sentido, o narrador sempre sabe o que aconteceu, já sabe de tudo, pois ele viveu a história.     &lt;br /&gt;Neste instante, para exemplificar a questão do Narrador, Costa Val citou o filme &lt;i&gt;Forrest Gump&lt;/i&gt; de Steven Spielberg, com Tom Hanks e Matt Damon&lt;i&gt;.&lt;/i&gt; Segundo ele, neste filme, o narrador nos descreve a história:     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;O filme é a história. Não há diferença entre conflito e personagem. Nas três horas de exibição do filme, o narrador está presente 95% do tempo&amp;quot;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Legendas: &lt;/b&gt;Tem múltipla função e são divididas em capítulos, a partir que a história se concebe. A legenda tem a tendência de introduzir o telespectador imediatamente na história.     &lt;br /&gt;Para exemplificar a questão das legendas, ele deu o exemplo dos épicos cinematográficos, que são geralmente baseados em episódios históricos.     &lt;br /&gt;Neste sentido, Costa Val citou o filme &lt;i&gt;&amp;quot;Gladiador&amp;quot;&lt;/i&gt; que se inicia com a Lenda &amp;quot;50 A.C&amp;quot;. Costa Val salienta que com a legenda, imediatamente, você já está introduzido na história. Ele ainda citou exemplos&amp;#160; outros épicos como os clássicos Ben-Hur e Spartakus. Diz Costa Val :     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot; Um filme não pode contar com um conhecimento histórico de quem o assiste&amp;quot;. Neste sentido, a estrutura do roteiro tem que supor o desconhecimento do receptor sobre o contexto histórico e temporal de uma determinada trama. O telespectador não tem que necessariamente conhecer previamente todos os elementos contextuais de um determinado filme&amp;quot;.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;Desta forma, o professor também salienta que aquestão da legenda, é usada fora do contexto da vida comum. Usamos a legenda para contextualizar um conflito que já existe.     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Para exemplificar a questão do conflito que conduz o seguimento das legendas, o professor citou o filme Diamante de Sangue, com Leonardo DiCaprio e Jeniffer Conelly. Segundo Costa Val, por mais que fiquemos engasgados com a violência do filme, por mais que o filme nos choque, temos contato com um conflito real. O filme já nos coloca dentro de um certo universo diegético.    &lt;br /&gt;Costa Val comenta que     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;&lt;span style="color: #444444"&gt;Um filme precisa ter uma mensagem, um ethos, que te cause indignação&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;. &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;Portanto, a legenda pode ter a função de nos inserir dentro de um universo com seus conflitos e dramas.     &lt;br /&gt;Abaixo, cenas do referido filme:     &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/w-dNHGbwUTU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/w-dNHGbwUTU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Costa Val, ainda enfatizando a questão conflitual, citou uma epígrafe de Macbeth:    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;blockquote&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;Ser um rei não é nada, é preciso sê-lo sem perigo&amp;quot;. &lt;/span&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbeFNzyhSI/AAAAAAAAAMA/Tv2nAEdsZE0/s1600-h/IMG_0909.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbeFNzyhSI/AAAAAAAAAMA/Tv2nAEdsZE0/s320/IMG_0909.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;br /&gt;Fargo, dos Irmãos Cohen, também foi citado. O filme mostra como se faz possível arquitetar infinitas formas e possibilidades de estruturas na concepção do filme. &amp;quot;Brincando&amp;quot; com o telespectador, na inserção de vários elementos e pistas, os autores criam uma narrativa genial. No filme em questão, supostamente com o incidente e as mortes, ocorridas no início da narrativa, o telespectador supõe que o a narrativa se trata de uma história real, passada em 1997, e os fatos serão contados exatamente como ocorreram. Mas tudo não passa de uma brincadeira dos Irmãos Cohen.     &lt;br /&gt;Essa “brincadeira” dos irmãos Cohen se torna bastante clara quando, ao final do filme, surge mais um alerta ao expectador. Dessa vez eles informam que os personagens e os eventos que acabaram de ocorrer são fictícios. Com bizarrices e situações complexas, o expectador se insere na narrativa do filme e a toma como verdade. Até que o filme acaba, com o expectador tendo a absoluta certeza de que tudo aquilo que ele viu não passa de ficção.     &lt;br /&gt;Costa Val salienta que tudo se faz possível acontecer no processo da estrutura do roteiro. No exemplo citado, as cores e os tons que os Irmãos Cohen estão desenhando são um símbolo o fato do ser humano tomar às vezes as atitudes mais esdrúxulas possíveis.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Abaixo o roteiro do referido filme:     &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EB4PmbfG4bw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EB4PmbfG4bw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Continuando a questão da macroestrutura, temos abaixo o terceiro elemento, na visão de Costa Val:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;3- Ação direta:&lt;/b&gt; Aristotelicamente, segundo Costa Val, essa ação é estruturada em começo, meio e fim. Portanto, o filme se concebe cronologicamente.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;4- Flashbacks:&lt;/b&gt; Para que o autor desenvolva a macroestrutura ele pode utilizar os quatro elementos. Não&amp;#160; se&amp;#160; faz necessário usar da linearidade. Neste sentido, Costa Val citou mais uma vez o clássico &lt;i&gt;Forrest Gump&lt;/i&gt;. No filme, temos inicialmente a cena do personagem de Tom Hanks esperando o ônibus. O personagem, se utiliza de interlecutores, que são as pessoas que se sentam os bancos. Neste&amp;#160; cenário elevai contando a sua história, que vai voltando ao passado em várias etapas da história americana, sempre diminuindo &amp;quot;menos nove anos&amp;quot; na época citada.     &lt;br /&gt;Um outro elemento que envolve a trama é o lema &lt;i&gt;&amp;quot; Run, Forrest run (corra, Forrest corra!)&amp;quot;,&lt;/i&gt; que&amp;#160; motiva a vida do personagem durante todo o filme. Costa Val salienta que a história vai dando idas e vtidas no tempo até o fim do segundo ano. O ethos do filme, segundo Costa Val é incorruptibilidade. Forrest Gump não se deixar levar por mazelas. É um personagem que não tem malícia, o que o move é o dever. Ele dá um significado à vida maravilhoso.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;#160; &lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Ponto zero&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Ponto de virada        &lt;br /&gt;--l---------------l----------------l--------------------l-------------------l-----         &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 1&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 2&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Abaixo, a lendária cena do filme de Spielberg, que enfatiza o &amp;quot;Run, Forrest Run&lt;b&gt;!&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iLvasbwj_Lc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iLvasbwj_Lc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Helen, integrante de nosso grupo, complementando a explicação de Costa Val sobre a questão da simplicidade do personagem de Tom Hanks, trouxe à tona o filme&lt;i&gt;&lt;b&gt; &amp;quot;Muito além do jardim&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;No filme, o personagem vivido por Pete Sellers é um homem ingênuo, que passou a vida inteira cuidando de um jardim. Após a morte de seu patrão, ele é então obrigado a enfrentar o mundo e conhece uma outra realidade até então desconhecida.    &lt;br /&gt;Segundo Costa Val, o personagem não fala diretamente nada contra ninguém, e se utiliza sempre de metáforas, sempre relacionadas à questão do jardim, como a que se segue: &lt;i&gt;&amp;quot;Tudo tem que plantar para se colher&amp;quot;.&lt;/i&gt; Costa Val demonstra como a realidade do mundo era avessa à realidade do personagem.     &lt;br /&gt;No final, o personagem&amp;#160; de Peter Sellers vai andando por um cemitério e começa a andar na água.&amp;#160; Mas,&amp;#160; cenário da morte,&amp;#160; e do cemitério não o incomodam, pois ele tem outros pârametros sobre a vida. Costa Val menciona uma belíssima frase do personagem: &lt;i&gt;&amp;quot;A vida é um estado de espírito&amp;quot;.&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;Diz Helen: &amp;quot;Cada um enxerga o personagem de uma forma, de acordo com a necessidade e o interessse&amp;quot;.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Abaixo, o vídeo da cena final do referido filme:     &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sp1CV60w70M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sp1CV60w70M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Portanto, com os quatro elementos da macroestrutura, Costa Val teceu os parâmetros de como uma história pode ser desenvolvida.     &lt;br /&gt;O filme &lt;i&gt;&amp;quot;O resgate do Soldado Ryan&lt;/i&gt;&amp;quot; também foi dado como exemplificação da macroestrutura no desenvolvimento de um roteiro.     &lt;br /&gt;Segundo o professor, o filme se inicia demonstrando o famoso &amp;quot;Dia D&amp;quot;, na ação conjunta preparada pelos aliados e a invasão da Normandia, que fora algo planejado a muito tempo.     &lt;br /&gt;O filme começa com uma dose de realismo chocante. &lt;i&gt;&amp;quot;O genêro evolui com a tecnologia&lt;/i&gt;&amp;quot;, salienta o professor. Costa Val&amp;#160; comenta também que qualquer filme de guerra sério discute a imbecilidade da guerra, e o &amp;quot;Soldado Ryan&amp;quot;, não foge à regra.     &lt;br /&gt;O filme começa com uma cena real, vivida num cemitério. A câmera começa focalizadando o olho de um velho, e sai no olho do Capitão John Miller Jr, personagem de Tom Hanks. O personagem está tremendo. A estratégia usada no prólogo do filme, brinca com o espectador, na medida que acredita-se durante todo o filme que o tal velho é o Tom Hanks. No entanto, no final do terceiro ato, o personagem do Tom Hanks morre. Daí em diante, retorna a cena do cemitério. Surpreendentemente, o velho do início do filme é Ryan, visitando o túmulo de Tom Hanks.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Abaixo o trailler do filme:     &lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/couFnsS03jI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/couFnsS03jI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Neste ponto, Costa Val faz um esboço da macroestrutura do filme:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;div style="text-align: left"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Ponto 0------------1--------------2----Ponto de virada-------------3-------Epílogo (Clímax)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;Comenta Costa Val:     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;&amp;quot;Nunca até então haviam feito um filme com tanto realismo. O filme começa com capitão Miller tremendo e acaba com o capitão Miller na areia, também tremendo&amp;quot;&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;O primeiro ato do filme se dá nos intensos 22 minutos iniciais, que são intensos. A praia vermelha, milhares de cadáveres boiando, mostrando realisticamente aquilo que a história escrever na porte de mais de 250000 soldados.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black; clear: both" class="separator"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbeQjCE9dI/AAAAAAAAAMI/vNHULkH4QT0/s320/IMG_0934.JPG" /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;Escrito na mochila de um soldado vemos &amp;quot;Ryan&amp;quot;.&amp;#160; Em seguida, &lt;span style="background-color: white"&gt;aparece a cena onde &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;mãe&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;Ryan&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt; recebe no mesmo dia a notícia de que três dos seus filhos foram mortos e m combate&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;s.&amp;#160; Diz&amp;#160; Costa Val: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Mas existe o quarto Ryan. O general tira uma carta de Abraham Lincoln e sai em busca do Ryan que ficou pra trás. Para resgatar o Ryan temos que mandar alguém, o capitão Miller&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbfMB69kuI/AAAAAAAAAMg/FBfeSRPuBlE/s1600-h/IMG_0935.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbfMB69kuI/AAAAAAAAAMg/FBfeSRPuBlE/s320/IMG_0935.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; Assim, o capitão Miller lidera um pelotão que recebe uma missão fora do comum para resgatar o Soldado perdido. Neste instante ocorre o segundo ato, que segundo Costa Val se traduz na busca por Ryan que é o ponto de virada da trama.     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;O terceiro ato do filme, se dá quando o pelotão do capitão Miller chega na França na busca de Ryan. No entanto, surpreendentemente, ele não deseja ser resgatado. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;Costa Val cita a fala do personagem:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote&gt;     &lt;div style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&amp;quot;Mas por que vocês vieram aqui? Não vou voltar! Por que sou diferente dos outros? Eu fiquei com os irmãos que me sobraram&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;   &lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;O professor ainda salienta:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;   &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;É interessante a constituição dos personagens. Qual é elemento da esperança do filme? São as latinhas que areia, que servem de salvaguarda para ele voltar pra casa&amp;quot;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;Costa Val enfatiza o ponto de esperança elucidado, citando uma frase de Humberto Eco:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: black"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;&amp;quot;Todo personagem precisa de sua chave mágica&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbe_DPntOI/AAAAAAAAAMY/nXL4twPTEgI/s1600-h/IMG_0921.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbe_DPntOI/AAAAAAAAAMY/nXL4twPTEgI/s320/IMG_0921.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left; color: black"&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;O professor salienta que um segundo clímax acontece no final, antes da morte do capitão. Salienta Costa Val, que neste trecho, aparece a estratégia da da falsa pista. &lt;/span&gt;Aparece a imagem de Ryan olhando o capitão Miller morto.&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;A imagem vai envelhecendo. Então o Ryan é o velho&amp;quot;&lt;/i&gt;- salienta o professor.       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;span style="background-color: white"&gt;A macroestrutura de &amp;quot;O resgate do soldado Ryan&amp;quot;, na visão de Costa Val, se concebe na ação direta, sem legendas e sem narrador.      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Dando prosseguimento à aula, Costa Val citou as narrativas multiplot. Neste sentido, ele deu o exemplo do filme Babel, de &lt;/span&gt;Alejandro González. No filme são mostradas três histórias simultaneamente, não existe uma linearidade. Os pontos em comum, se tão nas histórias em paralelo.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Microestrutura&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Costa Val também comentou a questão da microestrutura, que se traduz na divisão em cenas. Salienta Costa Val:&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;A unidade dramática do roteirista é a cena. A unidade do diretor é o plano. O diretor filma plano á plano. Não me interessa enquanto diretor quanto tempos vão haver numa cena. A unidade dramática se traduz no roteiro, que é divido em cenas, ações e diálogos desenvolvidos, quando houver. A microestrutura diz respeito à cena que tem valor dramático&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;Neste sentido, a macroestrutura é o esqueleto e as cenas os orgãos. E as cenas de transição funcionam como se fossem articulações do corpo humano.&amp;quot;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;O professor divide a microestrutura em:     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.1- Cenas Essenciais:&lt;/b&gt; Várias cenas fazem parte de uma sequência. Neste sentido,o professor&amp;#160; exemplificou com supostas cenas que poderiam ser gravadas, por exemplo, no cenário da Praça da Liberdade. Diz Costa Val:     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #444444"&gt;&amp;quot;A praça, a biblioteca, a lanchonete xodó, o coreto...todos esses elementos fazem parte de uma sequência. A sequência não é nem numerada. A sequência vai aparecer em termos e locação, de ambiencia. As cenas essenciais portanto, contém o fundamental para o desenvolvimento do drama&amp;quot;&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;Costa Val subdivide as cenas essenciais em:     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.1.1- Cenas de Exposição      &lt;br /&gt;1.1.2- Cenas de preparação       &lt;br /&gt;1.1.3- Cenas de complicação       &lt;br /&gt;1.1.4- Cenas de clímax       &lt;br /&gt;1.1.5- Cenas de Resolução.&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Salienta o professor:     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;O filme em ação direta vem nesta ordem. Uma estrutura narrativa leva em conta um lugar esse lugar chama-se clímax, que é o ponto alto do drama. O clímax é para onde a história caminha. Para chegarmos até um determinado ponto,expomos alguma coisa&amp;quot;.      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbeySLKg6I/AAAAAAAAAMQ/dRmvt6DaA2A/s1600-h/IMG_0918.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbeySLKg6I/AAAAAAAAAMQ/dRmvt6DaA2A/s320/IMG_0918.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Neste ponto, Costa Val, salienta as cenas de exposição, as quais, segundo ele,&amp;#160; expõe o motivo e a razão de ser da narrativa.    &lt;br /&gt;Para exemplificar este fato, ele voltou a abordar as cenas de &amp;quot;Smoke&amp;quot;, assistidas no início da aula. Comenta o professor que no filme vemos cenas de exposição tais como as cenas passadas nometrô, na tabacaria e a cena do escritor contando que sua mulher morreu Portanto, na visão do professor, as cenas de exposição têm a função de apresentar a narrativa, mesmo que não evidentemente.     &lt;br /&gt;Comenta Costa Val:&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;No smoke, se faz preciso introduzir coisas sérias. Mas não vai ser didático. Mas não vai ser tudo certinho. Tudo o que é didático demais é um porre&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; Voltando a questão do didatismo, ele cita mais uma vez O Resgate do Soldado Rya&lt;i&gt;n:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;No Ryan, o filme entra num didatismo bobo e ufanista. Algo que não se faz necessário&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; O professor elucida também as cenas de preparação:     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;As cenas de preparação são as cenas que nos preparam para o que virá mais parte. Um exemplo é o Ryan. Os primeiros 22 minutos do dia D começam com o clímax, mas também é uma exposição, mostrando o que é uma guerra. O filme já começa tenso. Quando o general decide que o Ryan vai ser salvo, dá-se o fim da exposição&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;   &lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;Abaixo, cenas do referido filme que elucidam o fatídico &lt;i&gt;Dia D:&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HHXTbBdcfEg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HHXTbBdcfEg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Proseguindo, Costa Val definiu as cenas de complicação&amp;#160; como aquelas que nos expõe as complicações da trama. Diz o professor:     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Nó&lt;/i&gt;&lt;i&gt;s já entendemos a história, então vem o grosso do filme. É onde o conflito começa acontecer. Um exercício muito bom é você perceber nos filmes onde os nós começam a ser dados. As cenas de complicação mantêm a expectativa do clímax. No exemplo do Ryan, o capitão Miller leva a história adiante. As cenas de complicação, portanto, nos preparam para o clímax.&amp;quot; &lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; As cenas de Clímax, foram conceituadas na visão de Costa Val como o ponto alto do drama.&amp;#160; Diz o professor:     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Em um filme de romance, por exemplo, o clímax é o encontro de um casal. O clímax nos leva a algum lugar. No Ryan, o clímax é o encontro do soldado&amp;quot;.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt; Costa Val também comentou a questão da supertarefa:&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;blockquote style="color: #444444"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Stanislavisky salienta que ao personagem o autor designa uma tarefa. No Ryan a tarefa é encontrar o soldado. A supertarefa vai além da tarefa. Esperamos que o protagonista se supere em um dado momento. Aí ele se revela. Neste sentido, voltamos à tragédia grega. O protagonista quando se sente acuado toma uma atitude. Na supertarefa,&amp;#160; a missão do personagem é de repente a de sobreviver a um terremoto, mas volta para ajudar os outros. Ele se sacrifica&amp;quot;. &lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;br /&gt;O professor ainda salienta que depois do clímax do filme, o que sobrou é o desfecho, a resolução.     &lt;br /&gt;    &lt;div style="text-align: left"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;b&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style="font-size: xx-small"&gt;-------------l-- Clímax\&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left; color: black"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;b&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; \ Resolução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;Ainda sobre a questão da resolução, Costa Val salientou o aspecto das trilogias. Diz o professor: &lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;blockquote style="color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;&lt;span style="color: #444444"&gt;Não é algo recente. Tem só 2500 anos!!! A história não se fecha. No senhor dos anéis temos o primeiro, segundo e terceiros filmes.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Neste sentido, o exemplo deste filme mostrou que a questão não é resolvida. No caso de &amp;quot;O senhor dos Anéis&amp;quot;, somente no terceiro episódio acontece a resolução do personagem Frodo. Nos três filmes, todos os seus companheiros reconheciam em Frodo como o único indivíduo com o caráter e a capacidade de cumprir a missão de destruir o anel. Mesmo assim, tudo deu certo graças a uma fatalidade da última cena, pois Frodo recusou-se a destruir o anel. &lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;Costa Val também salientou as chamadas cenas de transição, que segundo ele acontecem entre as cenas essenciais. O professor exemplifica esse conceito com um personagem caminhando pela rua por exemplo, que serve como um elemento de articulação e transição.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbfYlh-w-I/AAAAAAAAAMo/uFvcT6ezMTg/s1600-h/IMG_0924.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbfYlh-w-I/AAAAAAAAAMo/uFvcT6ezMTg/s320/IMG_0924.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left; color: black"&gt;A excelente aula de Costa Val foi finalizada com a exibição do curta &amp;quot;Coração de Papel&amp;quot;.    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;O inusitado Pitch line do filme é o que se segue: &amp;quot; Homem habituado a comer papel apaixona-se por artista de origame.O filme, dirigido pelo próprio Costa Val, tem um contexto divertido e bem elaborado, com uma bela trilha sonora do grupo Pato Fu, tentou demonstrar a questão dos conceitos da complicação e exposição salientados anteriormente.    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;A aula de Claúdio Costa Val mais uma vez deixou todos os membros de nosso grupo estupefatos, com a excelente e grandiosa gama de conhecimento. Se faz impressionante todos os detalhes que Costa Val traz à tona sobre diversos filmes. Mais uma vez saímos satisfeitos e gratos, por toda a experiência cinematográfica que nos foi brilhantemente transmitida.    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black; clear: both" class="separator"&gt;&lt;i&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbfqz5bzzI/AAAAAAAAAMw/Ca30YTwwqBE/s1600-h/img069.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbfqz5bzzI/AAAAAAAAAMw/Ca30YTwwqBE/s320/img069.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;       &lt;div style="color: black" align="center"&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Estudo - Plano Espiritual&lt;/b&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;(Afonso Chagas Corrêa)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;Abaixo um relato do Estudo feito pelo Afonso. No Final você pode assistir o estudo na integra em video.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;Nossa aula de Domingo, foi finalizada com uma exposição do excelente Afonso Chagas Corrêa, renomado expositor da União Espirita Mineira. Afonso salientou alguns aspectos que definem a construção do ambiente espiritual&amp;quot;. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;Naturalmente, isso ajudará muito na construção da proposta de trabalho de nosso curso, na medida que a sintonia com sentimentos positivos, nos ofertará resultados bons. &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;Abaixo, alguns pontos importantes da exposição de Afonso:&lt;/i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot; Hamelet, conversando com Horácio diz que há muitas mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia. Como explicar a vida? Desde os primeiros momentos do Homo sapiens, tem-se a noção do ambiente visível e invisível (...).        &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Começam as elaborações espíritas sobre uma outra vida além da matéria. Paradigmas são estabelecidos, como os do céu e inferno, que são a ambientação global de duas realidades diferentes.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black; clear: both" class="separator"&gt;&lt;i&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbf4qb9i7I/AAAAAAAAAM4/sI1RTa0Ji-Y/s1600-h/IMG_0939.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sxbf4qb9i7I/AAAAAAAAAM4/sI1RTa0Ji-Y/s320/IMG_0939.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Por volta do século 12, Dante Aliguieri tem a oportunidade de fazer visitas à esses ambientes, definindo pontos de locação fora da matéria. Eisten, no século XX, trouxe um conceito novo de energia. Na verdade, não existe a matéria, mas uma energia coagulada. Um pouco antes de Einsten, surge o Espiritismo. Assim, não existe espaço e tempo sem consciência. O purgatório, desta forma, se revela num estado de consciência. Com a doutrina espírita, o mundo espiritual está interprenetrado e concomitante com o mundo material. O elemento que faz isso é o fluído cósmico universal, que tem como base o éter. Esse éter, que não tem eletróns, é o veículo do pensamento. O pensamento flui em todas as direções. (...)&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Desta maneira tem-se a noção de espaço, tempo e consciência. Noções que se abrem na perspectiva evolutiva. (...) Onde existe pensamento existe substância e forma. O pensamento cria e irradia-se por onde deseja. (...).&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;O pensamento é uma capacidade humana que é impactada pelo sentir. O sentir está construído pelo reflexo condicionado. (...). &lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Neio Lúcio, no livro Os Escaninhos da Alma, diz que um ser humano tem em média de 60000 à 100000 pensamentos por dia. Cada pensamento constrói uma forma. Toda vez que pensamos criamos um clima vibratório. (...) Cada um observa a realidade de um ponto diferente. &lt;b&gt;Deus criou o planeta terra constituído pelo pensamento. (..) Em relação à produção cinematográfica, que emoções queremos fazer o outro sentir?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Uma onda mental também é uma semente que irradia-se no tempo e no espaço. Emmanuel diz que nenhum de nós está isolado. Temos sempre uma onda de testemunhas. Qual a garantia de conseguir um ambiente saudável? A resposta está na busca de Deus.        &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; color: black; clear: both" class="separator"&gt;&lt;i&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbgNaA2-9I/AAAAAAAAANA/D3alW8p_tYs/s1600-h/IMG_0937.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbgNaA2-9I/AAAAAAAAANA/D3alW8p_tYs/s320/IMG_0937.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="color: black"&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;i&gt;As cenas de teatro e cinema criam um campo energético que se comunica via onda eletromagnética em relação a quem está assistindo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;O livro dos médiuns aponta que todo movimento de expressão cria um campo energético. &lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;O quão difícil é estabelecer o belo na conjugação das cenas. O livro A grande síntese, diz que a arte é a suprema representação da alma humana. André Luiz diz que a arte é o belo produzindo o bom. Portanto, o mesmo texto escrito por duas pessoas, pode causar sensações diferentes.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Chico Xavier, por exemplo, tem uma imagem que gera uma simpatia incrível, tem uma irradiação.&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;O capítulo 8 do livro Pensamento e Vida, de Emmanuel, diz que eu entro em ressonância com quem pensa como eu penso. Quando os pensamentos se repetem, eles podem criar viciação. Todos nós somos seres multidimensionais.       &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Abaixo o Estudo de nosso querido Afonso Chagas&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;object width="400" height="225"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8108035&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8108035&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;   &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Terminamos nosso relato neste instante gratos e sentidos pelas excelentes oportunidades de aprendizado.&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: black"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Abraços a todos e até a próxima!&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-8410029661555338026?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8410029661555338026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8410029661555338026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/12/terceira-aula-de-roteiro.html' title='Aula de Roteiro – Aula 3'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SxbaFetjLvI/AAAAAAAAALo/EVz7NC7k-to/s72-c/IMG_0914.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-4583716688192043958</id><published>2009-11-24T17:08:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T12:32:13.350-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Costa Val'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sexo e Destino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Thiago Franklin'/><title type='text'>Aula de Roteiro – Aula 2</title><content type='html'>&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;Por Juliana Luiza&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;Vídeos: Thiago Franklin e Henrique Lisboa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;Fotos: Janaína Maceira e Henrique Lisboa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Caminhando contra o vento, num sol escaldante de quase Dezembro, nosso curso seguiu seu rumo neste Domingo, dia 22.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; O calor sufocante, entretanto, não foi suficiente para derreter o entusiasmo que envolveu todos os membros de nosso grupo para a segunda aula de Roteiro, com o excelente Claúdio Costa Val.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxlB8yLhvI/AAAAAAAAAH8/qAL1w95zCOI/s1600/Imagem%2B003.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxlB8yLhvI/AAAAAAAAAH8/qAL1w95zCOI/s320/Imagem%2B003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tendo uma vasta experiência no campo musical e teatral, Claúdio tem trabalhado assiduamente como diretor, roteirista, produtor e professor, além de ator. Fundador da Parpaedo Cinevídeo, produtora que realiza curtas-metragens, vídeo clipes e produções diversas, Claúdio criou em 2003 a renomada Escola Livre de Cinema, tornando-se então diretor e professor de "Roteiro para cinema","Direção cinematográfica" e "Produção Experimental" desta instituição.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ele, portanto, nos trouxe um pouco desta sua vasta experiência, demonstrando de maneira clara, inteligente e quase poética, todos os pormenores do processo de produção do roteiro.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val iniciou a segunda aula de roteiro, fazendo uma espécie de recaptulação da aula anterior.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na primeira aula, que aconteceu dia 18 de Outubro, ele havia abordado a questão do próprio conceito de roteirizar um filme e comentou naquele momento alguns tópicos importantes. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dizia ele que      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;i&gt;O teatro é arte do ator. O cinema e a tv são a arte do diretor.O roteiro não é o filme, é o que vai dar origem ao filme. O roteiro é uma crisálida, depois transforma-se em borboleta".          &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A partir daí, foi abordada a questão dos gêneros &lt;i&gt;Lírico, Épico e Dramático&lt;/i&gt; na história das artes cênicas. Costa Val, na referida aula, elucidou de maneira tocante aquilo que seria a maior dramaturgia da história, que ficaria à cargo dos Gregos (Ésquilo, Sófocles e Eurípedes), além de Shakespeare e Moliére.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A primeira aula foi finalizada na abordagem da questão do conflito e do personagem.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Segundo Costa Val, o clímax de um determinado filme acontecerá na confrontação de forças e nos obstáculos enfrentados pelos personagens, nos seus dramas pessoais e nas dificuldades que surgem em sua trajetória.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na perspectiva do conflito e do personagem, foi dada a sequência à aula anterior. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo Costa Val, a relação entre conflito e personagem se traduz no próprio conceito de roteiro, já que o conflito é a chave de um roteiro e o elemento emocional. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Primeiramente, foi abordada a questão da "Idéia". Diz o professor que &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"Para que tenhamos motivação para escrever um roteiro, tudo reside no quesito idéia. O roteiro é a defesa de uma idéia. A obra está a serviço de uma mensagem.&lt;/i&gt;"&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor ainda elucidou que t&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;oda a história se estrutura em começo, meio e fim, e que um roteiro precisa também se estruturado em algumas etapas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. Neste ponto, ele citou Nietzche: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;i&gt;Nunca aceite uma idéia que não tenha nenhum esforço para concebê-la&lt;/i&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um outro aspecto abordado, foram os elementos da retórica Aristotélica&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; que são conceituados como&lt;i&gt; Logos, Pathos e Ethos&lt;/i&gt;.       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um bom roteiro, deve conter o&lt;i&gt; Logos &lt;/i&gt;(A palavra, o discurso), o &lt;i&gt;Pathos&lt;/i&gt; (O drama, o conflito do dia a dia, que vai gerando os acontecimentos) e o Ethos ( A ética, a moral).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; O professor também salientou que na elaboração de um roteiro, através do Pathos encontramos o nosso Ethos. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Desta maneira, através do protagonista, que o elemento central de uma trama, o roteirista terá que construir o drama (Pathos) de seu personagem dentro de uma razão, de uma perspectiva pela qual se escreve (Ethos).&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O roteiro é personagem em movimento. A estrutura dramática, na visão de Costa Val se concebe através das chamadas peripécias aristotélicas. Ele comenta: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;i&gt;Não existe meio termo. Ou o personagem se dá bem, ou o personagem se dá mal. Ninguém se safrifica em vão, ainda que o personagem tenha se ferrado"&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor, na proposta de explicitar melhor a questão do conflito versus personagem, inseriu a idéia do gênero dramático dentro do conceito cinematográfico&lt;i&gt;:"Quem conta a história já sabe o que aconteceu"&lt;/i&gt;.       &lt;br /&gt;Para exemplificar este fato, ele deu o exemplo do filme Menina de Outro, de Clint Eastwood, tendo no elenco Hillary Swank e Morgan Freeman. Diz Costa Val: &lt;i&gt;"No filme, o Morgan freeman sabe tudo o que já se passou"&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.europafilmes.com.br/europafilmes/im/capa/capa_dvd_menina_ouro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.europafilmes.com.br/europafilmes/im/capa/capa_dvd_menina_ouro.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Neste sentido, o autor estrutura sua trama, criando falsas pistas que vão tecendo o destino dos personagens: &lt;i&gt;"A falsa pista direciona o telespectador par um lugar e na verdade é uma outra coisa".&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Outro filme citado, foi o &lt;i&gt;"Show de Truman&lt;/i&gt;", filme estrelado por Jim Carrey, com a direção de Peter Weir.       &lt;br /&gt;Segundo Costa Val, em "O show de Truman", o "Ethos", a idéia que queremos transmitir se concebe na crítica principal do filme, que aborda a questão do domínio da mídia e sua manipulação sobre nossas vidas.       &lt;br /&gt;Diz Costa Val:&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"Escrever é correr riscos. O risco ocorre em todos os processos. Na obra Narrativa, é bom que saibamos de quem estamos falando para perceber a possibilidade de acertos. Podemos atingir ou não atingir outras pessoas. Se você não sabe de quem ou do que você fala, é impossível seguir no processo do roteiro".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;“Em &lt;b&gt;A menina de Ouro&lt;/b&gt;, o roteiro é todo construído numa história de superação, mas somente no final entendemos que a verdadeira crítica do filme se refere ao processo da eutanásia. Ela sofre um golpe sujo. Mas Clint Eastwood deixa que a gente conclua. Pensamos que é mais um estado de superação, mas não é somente isso."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foi ainda comentada a versatilidade de Clint Estwood em filmes como Gran Torino.&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"O Clint Estwood é um diretor econômico. Suas histórias são lineares e seguras...Não tem rebuscado. Ele vai direto ao ponto. Os roteiros que ele opta por dirigir são muito intensos e impactantes"&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste ponto, elucidando a questão dos dramas comentados, o professor citou Lumet: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;i&gt;Fazer filme sempre gira em torno de contar uma história. Alguns filmes contam uma história e nos deixam com uma impressão. Alguns contam uma história nos deixam com uma impressão e nos dão uma idéia. Outros contam uma história, nos deixam com uma impressão, nos dão uma idéia e revelam alguma coisa sobre nós mesmos e os outros.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda ao que diz respeito à questão do personagem, a visão de Aristóteles, que concebe personagem e expectador percebendo o drama no mesmo momento, foi também explicitada. Diante dos obstáculos,existe o processo do conhecimento e reconhecimento. Desta forma, o climáx da estória e dá quando o telespectador descobre com o personagem certos relances da trama de um filme.    &lt;br /&gt;Um exemplo, neste aspecto, foi dado com o filme "O Sexto Sentido" de Shyamalan, com Bruce Willis,onde o autor oferece pistas, que criam uma certa confusão nas idéias do personagem, mas que, como um quebra-cabeça, vão se encaixando conforme a trama avança para o final.&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor ainda elucidou que mesmo que uma determinada estória comece com o nascimento de um personagem existe sempre ume estado anterior. Há um elipse. Entre esses dois intervalos de tempo aconteceram coisas, e essas coisas vão sendo intercalados no decorrer da história. &lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"A vida do personagem vai sendo lançada em flashbacks ou em outra forma"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foi também ofertado o exemplo de filmes que mostram presidiários, que geralmente são iniciados do momento em que os personagens "saem da prisão".      &lt;br /&gt;Costa Val ainda comentou sobre o fato de que a conjugação de fatores físicos, sociais e psicológicos, dentro da noção de conflito dos personagens constitui a base da formação da idéia constituinte do roteiro. Diz Costa Val: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"O personagem está em constante mudança. Alguma coisa muda para que tenha o status de protagonista".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxpNEB_lKI/AAAAAAAAAIM/HD5jbELfv7I/s1600/IMAGEM+1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxpNEB_lKI/AAAAAAAAAIM/HD5jbELfv7I/s320/IMAGEM+1.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foi citado o exemplo do filme &lt;i&gt;"Clube da Luta&lt;/i&gt;". Neste filme, todas as lutas que aparecem no filme têm sentido metafórico.Não estão ali pra comporem somente cenas extremamente violentas, mas ao contrário demonstram dramas psicológicos do ser humano. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na questão da constituição do roteiro, Costa Val&amp;nbsp; elucidou que se faz importante conhecer a ligação de todos os personagens da trama, para que se possa então desenvolver a idéia.      &lt;br /&gt;Diz ele que se faz importante, nesta perspectiva, conhecer a relação &lt;i&gt;Protagonista versus antagonista&lt;/i&gt;, bem como a relação dessas figuras com os coadjuvantes e componentes dramáticos, que seriam aqueles pequenos personagens que tem um papel fundamental na ação do filme.       &lt;br /&gt;No quadro, ele desenhou uma estrutura semelhante ao que se segue:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Protagonistas X Coadjuvantes&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxpZaN-xSI/AAAAAAAAAIU/aQfjZikF7gw/s1600/IMAGEM+2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxpZaN-xSI/AAAAAAAAAIU/aQfjZikF7gw/s200/IMAGEM+2.png" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O professor comentou sobre as diversas facetas que moldam a estrutura dos personagens. Na questão dos Antagonistas e Protagonistas existe, portanto, todo um processo de subjetividade.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na criação do personagem, segundo Costa Val, existem os paradigmas amoral (onde não existe certo ou errado) e Imoral.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentindo ele citou o filme &lt;i&gt;"A dupla face da Lei",&lt;/i&gt; de Michael Mann, com os excelentes Al Pacino, Robert De Niro e Val Kilmer.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O personagem de De Niro, à princípio, é focado como o vilão, o antagonista da história. No entanto, a versatilidade da criação do roteiro é tão bem arquitetada, e a interpretação de De Niro se faz de maneira tão genial, que o telespectador começa a sentir uma certa simpatia pelo personagem. Diz Costa Val: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;i&gt;Torcemos para o bandido dar certo. Não conseguimos ficar do lado personagem de Al Pacino, que se concebe na personificação da justiça, que seria supostamente o "lado bom" da trama.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Esse é um filme muito rico sob o ponto de vista da construção do personagem.”          &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Qvb2aY3RXa4/SU1ikHwQDOI/AAAAAAAAA0w/fz-J4N05gB8/s1600/dupla+face+da+lei.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_Qvb2aY3RXa4/SU1ikHwQDOI/AAAAAAAAA0w/fz-J4N05gB8/s320/dupla+face+da+lei.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Para continuar exemplificando a questão da construção do personagem, foi ainda comentado outro filme de Michael Mann: Miami Vice. Neste filme, os personagens dos atores Jammie Fox e Collen Farrell, disfarçados, fazem o transporte de grandes carregamentos de drogas no sul da Flórida na tentativa de identificarem o grupo responsável pelas mortes de seus amigos, e com a missão de investigarem a nova ordem do submundo. E os limites irão se confundir quando os parceiros começarem a esquecer qual o caminho de volta e de que lado da lei eles têm que ficar. O personagem de Farrell opta por tudo o que ele acredita. Costa Val comenta sobre a fala do personagem de Farrell: &lt;i&gt;"E agora, será que realmente o que eu faço tem que ser feito mesmo"?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dentro deste paradigma, ele também comentou sobre o filme &lt;i&gt;"Um dia de fúria"&lt;/i&gt;, com Michael Douglas. O professor comentou que tudo na estória vai sendo lançado para a construção do drama psicológico do personagem. O filme discute como a sociedade vai nos sufocando. Michael Douglas cria um personagem de si mesmo. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;i&gt;Fazer um filme é fazer funcionar várias engranagens. O diálogo do roteirista com o diretor na produção de um filme deve ser algo constante",&lt;/i&gt; diz Costa Val.         &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em relação à estrutura do roteiro, o professor explicitou os promenores dos elementos essenciais da formatação como o cabeçalho, a rubrica e o diálogo.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A questão da rubrica suscitou algumas dúvidas na turma. Diz Costa Val que&amp;nbsp; quando estamos escrevendo um roteiro, as características físicas dos personagens, que vêm inseridas na rubrica, não necessitam de vir muito claras, com muitos detalhes. Certos pormenores da filmagem não precisam vir incluídos no roteiro. Uma ação de "pegar uma imagem em close", por exemplo, não precisa necessariamente vir escrita no roteiro.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentido, ele deu o exemplo da obra Brás Cubas, de Machado de Assis, onde o personagem não é definido claramente. Costa Val comenta: " No roteiro, eu posso ter a opção de não definir o personagem. Escrevemos fisicamente na rubrica, mas psicologicamente nunca escrevemos. É desnecessária uma descrição "parnasiana", detalhada.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Voltando à questão da idéia, o professor comenta: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"O filme mais caro e o filme mais barato da humanidade nasceram de uma idéia".&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwyMtruIqaI/AAAAAAAAAJE/ccHTND3-5Ls/s1600/FILE0344.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwyMtruIqaI/AAAAAAAAAJE/ccHTND3-5Ls/s320/FILE0344.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;Á partir da perspectiva da idéia, Costa Val esmiuçou&amp;nbsp; as etapas de criação do roteiro. Para tanto, ele desenhou uma espécie de pirâmide. A noção de idéia, que pode se manifestar de infinitas maneiras, fundamenta os pilares desse pirâmide:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img height="200" src="http://docs.google.com/drawings/image?id=sVeaHGl82y1VU3IsIJafThQ&amp;amp;w=267&amp;amp;h=267&amp;amp;rev=5&amp;amp;ac=1" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="194" /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val conceitua o &lt;i&gt;Pitch Line &lt;/i&gt;como sendo a capacidade do roteirista de contar a história em uma frase. Ele, desta forma, citou o seguinte exemplo: &lt;i&gt;"Um homem precisa atravessar o país de Norte à Sul para encontrar seu amor".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já o Story Line é o resumo da estória, que pode ser estruturado, na visão de Costa Val, em seis linhas, como ele demonstrou na sequência abaixo:&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;==Começo=2linhas=========Meio=2linhas======Fim==2 linhas====&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A sinopse, segundo Costa Val, é um "breve relato". Sendo assim, se traduz em uma síntese narrativa do que acontece na estória. Esta síntese, segundo professor, pode ser feita em 1/2 página. O objetivo da sinopse, segundo o professor, é portanto o de criar a unidade dramática do roteiro.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Costa Val salienta que aspectos como a localização, a temporalidade, o perfil do personagem e o decurso da ação dramática são elementos presentes na sinopse. Ele ainda elucida que o que mais chama a atenção na estrutura da sinopse é a capacidade de persuasão para atrair o telespectador.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na estrutura do roteiro, bem como na sinopse, o verbo é estruturado sempre no presente. A ação é presente. Acontece aqui, agora.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A elaboração do argumento de um roteiro foi também analisada.Criar o argumento é incrementar, detalhar um pouco mais, explicar de forma mais completa quela idéia que era apenas um conceieto criativo na sinopse. O professor explica que no argumento "é como se você escrevesse seu roteiro em forma de conto".&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste sentido, a unidade dramática do argumento se faz na divisão de cenas, juntamente com as ações e os diálogos desenvolvidos. Nas mudanças do personagem e no potencial dramático, a ação da trama vai se desenvolvendo.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Temos então, segundo o professor, a estrutura clássica dos roteiros:&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;===&lt;b&gt;Primeiro ato===Segundo ato(ponto de virada)====Terceiro ato====&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O primeiro ato se traduz na exposição do problema. O Segundo ato é ponto da virada, ou seja, a complicação do problema. E o terceiro ato é o clímax atingido.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para exemplificar esta tríade, Costa Val cita a sequência ação, tempo e lugar, de Aristóteles. A ação cinematográfica, metaforicamente, se daria então no espaço imaginário de um dia. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A aula seguiu com a exemplificação de alguns &lt;i&gt;"Pitch Lines&lt;/i&gt;" produzidos por membros de nosso grupo como tarefa da primeira aula.       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foi elucidada também a questão da adaptação cinematográfica. Segundo Costa Val, existem cinco graus de adaptação&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;1-&lt;/b&gt; Fidelidade absoluta à obra: Os diálogos criados traduzem a essência da obra&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;2-&lt;/b&gt; Livre adaptação: São feitas algumas alterações na obra original.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste ponto, Costa Val citou o excelente Romeo e Julieta de Barz Luhrman, com Leonardo DiCaprio e Claire Daines, onde o cenário da tragédia de Shakespeare é transferido para uma surreal "Verona Beach".      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i39.tinypic.com/30kunmu.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img border="0" height="198" src="http://i39.tinypic.com/30kunmu.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;3-&lt;/b&gt; Inspirado em: Não precisamos ser tão fiéis à obra ou à vida da pessoa,&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;4- &lt;/b&gt;Baseado em: O personagem continua com a sua moral, as principais características da obra são preservadas. No entanto o clímax da trama pode ser mudado.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;5-&lt;/b&gt; Recriação: A obra é recriada completamente com uma outra visão, ou outra proposta. Um exemplo dado pelo professor, foi o do filme Crepúsculo que &lt;i&gt;pateticamente &lt;/i&gt;recriou as características do Conde Drácula, personagem tradicional do cinema clássico.       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Claúdio Costa Val concluiu sua excelente exposição exibindo o curta metragem “À Espera”. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O filme, de gênero dramático foi assumidamente inspirado em filmes de Faroeste, ou pelo menos, numa das situações de duelo. Com o curta, podemos visualizar a questão do "Ethos" no cinema. No caso do filme em questão, a moral da estória é o fato de "Os homens sempre morrem".&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxsOuFAR-I/AAAAAAAAAIk/Pn36d8DL8ik/s1600/Imagem%2B009.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxsOuFAR-I/AAAAAAAAAIk/Pn36d8DL8ik/s320/Imagem%2B009.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nossa aula foi finalizada por um excelente estudo, incrementada com um aúdio do livro "Sexo e Destino", de André Luiz. Thiago Franklin trouxe para o nosso grupo um trecho do audiobook do referido livro, que foi produzido pela LBV.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pudemos, desta maneira, fazer uma comparação da estrutura do diálogo procedente da obra literária, com a estrutura do diálogo procedente do áudio. A estrutura da trama, foi mostrada de maneira bem complexa, através de uma escaleta dos personagens desenhada no quadro.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A concepção dos diálogos e da trama do áudiobook demonstrava uma proposta de informar e fazer uma reflexão sobre os diversos dramas da alma humana. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O sentimento que se notou na maioria dos participantes do curso, foi que aquele tipo de condução narrativa de roteiro, poderia se conceber numa inspiração para as futuras produções do grupo. No seguinte link, se faz possível ouvir inteiramente o aúdio de "Sexo e destino":      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:8f79fd50-c627-4110-8cd4-8f4059256e3c" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="a7f4b291-99a3-45f0-b2d7-fbe78df3ce67" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;embed height="355" src="http://www.youtube.com/v/WehsHVLUgm0&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:7fe0da91-2afa-42d7-9066-9ce2a4fb10a3" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="12c642d3-0746-4e0e-9cce-8f95110a9c50" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;embed height="355" src="http://www.youtube.com/v/83VCTFpelVQ&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Caso goste da “Rádio novela” Sexo e Destino, ela pode ser encontrada nas livrarias espíritas.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxspCzGfsI/AAAAAAAAAI0/mJ4dM7yZUz8/s1600/Imagem%2B015.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxspCzGfsI/AAAAAAAAAI0/mJ4dM7yZUz8/s320/Imagem%2B015.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Abaixo, o cameracast do hilário Henrique, um dos mais versáteis e divertidos membros do nosso grupo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jitDwc04gJw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jitDwc04gJw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Finalizamos neste instante essa humilde narrativa com uma breve mensagem de Emmanuel: &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O Espiritismo é um Templo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meus amigos, que as Forças Infinitas do Bem vos concedam paz espiritual nas estradas purificadoras do mundo.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de encerrardes a vossa prece, ergo meu pensamento ao Divino Mestre, rogando a Ele vos esclareça a mente e fortifique o coração.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Espiritismo é atualmente um templo aberto à fé, uma oficina que se oferece ao trabalho salvador e uma escola que se institui à abençoada preparação das almas.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob qualquer prisma, faz-se necessário o esforço próprio em vossa matrícula espiritual.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como crentes, devereis cultivar a fé viva; como operário, necessitais de testemunho e movimentação; como aprendizes, não podeis dispensar a observação, o estudo e as provas necessárias.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhei, portanto, aí dentro o vosso caminho. No limiar do templo, da oficina, da escola, encontrareis Jesus Cristo.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceiteis a Sua custódia Divina e entregai-vos a Ele no Serviço Superior da vossa renovação.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temos diante de nós uma batalha dogmatica e, sim, unificação no Senhor.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o Espírito Divino vos inspirem, pois, em vosso estudo, que é     &lt;br /&gt;indispensável, amparando-vos a cada um nos problemas que vos são peculiares, são os votos do vosso irmão ao dispor.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;br /&gt;Autor: Emmanuel&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Mentores e Seareiros&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-4583716688192043958?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/4583716688192043958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/4583716688192043958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/11/roteiro-segunda-aula.html' title='Aula de Roteiro – Aula 2'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_MKwavlP5hxk/SwxlB8yLhvI/AAAAAAAAAH8/qAL1w95zCOI/s72-c/Imagem%2B003.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-1163901573821914071</id><published>2009-11-17T09:38:00.000-08:00</published><updated>2009-11-23T10:33:12.668-08:00</updated><title type='text'>Direção de Fotografia - Aula 2</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div&gt;   &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;span style="line-height: 19px; color: #333333; font-size: 13px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Por Thiago Franklin&lt;/span&gt;           &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Fotos: Janaína Macieira, Joana e Henrique Lisboa&lt;/span&gt;           &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Vídeo: Henrique Lisboa            &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Luz, Câmera, Ação!&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;       &lt;br /&gt;Sergio Gomes ou Serginho, este é o nome da fera que nos deu o prazer da aula deste domingo quente em Belo Horizonte. Uma aula de regência das luzes na direção de fotografia.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwRa5h559sI/AAAAAAAAAJM/NUwu_Dv8ZuE/s1600-h/Michaelis-DICMAXI.url%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Michaelis-DICMAXI.url" border="0" alt="Michaelis-DICMAXI.url" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQQ8zgOImI/AAAAAAAAAJU/TwKGi8D6jHA/Michaelis-DICMAXI.url_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="464" height="297" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;( Sergio Gomes )&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;Na primeira parte da aula assistimos um filme (documentário) &amp;quot;Iluminados&amp;quot;. Longa metragem que revela o olhar sobre a fotografia de cinema pelas lentes de alguns dos maiores profissionais da recente cinematografia brasileira. Dib Lutfi, Edgar Moura, Fernando Duarte, Mario Carneiro, Pedro Farkas e Walter Carvalho imprimem um pouco de sua história como fotógrafos e refletem sobre seus trabalhos, dos diretores, do seu cinema em particular e do que a sétima arte representa para o mundo.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;b&gt;( Trailer do filme: Iluminados )&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;object height="358" width="447"&gt;&lt;param name="movie" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=107657&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="window" /&gt;&lt;embed width="447" height="358" allowfullscreen="true" wmode="window" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=107657&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Serginho através de uma critica construtiva foi navegando pelo filme e mostrando os pontos fortes de cada um dos diretores apresentados a turma neste belo documentário, vale a pena assistir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;   &lt;div style="text-align: justify"&gt;Como estávamos no estúdio da CINEVIDEO ( abrimos aqui um parêntese para agradecer ao FEU e sua equipe por nos ter cedido um período para que esta importante aula pudesse ser realizada. ) tivemos uma aula pratica de como podemos utilizar a luz para criar. Estamos longe da realidade dos estúdios de Hollywood, mas Serginho assim como todos os outros mestres convidados a dar aula para esta turma nos deu o caminho das pedras, mostrando o que podemos realizar no cinema com poucos recursos.&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Videos com alguns exemplos!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:99e8d745-2830-4ff8-ba7d-215b29330ec2" class="wlWriterSmartContent"&gt;     &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px" id="ef75ebd0-5248-406b-ade7-33a5b3100743"&gt;       &lt;div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/nDbyX1yUvfQ&amp;amp;hl=en" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;Utilizando alguns fresneis, Sanguns, kinofloods, bandeiras e filtros full Blue, podemos ver alguns exemplos do que a imaginação e uma boa pratica pode fazer.      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;b&gt;( Alguns Equipamentos )&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;img title="Alguns Equipamentos" alt="Alguns Equipamentos" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLSTmPutTI/AAAAAAAAAFo/mQX_zMCpkcg/s320/Imagem+006.jpg" /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size: x-large" class="Apple-style-span"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-bottom: 1em; float: left; clear: left; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLSydeK1AI/AAAAAAAAAFw/BmAHeMKylIE/s1600/aula_luz2.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLSydeK1AI/AAAAAAAAAFw/BmAHeMKylIE/s320/aula_luz2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;b&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Kinoflood&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-bottom: 1em; float: right; margin-left: 1em; clear: right" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLTe7vd5UI/AAAAAAAAAF4/289nXv2Tz2E/s1600/aula_luz4.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLTe7vd5UI/AAAAAAAAAF4/289nXv2Tz2E/s320/aula_luz4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="margin-bottom: 1em; float: right; margin-left: 1em; clear: right" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLTe7vd5UI/AAAAAAAAAF4/289nXv2Tz2E/s1600/aula_luz4.jpg" imageanchor="1"&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="margin-bottom: 1em; float: right; margin-left: 1em; clear: right" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLTe7vd5UI/AAAAAAAAAF4/289nXv2Tz2E/s1600/aula_luz4.jpg" imageanchor="1"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;div style="text-align: left"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: left"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: right"&gt;&lt;b&gt;Fresneis e Sungun&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQV5J8S1xI/AAAAAAAAAHY/1jR2G9_UBik/s1600-h/PB150060%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="PB150060" alt="PB150060" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQV5n17VWI/AAAAAAAAAHc/Elui2V4H3f4/PB150060_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="180" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;Bandeira&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160; &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;strong&gt;Pelas Lentes do nosso querido FRED!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:31629262-35ed-4a17-add2-488eaf32fbac" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="daac1c8a-ec2d-4814-ad86-c795efc0eef2" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RSYn4d0OrtE" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwrU2uLbWAI/AAAAAAAAAJ0/YmWCT_Ln87M/video387400a24437%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('daac1c8a-ec2d-4814-ad86-c795efc0eef2'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/RSYn4d0OrtE&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/RSYn4d0OrtE&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;E como não poderia faltar algumas fotos da galera animada!&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQV6Ci7RcI/AAAAAAAAAHg/h28JuELe4JY/s1600-h/PB150051%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="PB150051" alt="PB150051" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQV62Aqz5I/AAAAAAAAAHk/Vzz1mjKMDjw/PB150051_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="350" height="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="center"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLUApXQ7hI/AAAAAAAAAGA/V3kw0hq-NRg/s1600/Imagem+015.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLUApXQ7hI/AAAAAAAAAGA/V3kw0hq-NRg/s320/Imagem+015.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Theozinho e Theozão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLUL79qhRI/AAAAAAAAAGI/SfMpl1L0d8k/s1600/Imagem+038.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLUL79qhRI/AAAAAAAAAGI/SfMpl1L0d8k/s320/Imagem+038.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Daqui pra lá! rsrs          &lt;br /&gt;Dani, Joana, Fred, Thiago, Romario, Theozinho, Helen&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLUr5U_zjI/AAAAAAAAAGQ/DPRUsiTcAAw/s1600/Imagem+039.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SwLUr5U_zjI/AAAAAAAAAGQ/DPRUsiTcAAw/s320/Imagem+039.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;Henrique, Serginho e Theozão ( Na TV )          &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQV7dOajYI/AAAAAAAAAHw/RwPAMGKBVSw/s1600-h/PB150063%5B15%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="PB150063" border="0" alt="PB150063" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQV76qmybI/AAAAAAAAAH4/JWTBQKMSOFw/PB150063_thumb%5B13%5D.jpg?imgmax=800" width="350" height="268" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Fred pulando feito Sapo!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfuzPf10I/AAAAAAAAAIA/iWVe7ju2vN0/s1600-h/DSC00276%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="DSC00276" border="0" alt="DSC00276" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfvvLgWHI/AAAAAAAAAIE/dlulqrD-bAQ/DSC00276_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="454" height="266" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Efeito feito com um Fresnel&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfwaJAemI/AAAAAAAAAII/2ce4nxM1lLE/s1600-h/DSC00287%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="DSC00287" border="0" alt="DSC00287" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfxtmgRAI/AAAAAAAAAIM/jib4VEuWwHU/DSC00287_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="455" height="276" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;O Filho de 3 Sombras!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfyOzmY1I/AAAAAAAAAJc/o1MUD_ulrwo/s1600-h/DSC00273%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="DSC00273" border="0" alt="DSC00273" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfyhxDUeI/AAAAAAAAAJk/AbDrMaT1aQs/DSC00273_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="457" height="287" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;O Pai Sombra!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQfzwxlxeI/AAAAAAAAAIY/IS_Xhc1Mmlw/s1600-h/DSC00284%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="DSC00284" border="0" alt="DSC00284" src="http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQf5ulXJhI/AAAAAAAAAIc/oqPrs8gqGPk/DSC00284_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="461" height="276" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Não que eu Goste de aparecer, a foto é apenas pela camisa!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQf6Iq0C8I/AAAAAAAAAIg/wTTmuivKns4/s1600-h/DSC00291%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="DSC00291" border="0" alt="DSC00291" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQf6xjfq_I/AAAAAAAAAIk/Y4t4HS2hlRM/DSC00291_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="465" height="287" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;b&gt;O Pai Sombra 2!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQf8hYot_I/AAAAAAAAAIo/UaJXuVhQlmY/s1600-h/PB150073%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="PB150073" border="0" alt="PB150073" src="http://lh3.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQf9WwxiUI/AAAAAAAAAIs/KeFTpKN_0mc/PB150073_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="457" height="358" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;b&gt;Theo comparilhando seu conhecimento como Produtor!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;b&gt;Momento autista do Henrique!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;object height="355" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wi-_DDwKH5w&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wi-_DDwKH5w&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;Foi uma aula de primeiro contato com as Luzes do Cinema, lembrando que sem luz a escuridão é certa, no cinema a luz é a responsável por imprimir na película a imagem iluminada na frente da câmera. Pedimos a Jesus nosso querido mestre que faça luz sobre essa turma que foi &amp;quot;Ajuntada&amp;quot; para este empenho de levar a Luz da Doutrina espírita as telas do cinema, das Tvs, da Internet e de tantas outras tecnologias que por ai virão. Esperamos de coração que outras turmas com o mesmo propósito surjam por ai.&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;Quando estava editando este post para o blog me lembrei de uma prece do espírito Emmanuel que esta no prefácio do livro &amp;quot;Ceifa de Luz&amp;quot;, que nos fala sobre a necessidade de se pedir a orientação de Deus em todos os aspectos de nossas vidas, e com ele ofereço este Post aos verdadeiros amigos que reencontro neste curso de Cinema.&lt;b&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;b&gt;PRECE POR LUZ&lt;/b&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Senhor!...        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;No limiar deste livro, estamos em oração, rogando-te mais luz por acréscimo de misericórdia.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Clareia-nos o entendimento, a fim de que conheçamos em suas conseqüências os caminhos já trilhados por nós; entretanto, faze-nos essa concessão mais particularmente para descobrirmos, sem enganos, onde as estradas mais retas que nos conduzem à integração com os teus depósitos.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;Alteia-nos o pensamento, não somente para identificarmos a essência de nossos próprios desejos, mas sobretudo para que aprendamos a saber quais os planos que traçaste a nosso respeito.         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Ilumina-nos a memória, não só de modo a recordarmos com segurança as lições de ontem, e sim, mais especialmente, a fim de que nos detenhamos no dia de hoje, aproveitando-lhe as bênçãos em trabalho e renovação.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Auxilia-nos a reconhecer as nossas disponibilidades; todavia, concede-nos semelhante amparo, a fim de que saibamos realizar com ele o melhor ao nosso alcance.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Inspira-nos, ensinando-nos a valorizar os amigos que nos enviaste; no entanto, mais notadamente, ajuda-nos a aceitá-los como são, sem exigir-lhes espetáculos de grandeza ou impostos de reconhecimento.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Amplia-nos a visão para que vejamos em nossos entes queridos não apenas pessoas capazes de auxiliar-nos, fornecendo-nos apoio e companhia, mas, acima de tudo, na condição de criaturas que nos confiaste ao amor, para que venhamos a encaminhá-los na direção do bem.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Ensina-nos a encontrar a paz na luta construtiva, o repouso no trabalho edificante, o socorro na dificuldade e o bem nos supostos males da vida.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Senhor!...        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Abençoa-nos e estende-nos as mãos compassivas, em tua infinita bondade, para que te possamos perceber em espírito na realidade das nossas tarefas e experiências de cada dia, hoje e sempre.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;Assim seja.        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: right"&gt;&lt;b&gt;Uberaba, 29 de Agosto de 1972&lt;/b&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Emmanuel&lt;/b&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align: justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-1163901573821914071?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/1163901573821914071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/1163901573821914071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/11/direcao-de-fotografia-aula-2.html' title='Direção de Fotografia - Aula 2'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_KKunrDJ3tsE/SwQQ8zgOImI/AAAAAAAAAJU/TwKGi8D6jHA/s72-c/Michaelis-DICMAXI.url_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-8697455825067728560</id><published>2009-11-09T16:07:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T08:47:01.839-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Captação de Áudio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leo Som'/><title type='text'>Captação de aúdio e tratamento acústico – Aula 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Por Juliana Luiza&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Fotos: Janaína Macieira&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Vídeo: Thiago Franklin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;A aula do último Domingo, dia 8 de Novembro, foi abrilhantada pela simpática figura de Leossom.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Tendo produzido o som de vinte e dois curtas e dois longas, formando em Mecânica, Eletrônica e Engenharia Elétrica, Leonardo tem se focado em captação de áudio para Cinema e vídeo.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Ele trouxe um pouco de sua experiência para o nosso grupo, resumindo de forma divertida e objetiva os pormenores da utilização do som e captação de áudio no cinema.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left; font-family: inherit; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-bottom: 1em; float: right; margin-left: 1em; clear: right" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SvlYaOOvjgI/AAAAAAAAAFI/9E-OHjPc62g/s1600-h/IMG_0759.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SvlYaOOvjgI/AAAAAAAAAFI/9E-OHjPc62g/s320/IMG_0759.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left; font-family: inherit" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo conseguiu demonstrar que é possível produzir cinema com irreverência, inteligência e simplicidade, utilizando materiais e equipamentos de baixo custo,&amp;#160; incrementando tudo à tecnologia e à programas inovadores.        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;A&amp;#160; importância da preparação acústica foi bastante elucidada, com o propósito de demonstrar um projeto para evitar a entrada de sons externos ao ambiente e para evitar a saída de sons para o exterior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Neste sentido, ele apresentou o conceito de &amp;quot;blimpar&amp;quot; e a utilização de diversos materiais que funcionam como revestimentos acústicos. Blimpar, segundo Leo, significa construir uma barreira sonora eficaz, que realmente evite a passagem de qualquer frequência sonora pelas paredes dos ambientes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo comentou, entre outros materiais, sobre o &amp;quot;Sonéx&amp;quot;---uma espécie de espuma quebrada que funciona como uma forma de revestimento de &amp;quot;placa acústica&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Segundo ele, o tratamento acústico que deve ser feito em determinados ambientes deve levar em conta a questão do tamanho da sala, que é tratada com material fonoabsorvente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;   &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;A aula também foi entremeada de várias demonstrações de possibilidades de sons, em diferentes locais, com desenhos feitos pelo próprio professor na lousa.        &lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviYAr_QqmI/AAAAAAAAAEA/b8u0C84QZrs/s1600-h/IMG_0737-crop.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviYAr_QqmI/AAAAAAAAAEA/b8u0C84QZrs/s320/IMG_0737-crop.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;( Desenho de funcionamento do microfone )&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;     &lt;div style="text-align: justify"&gt;Em lugares grandes, por exemplo, segundo ele, não adianta colocar absorção acústica. Leo desenhou no quadro uma espécie de persiana dupla que ele teria usado em um teatro grande.       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Outro exemplo foi citado por ele ao comentar sobre um auditório, onde se fazia possível colocar vários painéis com forma de onda. Leo comentou que &amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;a onda sonora consegue atravessar o que está perpendicular, mas não o que está oblíquo. Nesse auditório, portanto, não reverbera-se mais. Existem várias barreiras verticais. As arestas funcionam como um rebaixamento do teto. Todo som que bate no teto &amp;quot;morre ali&amp;quot;. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Segundo Leo, estas salas, dotadas de materiais de absorção são chamadas &amp;quot;sala secas&amp;quot;.&amp;#160; O professor também elucidou:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt; &amp;quot;Quanto mais material fonoabsorvente for inserido, maior é a densidade da absorção. Quanto maior a frequência, menor a frequência da onda. A reverberação é feita por frequências mais altas.&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;   &lt;div style="text-align: justify" align="justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo explicitou ainda a definição dos diversos tipos de microfone e a estrutura material de cada um deles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Os microfones mais utilizados segundo ele, estão em três categorias:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt; microfones omni-direcionais;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;microfones bi-direcionais e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;microfones direcionais. Os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;microfones direcionais, se subdividem em cardióides, supercardióides e ultracardióides.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Foi também comentado em relação aos microfones que existem movimentos específicos para o cinema e outros específicos para o teatro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;ol style="text-align: justify"&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo mostrou vários áudios de filmes os quais ele &amp;quot;trabalhou o som&amp;quot;, analisando os aspectos da produção sonora em determinados ambientes. Ele mostrou algumas cenas que foram produzidas dentro de um carro &amp;quot;blimpado&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Foi também comentada uma cena gravada no restaurante &amp;quot;O topo do mundo&amp;quot;, de Belo Horizonte. Segundo Leo, pelo motivo deste restaurante ter um tamanho imenso foi necessário também usar o blimp, para que não houvesse nenhum tipo de eco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo também comentou sobre o fato de nesta cena do restaurante, usar somente 6 microfones. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Ao ouvir o aúdio, tivemos a impressão de que o ambiente em questão estava lotado. O que construiu esta impressão de &amp;quot;ambiente lotado&amp;quot;, segundo o professor, foram as posições estratégicas que ele colocou os chamados &amp;quot;Microfones sorvete&amp;quot;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Além disso, a edição na mesa de som permitiu desenhar o som ao vivo. Ou seja, foi possível arquitetar um ambiente de pessoas falando ao fundo. Segundo ele, haviam apenas seis pessoas conversando, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo neste instante disse, com seu jeito irreverente: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;quot;Eu geralmente chego no set com esses Microfones sorvete e as pessoas não acreditam no que eu posso fazer com eles.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;quot;        &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviYO4mmI1I/AAAAAAAAAEI/uD53Okc20Zg/s1600-h/IMG_0746%282%29.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviYO4mmI1I/AAAAAAAAAEI/uD53Okc20Zg/s320/IMG_0746%282%29.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;       &lt;br /&gt;Portanto, de uma forma simples e barata, com microfones que segundo Leo custam menos de 100 dólares, ele conseguiu fazer uma produção excelente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: left"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Um fato inusitado e curioso, é que Leo carrega sempre com ele o&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt; &amp;quot;Nelson Ned&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;. Esse não é o psicodélico cantor...mas se trata de um suporte de microfone, que ele costuma tratar carinhosamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;       &lt;br /&gt;Foi também apresentada a noção de &amp;quot;tratamento de áudio&amp;quot;. Mostrando o gráfico no projetor, Leo demonstrou que alguns sons ocupam espaços indesejáveis em determinadas cenas, e então necessitam uma edição. Ele comenta: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;quot; Eu posso tirar o ruído do som. O som digital te permite tratar o som de outra forma. Um mundo de possibilidades se abre pra você, à partir do momento que você pode trabalhar esse som em pedacinhos. Você pode tirar uma boa parte do ruído&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;        &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Svldq0n35-I/AAAAAAAAAFY/q0FQeqDb0Eg/s1600-h/IMG_0735b-crop.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Svldq0n35-I/AAAAAAAAAFY/q0FQeqDb0Eg/s320/IMG_0735b-crop.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;       &lt;br /&gt;Leo comentou sobre uma cena gravada em um ginásio, que ele havia mostrado no aúdio:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt; &amp;quot;Usamos dois microfones dinâmicos perto da pessoa. Estava chovendo e eu consegui tirar o barulho da chuva&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;O programa que realiza essa &amp;quot;limpeza&amp;quot; em relação aos ruídos é chamado audition. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Desta forma, na demonstração do equalizador do programa &amp;quot;audition&amp;quot;, o professor explicou que se pode arquitetar diversas possibilidades de edição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Ainda em relação à questão dos ruídos, foi demonstrado através de um aúdio, um esquema de gravação feito numa rua praticamente sem ruído.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo explica, através de um desenho: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;quot;A menina deitada no chão é esfaquiada. Coloquei o Nelson Ned à mais ou menos uns dois metros dela. (...) Você percebe a ambientação esteriofônica da cena. Então, com o tempo eu aprendi a entender os microfones tal como se eles fossem um foco de luz&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Um tópico importante levantado por ele foi sobre a chamada &amp;quot;Whisper room&amp;quot;. A Whisper room se trata de uma sala onde se grava o aúdio de cenas que foram recém gravadas. Leo comenta sobre essa sala: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;quot;O cara acabou de falar e na mesma hora você o leva para whisperer room para gravar a mesma sequência em aúdio.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;A gravação deste aúdio pós filmagem se faz importante, pois em muitos casos, o aúdio da cena original não ficou satisfatório e precisa ser &amp;quot;tratado&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo citou uma experiência de filmagem que utilizou como &amp;quot;Whisper room&amp;quot; uma sala improvisada no prédio do Icbeu em Belo Horizonte, onde uma sala repleta de livros foi adaptada para regravar as cenas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Foram também demonstrados todos os pormenores da utilização da mesa de som e seus diversos tipo de controle. Todos do nosso grupo, puderam testar diferentes possibilidades de áudios.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; font-family: inherit; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-bottom: 1em; float: right; margin-left: 1em; clear: right" href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviZc2IsW1I/AAAAAAAAAEY/xj1QHeiR6UE/s1600/IMG_0745-crop.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviZc2IsW1I/AAAAAAAAAEY/xj1QHeiR6UE/s320/IMG_0745-crop.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviZOi1LTvI/AAAAAAAAAEQ/pNr3wgDtW5c/s1600-h/IMG_0757.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviZOi1LTvI/AAAAAAAAAEQ/pNr3wgDtW5c/s320/IMG_0757.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leossom comentou de início sobre o desenho de aúdio. Alguns alunos andaram ao redor da sala, com o microfone na mão, a fim de demonstrar a questão do movimento do microfone e sua relação com o movimento humano. Os alunos testaram a voz no microfone e pode-se perceber a diferenciação entre agudos e graves e a produção de vozes &amp;quot;secas&amp;quot; ou &amp;quot;leves.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; font-family: inherit; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviZ0DltrwI/AAAAAAAAAEg/oYGpOdyD1UI/s1600-h/IMG_0772.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SviZ0DltrwI/AAAAAAAAAEg/oYGpOdyD1UI/s320/IMG_0772.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Manuseando de forma experiente a mesa de som, Leo &amp;quot;brincava&amp;quot;, aumentado e diminuindo timbres vocais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Fazendo uma demonstração de aúdio com o seu familiar microfone sorvete, Leo comenta sobre a mesa: &amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;O microfone sorvete pega tudo. É um microfone impressionante. A grande vantagem de se ter uma mesa é que você pode fazer esses desenhos: impostar, esvaziar a voz do ator....voce pode colocar eco&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Um momento interessante de nossa aula foi &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;a gravação de um aúdio do livro &amp;quot;Missionários da Luz&amp;quot;, de André Luiz. A gravação foi feita por Romário e Theo, que emocionaram a platéia com seus timbres carregados de emoção.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo intencionava demonstrar com essa gravação a questão do posicionamento dos microfones.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Segue abaixo o aúdio com imagens de trechos da aula de Leossom. No vídeo o professor mostra captação com 2 microfones, mudança de posição e mudança do PAN na mesa de áudio.      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit; color: red"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Curta-Metragem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;A aula foi finalizada com&amp;#160; exibição de um tocante curta metragem produzido na Escola de Cinema por Thiago Franklin.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;O aúdio do referido filme foi feito por Leossom um dia antes, no Sábado. O filme tratava de uma situação vivida em um ponto de ônibus, local onde, por pressuposto, e de acordo com o que o filme sugere,&amp;#160; simbolicamente as pessoas não percebem as outras pessoas que as cercam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;O barulho dos ônibus mostrados no filme foi citado. Segundo Leo, havia uma garota sentada deixado do banco do ônibus, com um microfone posicionado para captar os sons ao redor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leo comentou que o filme seria um bom exemplo da utilização do microfone direcional. Ele comentou: &amp;quot;O microfone isola bem o som que está no foco dele&amp;quot;.        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: red"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Uma breve reflexão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;        &lt;br /&gt;Deixando por hora a questão técnica da aula, gostaríamos de finalizar nosso texto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt; fazendo uma espécie de reflexão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit; color: red"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Neste instante, poderíamos, quem sabe, fazer um &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;paralelo surreal &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;sobre a questão dos ruídos elucidada por Leo e a questão &amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;do não perceber a realidade ao redor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&amp;quot;, que o curta metragem demonstra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit; color: red"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit; color: black"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Não percebemos os ruídos, ou fingimos não ouvi-los? Não percebemos as pessoas ou não fingimos vê-las?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Leossom comentou que, pelo fato de estar muito tempo trabalhando nesta área de captação de aúdio, seu ouvido tem sido de certa forma treinado e ele consegue perceber os barulhos que rodeiam o mundo...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Segundo ele, geralmente as pessoas se acostumam ao grande número de ruídos e não percebem mais os sons.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;O fato é que a questão da percepção poderia provocar severas reflexões a todos que assistiram a aula do último Domingo.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;À partir da aula de Leossom os ruídos talvez nunca mais sejam os mesmos para os membros de nosso grupo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;E, o curta metragem também poderia nos conduzir à uma crítica severa sobre o modo de agir humano, que desdenha toda a realidade ao seu redor, se perdendo no seu mundinho limitado e interior...        &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;b style="color: red"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Bate Papo com Emmanuel-Renúncia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Logo após a aula, muito dos membros do nosso curso se encontraram no C.E Manuel Felipe Santiago, no bairro Santo Antônio, onde aconteceu o evento &amp;quot;Bate Papo com Emmanuel&amp;quot;.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;Abaixo segue os vídeos, produzido pela mocidade do Manuel Felipe para o Bate Papo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Renuncia: Parte 1&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;object height="265" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HV4Zn2P8rMY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HV4Zn2P8rMY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Renuncia: Parte 2&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;object height="265" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H45PRGIKvjI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/H45PRGIKvjI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Making-of&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;object height="265" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9sRLm4oTmDI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9sRLm4oTmDI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Musica: Estrela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;object height="265" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/c-cl7trSl3M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/c-cl7trSl3M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Musica: Alcíone&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;object height="265" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iyn2zAOWJ4s&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iyn2zAOWJ4s&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;Musica: Sonhos de Amar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="border-collapse: collapse; white-space: pre; font-size: 17px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;object height="355" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hyNYYI4X8b0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hyNYYI4X8b0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit" align="justify"&gt;O curso cinema espírita segue seu rumo e vem ampliando nossas percepções sobre diversas facetas da vida e de além vida...&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit" align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Abraços a todos e até a próxima&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-8697455825067728560?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8697455825067728560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/8697455825067728560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/11/aula-do-ultimo-domingo-dia-8-de.html' title='Captação de aúdio e tratamento acústico – Aula 1'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SvlYaOOvjgI/AAAAAAAAAFI/9E-OHjPc62g/s72-c/IMG_0759.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-873101521357952641</id><published>2009-11-02T07:05:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T08:53:11.937-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rafael Ciccarini'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adriano Alves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia do Cinema'/><title type='text'>História do Cinema – Aula 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;Por Juliana Luiza&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;Fotos de Janaína Macieira &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;&amp;#160;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A segunda aula sobre a história do cinema, foi abrilhantada pela excelente bagagem do professor Rafael Ciccarini, um dos nomes mais conceituados da cena cinematográfica de Minas Gerais.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ciccarini é o atual editor do site &lt;em&gt;Filmes Polvo&lt;/em&gt;, site especializado em crítica cinematográfica, e é também um dos mais conceituados professores da Escola Livre de Cinema.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ele resumiu com maestria e genialidade, os pormenores de mais um capítulo da história do Revolucionário cinema Russo e de outros capítulos da história da sétima arte, como o surrealismo da vanguarda francesa, o surgimento dos documentários e a chegada da era Ouro de Hollywood.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Esta foi também uma aula de contrastes, entremeada pela trilha sonora dos gritos dos torcedores do Clube Atlético Mineiro, que para tristeza dos cruzeirenses, extravazavam sua alegria pelas rua dos centro da cidade de Belo Horizonte gritando e urrando: &lt;em&gt;&amp;quot;galooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!&amp;quot;&lt;/em&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Se fazia visível o semblante de preocupação de alguns rapazes atleticanos do grupo, inclusive o caríssimo professor, que fazia o possível para não prestar atenção nos estentóricos gritos.... &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Os gritos atleticanos não foram capazes, entretanto, de ofuscar o conteúdo da aula e contrastavam,desta forma, com a atenção dos alunos, que estupefatos e silenciosos, tentavam captar ao máximo os ensinamentos da&lt;i&gt; Bíblia da sétima arte &lt;/i&gt;Rafael Ciccarini. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;   &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7zVgzuS_I/AAAAAAAAADI/AdJ4uh8fNq8/s1600-h/Imagem+001-crop.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7zVgzuS_I/AAAAAAAAADI/AdJ4uh8fNq8/s400/Imagem+001-crop.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Rafael iniciou a aula resumindo o cinema Russo como sendo um dos mais importantes movimentos cinematográficos de todos os tempos, e como sendo um dos mais importantes movimentos dos anos 20.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O cinema desta época, segundo o professor, foi incentivado pelo partido Bolchevique,e serviu como uma espécie de propaganda ideológica dos preceitos de Lennin. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Sergei Eisenstein, segundo Ciccarini, trouxe a idéia da montagem dialética para o cinema.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ciccarini comenta:&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Portanto, o cinema Russo passa neste momento, a ser gerador de idéias. O montador portanto, cria o sentido do filme. Eisestein estuda cada plano minuciosamente e começa a ver os conflitos internos de cada plano. Cada corte vai sendo pensado em uma gama de conceitos.&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Para os Russos nesse momento, o cinema não é um lugar para contar história, mas para construir&amp;quot;.&lt;/i&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Mas até o futebol foi esquecido nas chocantes cenas mostradas em um trecho&lt;i&gt;s &lt;/i&gt;dos filmes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; de Eisenstein&lt;i&gt; &lt;/i&gt;como&lt;i&gt; &amp;quot;A greve&amp;quot; &lt;/i&gt;e&lt;i&gt; O encouraçado Potemkin&amp;quot;,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; este último considerado como sendo a obra prima do cinema Russo. &lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Abaixo, cenas de &lt;i&gt;&amp;quot;A Greve&amp;quot;&lt;/i&gt;:&lt;/span&gt;&amp;#160;&lt;span style="font-size: small"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kObFn6VkJyE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kObFn6VkJyE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&lt;i&gt;Como demonstrado no vídeo, A GREVE recria brilhantemente a greve que ocorreu em 1912 na Tsarist Russia, num conflito entre operários e policia. &lt;/i&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Ciccarini exibiu uma das marcantes cenas do filme, onde Eiseinstein compara, através da montagem, a matança de pessoas à matança de gado. &lt;/span&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Os &amp;quot;soldados sem rosto&amp;quot; e desumanizados, eram a tradução da opressão do poder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Um dos pontos altos da aula deste Domingo, entretanto, foi a exibição da cena do &amp;quot;massacre na escadaria&amp;quot;, cena do clássico &lt;i&gt;&amp;quot;O encouraçado Potemkin&amp;quot;&lt;/i&gt;, outra obra prima de Eisenstein. Esta cena&lt;i&gt; &lt;/i&gt;oferece tambem uma idéia da opressão do poder e oferece uma excelente visão para a idéia de choque e de conflito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Algo interessante comentado por Ciccarini foi o fato de Eisestein oferecer uma &amp;quot;crítica ao protagonista&amp;quot;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Não existe um ator principal, mas sim uma &amp;quot;classe protagonista&amp;quot;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Ainda segundo o professor, os personagens de Eisestein não são belos, tal como se convencionou a mostrar no cinema hollywoodiano, mas são sim, ao contrário, pessoas com rostos sofridos e expressões comuns, que são mostrados com destaque.&lt;/span&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Confira abaixo cenas do citado filme: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ps-v-kZzfec&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ps-v-kZzfec&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Ciccarini comentou:&lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;A cena demonstra que o resultado da Greve foi ineficaz. A senhora vai falar com os soldados. Os corpos estão margiando os personagens...A personagem vai ficando cada vez menor, caindo em meio às sombras&amp;quot;.&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;No que diz respeito ao cinema Russo, o professor ainda elucidou a figura de Dziga Vertov&lt;i&gt;: &lt;i&gt;&amp;quot;Vertov trouxe a idéia da câmera como o olho humano. Nesta perspectiva, fatos da vida são colhidos pelo cinema (cinefato)&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;.Vertov posuía uma concepção radical, reveladora da verdade e negadora da ficção&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;.&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&lt;i&gt;O professor ainda abordou o surrealismo da vanguarda francesa, que se deu em um momento que os artistas extrapolaram o limite da razão. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Ciccarini elucida que o&lt;i&gt;&lt;i&gt; &amp;quot;artista surreal tem o extinto puro da criação. O que inspira este artista é sempre a chamada inspiração primeira&amp;quot;. &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;A exibição de um trecho de O Cão Andaluz (1929) de Luiz Bunuel causou um certo espanto no grupo. Alguns consideram as cenas como sendo &amp;quot;bizarras&amp;quot;. Ciccarini disse que este seria o filme mais exibido da história do cinema: &lt;i&gt;&amp;quot;O filme se traduz numa espécie de provocação e não faz sentido lógico-racional, mas demonstra algo que não se consegue verbalizar. Este estilo se traduz, portanto, como sendo um paradigma do surrealismo&amp;quot;,&lt;/i&gt; diz o professor&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;#160; &lt;span style="font-size: small"&gt;Confira abaixo trechos do filme:&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KejvfcVWwkI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KejvfcVWwkI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;Ciccarini finalizou a excelente aula com uma elucidação sobre clássicos documentários. Segundo o professor, o documentário é um discurso cinematográfico à partir do real. Portanto, a encenação sempre vai acontecer neste gênero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;O momento mais marcante desta aula foi talvez a exibição de trechos do clássico documentário Nazista&lt;i&gt; &amp;quot;O triunfo da vontade&amp;quot;&lt;/i&gt; de Leni Riefenstahl.&lt;/span&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;O trecho que mostra Hittler sendo ovacionado pela multidão, que eufórica enaltecia sua figura como sendo um messias, causou espanto e estupefação na nossa platéia. Segundo Ciccarini, este filme ajudou a construir o modelo de como &lt;/span&gt;&amp;quot;se deveria receber o Führer&amp;quot;. O professor comentou que tudo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;se traduz tal como um filme de terror. O filme é mostrado milimetricamente, focando na expressão das pessoas e nas crianças sorrindo.&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A cena de Hittler ganhando um bouquet de Rosas de uma senhora com uma criança nos braços, segundo o professor, é um claro exemplo da mistura de realidade e encenação.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;   &lt;div style="text-align: left"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;Assista abaixo a primeira parte de &amp;quot;O triunfo da vontade&amp;quot;:&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tO5tvtZk2n4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;          &lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tO5tvtZk2n4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; Ciccarini ainda comentou sobre o realismo poético francês, onde a volta do real, favorece artistas ousados como Jean Cocteau&lt;i&gt;:&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;No realismo poético, imagens metaforisam o ato de sofrer. Busca-se a beleza máxima de cada plano. Jean Renoir (filho do pintor e mito Pierre August Renoir),que se revela como sendo um dos maiores cineastas franceses da história, foi um dos nomes marcantes deste período que seu deu na década de 30. Suas obras mais famosas são &amp;quot;A grande ilusão (1937), A Besta Humana (1938) e &amp;quot;A regra do jogo&amp;quot; (1939)&amp;quot;.&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O professor, finalizando a aula, elucidou a hollywood nascente, na formação da indústria e dos gêneros cinematográficos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; Conceitos como o &amp;quot;estúdio system&amp;quot;, a superexposição e a glamourização através do &amp;quot;star system&amp;quot; e conceito industrial por trás da festa do Oscar, foi comentado com entusiasmo por Ciccarini.&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Nomes lendários como Frank Capra, que com filmes como &amp;quot;Aconteceu naquela noite&amp;quot; e Walt Disney, com seus clássicos longa metragens animados como &amp;quot;A branca de neve&amp;quot; e &amp;quot;fantasia&amp;quot;, foram também elucidados.&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Os clássicos Westerns de John Ford como&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &amp;quot;As vinhas do Ira&amp;quot;&lt;/i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;e&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;i&gt;&amp;quot;O homem que matou o facínora&amp;quot; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;foram também comentados.&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ciccarini ainda comentou sobre a comédia ligeira de Howard Hawks, que produziu os filmes &lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Jejum do amor&amp;quot; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;e&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;i&gt;&amp;quot;Levada da breca&lt;/i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O terror americano, que segundo Cicarinni tem um teor mais leve. também foi apreciado, especialmente nos sobre os filmes dos Irmãos Marx como&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &amp;quot;Gênios da pelota&amp;quot;&lt;/i&gt; e&lt;/i&gt;&lt;i&gt; &lt;i&gt;&amp;quot;Diabo à quatro&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;.&amp;#160; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;   &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7zqEdeQOI/AAAAAAAAADQ/ByowdL_ffzY/s1600-h/Imagem+004-crop.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7zqEdeQOI/AAAAAAAAADQ/ByowdL_ffzY/s320/Imagem+004-crop.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&amp;#160;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;A excelente aula de Ciccarini terminou deixando mais uma vez muito um rastro de muito conhecimento e aprendizado a todos os membros do grupo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;   &lt;div style="text-align: left"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;A nossa aula deste Domingo foi finalizada com uma maravilhoso estudo sobre arte espírita, que foi feito por Adriano Alves, um nome marcante do perfil da arte espírita Belo Horizontina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;#160;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span id="wctAbas1_lblDescricao"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su70VuEycEI/AAAAAAAAADo/dNOY7xLPCnE/s1600-h/Imagem+010-crop1.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su70VuEycEI/AAAAAAAAADo/dNOY7xLPCnE/s320/Imagem+010-crop1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Adriano explicitou que&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3"&gt; através de &lt;/span&gt;Kardec&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt;, aprendemos que &lt;b&gt;“O que &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt;há&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt;sublime&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt; na &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt;arte&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt; é a &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt;poesia&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: black"&gt; do ideal, que nos transport&lt;/span&gt;a para fora da esfera acanhada de nossas atividades.”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Adriano comenta que a arte presta culto à Deus e à liberdade, por isso a arte espírita é muito maior do que mostrar certos esteriótipos. Segundo o palestrante, nesta arte deve existir o ideal da ética, o ideal do equilíbrio, e um ideal maior que se traduz no ideal de Jesus. Enquanto o homem permanecer no materialismo, ele não conseguirá alcançar a idéia de arte.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Um frase dita por Fred, talvez resuma todos comentários sobre o assunto arte espírita. &lt;b&gt;MAIOR QUE O AMOR À VERDADE É A VERDADE DO AMOR.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;div style="border-bottom: medium none; text-align: center; border-left: medium none; clear: both; border-top: medium none; border-right: medium none" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7z102EEbI/AAAAAAAAADY/RQrVU4e5pLo/s1600-h/Imagem+002-crop-crop.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7z102EEbI/AAAAAAAAADY/RQrVU4e5pLo/s320/Imagem+002-crop-crop.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;i&gt;Fred fazendo pose....Destaque para o seu topete Elvis Presley &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="clear: both" class="separator"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Portanto, os comentários gerais de todo o grupo, concluíram que a técnica deve ter ser usada principalmente em favor da mensagem, em favor de um ideal maior.... &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ficamos pro aqui....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify; font-family: inherit" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Até a próxima aula...!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-873101521357952641?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/873101521357952641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/873101521357952641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/11/historia-do-cinema.html' title='História do Cinema – Aula 2'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Su7zVgzuS_I/AAAAAAAAADI/AdJ4uh8fNq8/s72-c/Imagem+001-crop.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-6621614136857693716</id><published>2009-10-26T16:13:00.000-07:00</published><updated>2009-12-03T12:37:14.307-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maquiagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Elisinha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Efeitos Especiais'/><title type='text'>Aula de Maquiagem</title><content type='html'>Zumbis?Vampiros? Manicômio? Vale dos suicidas?&lt;br /&gt;Não necessariamente....&lt;br /&gt;Mas uma sensacional aula de maquiagem com a expert Elisa Silva.&lt;br /&gt;Trazendo um pouco de seu conhecimento na área cinematográfica e teatral, ela transmitiu para os membros do nosso grupo algo sobre suas inspiradoras habilidades no make up da sétima arte. &lt;br /&gt;Maquiadora de cinema,teatro,tv e vídeo, Elisinha,como é conhecida,demonstrou um pouco de sua vasta experiência aos alunos de nosso curso.&lt;br /&gt;Demonstrando com paciência e maestria as técnicas e materiais utilizados na produção da maquiagem cinematográfica,como gesso e látex, Elizinha moveu a atenção e a curiosidade de nosso grupo ao explicitar de maneira objetiva, os pormenores das técnicas de maquiagem.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Clique nas fotos para visualizá-las em tamanho maior.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;A mestra:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYhTtOqzKI/AAAAAAAAAA4/9go_fS_hwW4/s1600-h/Imagem%2B085.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYhTtOqzKI/AAAAAAAAAA4/9go_fS_hwW4/s320/Imagem%2B085.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Tiros, cicatrizes, queimaduras...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O pobre Thiago sofreu todo o tipo de torturas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYiGLGl4BI/AAAAAAAAABA/4xuApgbOUr0/s1600-h/Imagem%2B093.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYiGLGl4BI/AAAAAAAAABA/4xuApgbOUr0/s320/Imagem%2B093.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYiM0bDeDI/AAAAAAAAABI/unn3dN3F0kA/s1600-h/Imagem%2B035.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYiM0bDeDI/AAAAAAAAABI/unn3dN3F0kA/s320/Imagem%2B035.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Garota torturada:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYjPPmyKYI/AAAAAAAAABY/F0-oHov0zAs/s1600-h/DSC01039.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYjPPmyKYI/AAAAAAAAABY/F0-oHov0zAs/s320/DSC01039.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Memórias de Helen, a moça suicida:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYlg4vqiBI/AAAAAAAAAB4/GKCeWEHlZYk/s1600-h/DSC01051.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYlg4vqiBI/AAAAAAAAAB4/GKCeWEHlZYk/s320/DSC01051.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Pobre rapaz...queimadura de cigarro deve doer muito:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYkHR8QxLI/AAAAAAAAABo/Hw3L-LOEGJY/s1600-h/DSC01029.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYkHR8QxLI/AAAAAAAAABo/Hw3L-LOEGJY/s320/DSC01029.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Foto tirada no IML de Belo Horizonte. Causa mortis: Tiro na cabeça:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYk_INL60I/AAAAAAAAABw/lIojG8AB5Oc/s1600-h/DSC01034.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYk_INL60I/AAAAAAAAABw/lIojG8AB5Oc/s320/DSC01034.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Triste garoto... tão jovem e se autoflagelando desta maneira:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYm76x-rzI/AAAAAAAAACA/GLhdo-fbZOE/s1600-h/DSC01047.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYm76x-rzI/AAAAAAAAACA/GLhdo-fbZOE/s320/DSC01047.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Secando a queimadura:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYpNGSwJ6I/AAAAAAAAACI/A6p_T9ZGfCA/s1600-h/Imagem%2B118.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYpNGSwJ6I/AAAAAAAAACI/A6p_T9ZGfCA/s320/Imagem%2B118.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Joana,&amp;nbsp; que mostrou grandes aptidões na área de maquiagem, pronunciou:..."O meu maior sonho sempre foi fazer maquiagem"....&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Pronto! Um talento desvendado... &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYpuwFZWXI/AAAAAAAAACQ/PhH0iZjaEqA/s1600-h/Imagem%2B086.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYpuwFZWXI/AAAAAAAAACQ/PhH0iZjaEqA/s320/Imagem%2B086.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Janaína, mordida por vampiros, fazendo curativos no pronto socorro:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYrq9VHE3I/AAAAAAAAACY/1M-RMTKqwak/s1600-h/DSC01021%283%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYrq9VHE3I/AAAAAAAAACY/1M-RMTKqwak/s320/DSC01021%283%29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;O rapaz masoquista, que leva um tiro na mão e ainda ri:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYjmDATI7I/AAAAAAAAABg/9KKsqgTaLgU/s1600-h/DSC01037.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYjmDATI7I/AAAAAAAAABg/9KKsqgTaLgU/s320/DSC01037.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os mortos vivos com Elizinha:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYuAKeBmiI/AAAAAAAAACw/Zhh3DuU9Dno/s1600-h/DSC01059.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYuAKeBmiI/AAAAAAAAACw/Zhh3DuU9Dno/s320/DSC01059.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-6621614136857693716?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/6621614136857693716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/6621614136857693716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/10/aula-de-maquiagem.html' title='Aula de Maquiagem'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYhTtOqzKI/AAAAAAAAAA4/9go_fS_hwW4/s72-c/Imagem%2B085.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-1284415084266453315</id><published>2009-10-26T14:57:00.000-07:00</published><updated>2009-10-26T14:57:04.261-07:00</updated><title type='text'>Cartaz</title><content type='html'>Segue abaixo um convite da Mocidade do CEMFS&lt;br /&gt;O vídeo do evento foi criado por Henrique Lisboa, membro do grupo Cinema Espírita.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=3b-NAxEwj2o" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=3b-NAxEwj2o&lt;/a&gt; &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYbD2YKvvI/AAAAAAAAAAw/I_zdxNSw8Uo/s1600-h/Cartaz1eR.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYbD2YKvvI/AAAAAAAAAAw/I_zdxNSw8Uo/s320/Cartaz1eR.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-1284415084266453315?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/1284415084266453315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/1284415084266453315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/10/cartaz.html' title='Cartaz'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/SuYbD2YKvvI/AAAAAAAAAAw/I_zdxNSw8Uo/s72-c/Cartaz1eR.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-2670029521024649104</id><published>2009-10-26T14:52:00.000-07:00</published><updated>2010-02-19T08:54:47.742-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Costa Val'/><title type='text'>Roteiro – Aula 1</title><content type='html'>Na excelente aula de roteiro de Costa Val, foram citadas as clássicas tragédias gregas.   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Segue o Edipo Rei de Sófocles.   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/edipo.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/edipo.html&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A Poética, de Aristóteles:   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ufrgs.br/proin/versao_1/textos/poetica.doc" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.ufrgs.br/proin/versao_1/textos/poetica.doc&lt;/a&gt;   &lt;br /&gt;Neste link: &lt;a href="http://www.lendo.org/baixar-livros-gratis-download/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.lendo.org/baixar-livros-gratis-download/&lt;/a&gt;, duas obras de Sófocles, sete de Eurípedes e cinco de Ésquilo    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3194195991316503957-2670029521024649104?l=cinemaespirita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/2670029521024649104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3194195991316503957/posts/default/2670029521024649104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemaespirita.blogspot.com/2009/10/classicos.html' title='Roteiro – Aula 1'/><author><name>Cinema Espírita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04133230874824559127</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_KKunrDJ3tsE/Sw_Ucp1jDQI/AAAAAAAAALI/rbcrQQaTP4A/S220/imagem.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3194195991316503957.post-8377937875172655458</id><published>2009-10-26T14:29:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T16:22:11.068-07:00</updated><title type='text'>E-Group!</title><content type='html'>&lt;b&gt;O E-group&lt;i&gt; Cinema espírita&lt;/i&gt;, criado para informações e notícías do curso,vem trazendo debates muito interessantes sobre rumo das aulas, e discussões sobre o cinema de forma geral.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O endereço do grupo é:&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://groups.google.com.br/group/cinemaespirita?hl=pt-BR%20"&gt;http://groups.google.com.br/group/cinemaespirita?hl=pt-BR &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O post a seguir, que foi escrito por Henrique, resume muito bem a proposta de nosso curso:&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;input id="hdn_reply_to_subj" type="hidden" value="O REALISMO E O IDEALISMO EM PINTURA" /&gt;   &lt;input id="hdn_date" type="hidden" value="13 out, 09:40" /&gt;   &lt;input id="hdn_author" type="hidden" value="Henrique Lisboa Carneiro &amp;lt;hlis...@gmail.com&amp;gt;" /&gt;   &lt;input id="hdn_group_name" type="hidden" value="Cinema Espírita" /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;div id="hdr"&gt;&lt;i&gt;Por Henrique Lisboa&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Segue abaixo um texto da Revista Espírita de 1862, março. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Texto diz respeito à pintura, no entanto penso que pode ser aplicado, sem dúvida, ao Cinema uma vez que o espírito está falando sobre imagem e Cinema é imagem (e som, claro) também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso ser bem pertinente o texto porque nos mostra o que os espíritos pensam sobre o que venha ser o papel da arte: representar o real? ou criar o ideal,o surreal, o imaginário? Tem muito a ver, principalmente, com as dicussõeslevantadas na primeira aula com o Rafael. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue abaixo as frase que eu destacaria para NOS GUIAR NA PRODUÇÃO DE UM&amp;nbsp; CINEMA GENUINAMENTE ESPIRITA, em seu valor mais subjetivo e menos na forma. &lt;br /&gt;Porque penso que a arte espírita ainda anda muito na forma, letras espiritas, termos espiritas, textos espiritas, mas tem andado pouco na essência, ENLEVAR SENTIMENTOS, PROPORCIONAR ESPERANÇA, CRIAR BOM ANIMO, TOCAR O SENTIMENTO CONTUNDENTEMENTE e por ai vai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha opinião, fazer cinema com os recursos do espiritismo não é somente roterizar e filmar um conto de Humberto de Campos ou um livro de André Luis, mas também, fazer com que o produto final seja de boa qualidade, que TOQUE O SENTIMENTO CONTUNDENTEMENTE, que proporcione esperança, crie bom animo, nos leve para as mais belas expressões do amor e não que sejam devaneios de artistas vaidosos e que querem inventar a arte. Na minha opinião, o cinema espírita não é pra ser inventado posto que desde Moisés o amor já é a Lei maior, mas a é para ser FEITO. E mais uma vez repito, não estou falando &lt;br /&gt;somente de forma, mas principalmente de produto final, de resultado final, de "o que o filme causa nos espectadores". Vamos conversando, né?! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frases que eu destacaria: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Só uma coisa poderá salvar a arte de vossa época: é um novo impulso e é uma &lt;br /&gt;nova escola que, aliando os dois princípios que dizem tão contrário — o &lt;br /&gt;realismo e o idealismo — leve os moços a compreender que se os mestres assim &lt;br /&gt;são chamados, é porque viviam com a natureza e sua imaginação poderosa &lt;br /&gt;"Inventava onde era preciso inventar, mas obedecia onde era necessário obedecer.* " &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"num momento dado, é necessário trazer para a obra que se quer produzir os &lt;br /&gt;instintos e o sentimento das coisas adquiridas e das coisas pensadas, numa &lt;br /&gt;palavra, sempre esses dois grandes princípios: corpo e alma." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo o texto na íntegra. &lt;br /&gt;Fiquemos com Deus, &lt;br /&gt;Abraços e beijos, &lt;br /&gt;Henrique &lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;REVISTA ESPÍRITA — ANO V — MARÇO DE 1862 &lt;br /&gt;ENSINOS E DISSERTAÇÕES ESPÍRITAS &lt;br /&gt;*O REALISMO E O IDEALISMO EM PINTURA* &lt;br /&gt;(SOCIEDADE ESPÍRITA DE PARIS. — MÉDIUM SR. A DIDIER) &lt;br /&gt;I &lt;br /&gt;A pintura é uma arte que tem por objetivo retraçar as cenas terrestres mais &lt;br /&gt;belas e mais elevadas e, por vezes, simplesmente imitar a natureza pela &lt;br /&gt;magia da verdade. É uma arte que, por assim dizer, não tem limites, &lt;br /&gt;sobretudo em vossa época. A arte de vossos dias não deve ser apenas a &lt;br /&gt;personalidade: deve se — se assim me posso exprimir — a compreensão de tudo &lt;br /&gt;o que foi na história, e as exigências da cor local, longe de entravar &lt;br /&gt;a personalidade e a originalidade do artista, ampliam-lhe as vistas, formam &lt;br /&gt;e depuram o gosto e o fazem criar obras interessantes para a arte e para os &lt;br /&gt;que nela querem ver uma &lt;br /&gt;civilização caída e ideias esquecidas. A chamada pintura histórica de vossas &lt;br /&gt;escolas não está em correspondência com as exigências do século; e — ouso &lt;br /&gt;dize-lo — há mais futuro para um artista em suas pesquisas individuais sobre &lt;br /&gt;a arte e sobre a história que nessa via onde dizem que comecei a por o pé. &lt;br /&gt;Só uma coisa poderá salvar a arte de vossa época: é um novo impulso e é uma &lt;br /&gt;nova escola que, aliando os dois princípios que dizem tão contrário — o &lt;br /&gt;realismo e o idealismo — leve os moços a compreender que se os mestres assim &lt;br /&gt;são chamados, é porque viviam com a natureza e sua imaginação &lt;br /&gt;poderosa inventava onde era preciso inventar, mas obedecia onde era &lt;br /&gt;necessário obedecer. &lt;br /&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Para muitas criaturas desconhecedoras da ciência da arte, muitas vezes as &lt;br /&gt;disposições substituem o saber e a observação. Assim, em vossa época veem-se &lt;br /&gt;por todos os lados homens de uma imaginação muito interessante, é certo, &lt;br /&gt;mesmo artistas, mas não pintores. Estes não serão contados na história senão &lt;br /&gt;como desenhistas muito engenhosos. A rapidez no trabalho, a pronta &lt;br /&gt;realização do pensamento adquirem-se pouco a pouco pelo estudo e pela &lt;br /&gt;prática e, conquanto se possua essa imensa faculdade de pintar depressa, é &lt;br /&gt;necessário lutar ainda, lutar sempre. Em vosso século materialista a arte — &lt;br /&gt;não o digo sob todos os pontos, felizmente — se materializa ao lado dos &lt;br /&gt;esforços realmente surpreendentes dos homens célebres da pintura moderna. &lt;br /&gt;Por que essa tendência? É o que indicarei na próxima comunicação. &lt;br /&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;II &lt;br /&gt;Como disse em minha última comunicação, para bem compreender a pintura seria &lt;br /&gt;necessário ir, sucessivamente, da prática à ideia, da ideia à prática. Quase &lt;br /&gt;toda a minha vida se passou em Roma. Quando eu contemplava as obras dos &lt;br /&gt;mestres, esforçava-me por captar em meu espíri
